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terça-feira, junho 17, 2014

PT realiza debate e oficinas de Comunicação Digital no Pará


O vice-presidente nacional do PT e coordenador de mídias sociais do partido, Alberto Cantalice e o jornalista e consultor em mídias digitais Leandro Fortes, estiveram em Belém na última sexta-feira (13), onde participaram de um debate - seguido de oficinas sobre o uso das redes sociais - e reuniram a militância de três Estados da região norte: Pará, Amapá e Maranhão.


Já tendo percorrido diversas capitais, a iniciativa do partido roda o país oferecendo aos militantes digitais, assessores de comunicação e demais comunicadores ligados ao PT, qualificação e troca de experiências sobre o despertar dos demais filiados para o uso das novas tecnologias e as potencialidades da comunicação via internet, sobretudo, com o uso das mídias digitais existentes.


Além de participar do evento, Alberto Cantalice que já conhecia Belém, fez questão de provar novamente a culinária paraense e assim fizemos um rápido translado por Belém, conhecendo o Ver-o-Peso - com uma visita especial às erveiras para compra de produtos naturais - o centro comercial, os corredores cercados por mangueiras da Avenida Presidente Vargas - onde conheceu a faixada do Teatro da Paz - e da Avenida Nazaré, onde viu de perto a Igreja de Nossa Senhora.

Mesmo em sua rápida passagem pela capital paraense, foi possível conversar sobre importantes temas com o responsável pelas redes sociais do PT, que também é membro da comissão política que coordenará as ações eleitorais do partido em todo o país. 

Cantalice perguntou sobre a conjuntura local e disse estar confiante no sucesso da aliança PT-PMDB no Pará, assim como na esferal nacional e que voltará ao Estado para incrementá-la com a sinergia que já ocorre em outros Estados, onde os dois partidos também caminham juntos para as eleições aos governos estaduais e candidaturas ao senado federal.

Além disso, conversamos sobre a necessidade cada dia maior de reagir aos ataques proferidos pela grande e velha mídia nacional, que com sua ofensiva diária, substituiu os partidos de oposição e trava uma verdadeira guerra que visa desestabilizar o governo de Dilma, negativando-o perante a opinião pública a todo custo.

A mídia que prega o ódio e se faz de vítima

Partidários da Direita falam o que bem entendem no controle midiático, mas quando citados reclamam de ditadura.

Após a publicação de mais um corajoso e contundente artigo de Alberto Cantalice* na página do PT, eis que vemos a VEJA publicar na noite desta segunda-feira (16), a reação de Reinaldo Azevedo, velho conhecido por pregar o sentimento de guerra na mente de seus incautos leitores, contra os que lutam pela liberdade de expressão, os quais ele acusa sem o menor escrúpulo, de tudo que lhe vem à sua mente doentia e embalada por um alto cachê, pago com anúncios oficiais de empresas estatais e da administração direta federal. É pelo medo de perder as regalias proveniente desta dita propaganda oficial, "orientada por critérios técnicos", que agora surge a ameaça de processar Alberto Cantalice pelo crime de racismo.

 É isso mesmo, caro leitor. A ousadia do jornalista da revista que tem como sócia-proprietária a Naspers, empresa que patrocinou o regime do apartheid na África do Sul e prosperou com a segregação racial naquele país, despertou de forma imediata e espontaneamente, a reação de cidadãos sem filiação partidária e de militantes do PT e partidos aliados, que não se amedrontarão e o enfrentarão, seja nos tribunais ou nas redes sociais, dia e noite, desmontando as mentiras, revelando o vitimismo golpista e covarde, assim como lutarão para que a liberdade de expressão supere a liberdade das empresas, como os oligopólios da mídia brasileira querem que continue, eterna e tão somente.

COM UMA CARTA “AO POVO BRASILEIRO”, SENADOR RANDOLFE RODRIGUES, DO PSOL, SE DESPEDE DA ELEIÇÃO

Partido rompe acordo com senador, divulga renúncia antes da hora e leva Randolfe Rodrigues a explicar por escrito seus motivos; "O Brasil está dividido", inicia o ex-pré-candidato do a presidente pelo PSOL; "Quero representar uma nova esquerda", registrou ele; vez de ser candidata pelo partido agora é da deputada Luciana Genro; íntegra

Após o rompimento de um acordo interno, no qual a renúncia a ser candidato a presidente pelo PSOL seria mantida em segredo pela direção partidária até a próxima semana, o senador Randolfe Rodrigues divulgou um carta "ao povo brasileiro" na qual justifica sua decisão e faz uma análise de conjuntura.


Carta de Randolfe ao povo brasileiro

O Brasil está dividido.

De um lado, forças sociais conservadoras cada vez mais unificadas em torno de personalidades e discursos, empenhadas em fazer retroceder direitos e colocar o Brasil de novo na via expressa do neoliberalismo, com um viés abertamente de direita, sem o verniz social-democrata de antes.

De outro lado, as forças sociais progressistas, divididas em diferentes plataformas e organizações, sem uma liderança comum agregadora e sem uma compreensão compartilhada do contexto e das tarefas necessárias para fazer o Brasil avançar, mostram-se frágeis frente ao avanço conservador.

Diante desse choque entre forças antagônicas, o Brasil sofre uma profunda crise de liderança. A sociedade se divide entre a justa indignação pela ampliação de conquistas e uma agenda de demandas difusas, sem eixo, à procura de uma bandeira que as unifique.

Gerente de bom desempenho no governo do presidente Lula, Dilma Rousseff não se mostrou à altura da tarefa de liderar o país em torno de uma proposta de avanços sociais combinados com desenvolvimento econômico, que possibilitasse ganhar corações e mentes da nação brasileira e recuperar a credibilidade do país diante do mundo.

Aécio se despede da Folha. Até breve!


Por Altamiro Borges, no blog do Miro.

“Em respeito aos critérios anteriormente fixados pela Folha em função do período eleitoral, escrevo hoje a minha última coluna”. Com esta notícia alvissareira, publicada nesta segunda-feira (16), Aécio Neves, o cambaleante presidenciável do PSDB, despediu-se dos seus leitores do jornal da famiglia Frias. Lógico que a despedida é puro jogo de cena, já que a Folha tucana não vai abandoná-lo durante a difícil jornada eleitoral deste ano. Além do mais, caso seja derrotado nas urnas, ele poderá retornar ao diário golpista para seguir escrevendo as suas platitudes. O termo platitude, esclareço, decorre de uma crítica da própria ex-ombudsman da Folha, Suzana Singer.

Em setembro de 2011, após analisar alguns textos do senador mineiro no jornal, ela escreveu: “De 11 artigos do ex-governador tucano, pelo menos seis pareciam discurso de Congresso, com críticas nada originais ao governo federal e a promoção de iniciativas de Minas Gerais”. Na prática, antes mesmo da permissão legal da propaganda eleitoral, o pré-candidato já usava a Folha como seu palanque. Do que escreveu nestes anos, porém, nada sobrou de muito útil. O texto de “despedida”, nesta segunda-feira, confirmou esta trajetória de platitudes, com certa dose de egocentrismo.

“Sei que corro o risco de ser mal interpretado, num país em que, lamentavelmente, sobram motivos para o descrédito da ação política, mas a cada dia me convenço mais do acerto da decisão que tomei há 30 anos, quando entrei na vida pública... Nunca tive dúvidas sobre a escolha que fiz, nem nas horas de dificuldades. Nunca as tive nos momentos de frustração quando fui confrontado com a impossibilidade de realizar tudo o que gostaria, nem nos momentos em que sou atacado de forma covarde por calúnias e difamações”, choraminga a pobre vítima. E ele ainda garante, no maior cinismo, que defende a verdade e repudia “a manipulação e a hipocrisia”.

Ao final, Aécio Neves afirma que “fiz desta coluna um testemunho de meu compromisso com a política voltada ao bem comum e do meu compromisso com os brasileiros. Busquei refletir sobre o Brasil, consciente de que escrever para um jornal como a Folha é sonhar em voz alta... Encerro a minha coluna surpreso com a velocidade com que o tempo tem passado. Foram três anos. Meu agradecimento à Folha pelo convite. A você, meu agradecimento pela companhia, meu abraço e desejo de que o tempo seja generoso com cada um dos nossos sonhos”.

Pelo bem do Brasil, que não pode retroceder ao passado neoliberal, o melhor é que o tempo não seja generoso com o sonho presidencial do cambaleante candidato!

Catadora de BH e a aula de cidadania

"Não quero saber se tá na faculdade, se tá na escola, pintou a cara, estragou o patrimônio e cuspiu no chão é porque não tem educação"
Trabalhando ao lado do Mineirão, Maria Sueli dos Santos, de 54 anos é catadora de materiais recicláveis e defende a realização da copa do mundo, dando uma aula de cidadania e reconhecimento dos valores e princípios que norteiam a educação do povo brasileiro.

Com humilde, porém firmeza em seus argumentos, a catadora reconhece sua cidadania com inteligência e perspicácia, sem deixar de perceber as dificuldades que todos enfrentam, no mundo inteiro, principalmente na África, onde segundo ela, as dificuldades são maiores do que no Brasil.

Assista e compartilhe para mostrarmos que educação não se compra com dinheiro e não está na cor da pele e muito menos na profissão das pessoas.