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quinta-feira, março 19, 2015

Paulo Rocha apresenta prioridades de seu mandato

Em seu primeiro discurso como senador, Paulo Rocha disse que será intransigente na defesa do governo Dilma, mas está atento aos direitos da classe trabalhadora.

O senador Paulo Rocha (PT-PA) fez seu primeiro pronunciamento posicionando-se a favor da democracia e dos movimentos sociais. Ele criticou os que chamou de “golpistas de plantão”, que, segundo ele, buscam privilégios aos poderosos. O senador defendeu o combate ao “noticiário irresponsável” veiculado pelo “monopólio” dos meios de comunicação, e pediu providências ao governo federal para conter os assassinatos de líderes de trabalhadores; ele classificou esses crimes como “chaga para a democracia”.

Paulo Rocha cobrou um tratamento igualitário aos estados da Amazônia, criticando o conceito de que o povo da região vive numa realidade distante. Em sua lista de pautas em defesa do Pará e da região amazônica, o senador apoiou a realização de obras de infraestrutura, mas usou o exemplo das hidrelétricas para contrastar os projetos de desenvolvimento com a realidade do povo desassistido.

- Faremos a defesa da geração de energia limpa, mas cobraremos as compensações pelos impactos que a construção de hidrelétricas provocam ao meio ambiente e ao povo da Amazônia - afirmou.

Fique com o vídeo do pronunciamento de 13 minutos, onde abordou diversos temas de interesse do povo brasileiro, sobre tudo, o amazônico.


Leia aqui o discurso do senador na íntegra.

Depois de mentir novamente, governo enfrenta novos protestos


Melhor é o pobre que anda na sua integridade do que o perverso de lábios e tolo. Provérbios, 19:1.
O governo do Estado do Pará é bom de papo e pra isso paga uma fortuna para seu marketeiro, o melhor do Pará em enrolação e 171, o publicitário Orly Bezerra, aquele que fez o Pará continuar inteiro e repleto de desigualdades e problemas, entre eles a falta de Defensor Público em Altamira, o maior município do Brasil e o 5º maior do mundo, mas que mesmo assim Simão Jatene disse que não sabia da absurda carência. 

"Claro, Jatene é um preguiçoso", repetiria o ex-governador Almir Gabriel, responsável pela 1ª eleição de Jatene, depois de Jader Barbalho que o pôs no mundo (da política).

Simão Jatene é daqueles labiadores que não tem jeito. Disse que era o melhor para o Pará, pois a família que lhe acolheu e o fez crescer profissional e políticamente, foi a mesma que ele disse que com sua empresa de comunicação havia manipulado a campanha eleitoral de 2014, e nesse período quente da política paraense, disparou em um debate contra seu adversário: Eu não aceito a audácia dos canalhas.

Com a história contada, volto ao assunto do título do post para informar que hoje, 19/03, a educação pública do estado do Pará pára, mas não cruza os braços. 

Servidores públicos de todos os municípios, inclusive os da UEPA vai pras ruas denunciar a situação insustentável em que se encontram. 

Nada impedirá que professores, técnicos de educação, gestores e equipe de técnicos e auxiliares que trabalham nas escolas e campus paraenses, estejam amanhã nas ruas, em mais uma manifestação contra as negativas de investir na educação, tal como prometeu novamente em sua campanha de reeleição.


A denúncia de uma ata mentirosa que a SEDUC tentou na malandragem enfiar no SINTEPP, que misteriosamente pega leve como o mesmo, só piorou as coisas.

A presepada teria sido obra de sua equipe na SEDUC, que deu agora de falsificar os documentos da última reunião que teve com o sindicato da categoria, afim de se proteger posteriormente na justiça, para onde geralmente leva as negociações e apela para a ilegalidade das greves. A tática às vezes funciona, pois a justiça paraense, como dizem alguns evangélicos, é uma benção!

Que feio, governador! Logo o senhor que vive falando de ética!

Por sua vez, os servidores da educação universitária, também estarão no ato e marcha de paralização, convocada pelo sindicato e em um manifesto contundente denunciam o estado caótico em que se encontra a educação pública dos universitários da Universidade Estadual do Pará. Uma vergonha!, diria o Boris Casoy. 


MANIFESTO DOS COORDENADORES DOS CAMPI DO INTERIOR - UEPA

Belém, 17 de março de 2015.

À sociedade paraense,

A proposta de fazer este Manifesto nasceu da perspectiva de trazer à tona as mazelas estruturais que tanto afligem os campi universitários da Universidade do Estado do Pará (UEPA) no interior. Hoje, já não nos mantemos, apenas sobrevivemos. Sobrevivência vil, pois não conseguimos obter do governo do estado do Pará a atenção que a educação realmente merece.

Prefeito do PT-RJ é preso no dia em que Dilma lança pacote anti-corrupção

"O Brasil de hoje combate a corrupção. As notícias sobre casos de corrupção aumentam, mas justamente porque eles não são mais varridos para baixo do tapete. 

A visão de que o povo brasileiro quer levar vantagem em tudo deve ser afastada e uma nova concepção deve ser criada: Uma nova moralidade pública, republicana, democrática e igualitária. 

As medidas que nós anunciamos hoje são todas iniciativas concretas. Elas não pretendem esgotar a matéria, mas evidenciam que estamos no caminho correto. Somos um governo que não transige com a corrupção e temos o compromisso e a obrigação de enfrentar a impunidade que alimenta a corrupção”. 

O trecho extraído da página da Dilma Rousseff que noticiou o pacto anticorrupção que combaterá a prática ilegal, porém comum na cultura brasileira e ajudará a dar continuidade a uma séria e profunda revolução na esfera pública, iniciada no governo de Lula e aperfeiçoada na gestão de Dilma, pois os casos de roubo do dinheiro público, antes quase sempre incobertos e os que eram descobertos, raramente punidos e quando foram, sem o rigor necessário. Reinava a impunidade e isso começa a mudar.

"São todas medidas positivas, porque as leis atuais não criminalizam o caixa-dois ou o enriquecimento não justificado. Mas para combater frontalmente a corrupção é preciso uma reforma do modelo de financiamento de campanha, que atualmente privilegia as grandes empresas contribuintes, que elegem bancadas inteiras e decidem questões orçamentárias. O que vemos (nos desvios apurados pela operação) Lava Jato é padrão de comportamento, e não exceção"disse o juiz Márlon Reis, um dos idealizadores da lei da Ficha Limpa, para a versão em português do site da BBC de Londres

Vivemos novos tempos e isso não se deu da noite para o dia. Foi fruto de um conjunto de ações de fortalecimento e reformulação de leis, das instituições de fiscalização e controle, sem deixar de lembrar do reforço da autonomia da Polícia Federal, Ministério Público e Poder Judiciário, nestes 12 últimos anos.

Prova disso é que à tarde, uma operação da Polícia Rodoviária Federal prendeu o prefeito uma cidade do Rio de Janeiro, mostrando que o compromisso assumido pela presidenta Dilma em sua campanha de reeleição, quando disse: "Doa a quem doer" é de fato sério e o Brasil começa a viver uma nova realidade: O fim da impunidade.

Como já era de se esperar, com muita astúcia, a grande mídia distorce os fatos e reforça a onda crescente da orquestrada criminilização do PT, como se a prática de recebimento de propina, por parte de gestores públicos, acontecesse exclusivamente com o partido que está fazendo com que ela seja retirada de debaixo do tapete, apurada e punida pelo Estado brasileiro. 

A oposição deverá usar o fato para se fazer de santa e a quinta-feira no Brasil seguirá com a hipocrisia e o medo dos que sempre se lambuzaram com a corrupção, acusando o atual governo de tê-la trazido ao mundo, para evitar que Dilma siga fazendo o que prometeu.

Só falta agora uma Reforma Política e a Regulação da Mídia, já que sabemos que quem mantém a corrupção no Brasil é a imprensa.

Leia agora a matéria sobre o caso da prisão do prefeito petista, copiada do portal G1-RJ.

Mauro Henrique Chagas foi preso pela Polícia Federal nesta quarta (18), acusado de cobrar R$ 100 em propina.
Prefeito de São Sebastião do Alto, RJ, é preso após flagrante de propina. Mauro Henrique Chagas foi preso pela Polícia Federal nesta quarta (18). Prefeito teria cobrado propina de R$ 100 mil para empresário.
Mauro Henrique Chagas (PT), prefeito de São Sebastião do Alto, na Região Serrana do Rio, foi preso pela Polícia Federal na BR-101, em Macaé, nesta quarta-feira (18). Segundo a PRF, ele foi abordado durante o pagamento de uma propina no valor de R$ 100 mil, exigida por ele mesmo, para que um empresário pudesse começar obras nas áreas de saúde e saneamento no município. O valor representa 10% de duas licitações para a execução dos serviços.

O ponto de encontro para o recebimento da propina foi um posto de gasolina às margens da BR-101. "O empresário já sabia da operação e colaborou com a Polícia Federal. Os agentes usaram roupas de uma suposta empresa de terraplanagem para fazer o flagrante, cercando o carro do prefeito", diz a PRF.

A reportagem do G1 entrou em contato com a assessoria do prefeito Mauro Henrique Chagas através de e-mail, conforme exigido pela mesma, mas até a publicação desta matéria ninguém se pronunciou.

Mauro Henrique Chagas era vice-prefeito de Carmond Bastos (PT) e assumiu a prefeitura em abril de 2013. O prefeito eleito Carmod Bastos foi afastado do cargo após denúncias de irregularidades administrativas e instauração de uma CPI na Câmara de Vereadores. Carmond foi condenado por oito crimes, entre eles, fraudes em dispensa de licitação e aumento do próprio salário, sem lei que autorize.