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segunda-feira, outubro 24, 2011

O jornalismo mal caráter em crise psicótica



 "Uma mentira dá uma volta inteira ao mundo antes mesmo de a verdade ter oportunidade de se vestir."
                                                                                                                  Winston Churchill.

Um dos jornalistas que são bancados pelos tucanos paraenses para a prática do mal jornalismo, chama-se Ronaldo Brasiliense. Ele é quem mantém, de forma pra lá de suspeita, o panfleto denominado "O Paraense", que hoje serve quase que exclusivamente para "babar o ovo" do governador Simão Jatene, bater nos partidos e governos de esquerda e elogiar caluniadores e outros bandidos de paletó e gravata.

Quem o conhece sabe que aquele que um dia já recebeu o prêmio Esso de Jornalismo, declinou a tal ponto que perdeu sua identidade e respeito no meio acadêmico, político e profissional e acabou manchando sua história ao se submeter aos ditames dos tucanos que lhe sustentam até hoje.  

Seu estilo jornalístico é bipolar, piegas e zombeteiro. Mantém o tom agressivo ao destilar termos chulos quando se refere aos adversários do PSDB e exalta os tucanos como se fossem Deuses Gregos sendo citados pelos poetas que elogiavam as orgias durante o império Romano.

Nos primeiros 12 anos do governo de Simão Jatene, o dito jornal "O Paraense" era só elogios ao governo estadual. Depois, com a derrota dos tucanos, o jornal passou 04 anos desgastando o governo Ana Júlia e seus aliados. Chegou a prever que a ex-governadora ficaria inelegível por quatro anos, mas essa semana a justiça paraense o fez entrar em depressão depois que soube que o TRE-PA havia indeferido umas das denúncias infundadas, produzidas durante a campanha eleitoral de 2010.

Agora, com a "ajuda" dos seus patrões, entre eles Orly Bezerra, o publicitário e orientador mor de Simão Jatene, que o banca para manter o panfleto tucano que com o início de seu 2º mandato voltou à rotina calhorda do calor da babação de ovo do governo e atacar sistematicamente todos os que ousarem fazerem-lhe oposição.

Pela perda de identidade e com o uso de recursos escusos e falta de ética profissional, inclusive com colegas jornalistas, Ronaldo Brasiliense que já está sendo muito citado nessa postagem, sabendo que já não goza de credibilidade perante a sociedade por ter se vendido para os que lhe impuseram, através do dinheiro, a submissão aos seus interesses, há tempos não fala com voz própria. 

Morreu o homem, nasceu um cão sarnento, como diria a jornalista Ana Célia Pinheiro, que carinhosamente lhe colocou o apelido de Totó do Orly por seus serviços sarnentos prestados como capacho a seguir sem escrúpulos propagando o que é favorável aos seus mandantes e ofendendo seus adversários.

No twitter, Brasiliense pousa de ético, crítico aos maus políticos, critica juízes e seus privilégios, mas sempre de forma evasiva, sem citar nomes: Sabe que não tem moral para tanto e covardemente, nunca cita nomes de magistrados e corruptos aliados. 

Outro dia, depois de um surto, esqueceu-se de sua senha e criou outro perfil que imediatamente serviu como palco de mais um delírio esquizofrênico: Se disse vítima de um ataque de Hackers, como se fosse uma instituição ou pessoa de grande valor e importância social. Acusou algozes e logo depois que se lembrou da senha não tocou mais no assunto. Hoje com duas contas no twitter, pensa em usá-los paralelamente, demonstrando mais uma vez seu avançado estado clínico.

Para os estudantes de jornalismo, eis aí um bom exemplo do jornalismo canalha, indigente e sem o mínimo de ética que não deve ser seguido.