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domingo, julho 30, 2017

Bordalo acredita em um "banco de agiotagem" que financia políticos e diz que um assassinato pode custar até R$100

Para deputado, assassinatos de políticos no Pará podem ser fruto de acerto de contas de dívidas de campanha.

Por Diógenes Brandão

O deputado estadual Carlos Bordalo (PT-PA) foi o entrevistado no programa MAIS, da TV RBA na manhã deste domingo (30). Na oportunidade, falou sobre diversos assuntos relacionados à sua atuação como parlamentar e presidente da Comissão de Direitos Humanos e do Consumidor na ALEPA. 

Respondendo uma das perguntas do jornalista Guilherme Augusto, apresentador do programa, o deputado revelou que o assassinato de uma pessoa pode ser encomendado no Pará por até R$100, tal como registrou o relatório da CPI das Milícias, que ele comandou.

Leia também CPI das Milícias indiciará +60 pessoas pela "Chacina em Belém"

Outra importante informação levantada na entrevista, foi o parlamentar ter afirmado que acredita na existência de uma espécie de "banco da agiotagem", que empresta dinheiro a prefeitos paraenses e fica cobrando contratos de empresas pelo governo que ajudam financeiramente a serem eleitos. Bordalo desconfia que os últimos três (03) assassinatos de prefeitos no período de um ano e meio, na região sudeste do Pará, seja resultado da pressão e cobrança de dívidas de possíveis empréstimos junto a este "banco".

O autor deste blog sugeriu para o deputado que ele pegue o vídeo com a entrevista em uma mídia na emissora e publique na internet, para que aquelas pessoas que não assistiram o programa, possam assisti-lo e tomar conhecimento do que anda sendo feito para combater a criminalidade e os ataques aos defensores dos Direitos Humanos no Pará.

Florenzano: Wlad participou de evento oficial do governo federal de bermuda, camiseta e bebendo cerveja

Wlad participou do evento oficial bebendo e trajando bermuda, camiseta e uma tatuagem com o nome de Temer no ombro direito. 

Por Diógenes Brandão

No momento em este blog publicou a foto onde Wlad aparece em evento de bermuda, sem camisa e uma tatuagem com o nome de Temer, ainda não sabíamos com precisão, onde ela havia sido feita, mas a jornalista Franssinete Florenzano publicou em seu blog e no seu perfil no Facebook, a informação de que o deputado federal Wladimir Costa (Solidariedade) estava bebendo durante o evento do Ministério da Integração, que tem a frente um dos seus principais rivais na política paraense: Helder Barbalho.

A informação agrava ainda mais o estado já caótico da imagem de Wlad, que parece fazer tudo isso propositalmente, talvez por acreditar que é disso que seu público/eleitor gosta de ver.

Em um dos comentários feito pelos leitores da jornalista, encontramos um que diz o seguinte: "Creio que o WlaDeselegante deve pensar assim "eu vou me trajar com esse look duvidoso "pros pessoal" pensar que sou povão". E Assim ele vai angariando mais votos e simpatizantes para os shows, e churrasquinho de gato harmonizado com cerveja barata".

Veja a publicação:

Suspeitos de invadir hospital e matar líder do MST são detidos no sudeste do PA

A vítima foi socorrida com vida e levada até Parauapebas, onde dois dias depois, foi morta dentro do hospital por cinco homens armados com pistolas e revólveres.

Um guarda municipal foi preso. Um sargento da PM é investigado por possível envolvimento no crime.  


Dois homens suspeitos de assassinar Waldomiro Costa Pereira, um dos líderes do Movimento dos Sem Terra (MST) na região sudeste do Pará, foram presos nesta sexta-feira (28). 

O guarda municipal Lionício de Jesus Souza e Francisco Ubiratan Silva teriam participado do crime. Um sargento da Polícia Militar também é investigado.  

O crime ocorreu durante a madrugada do último dia 20 de março, quando cinco homens armados e encapuzados renderam os vigilantes do Hospital Geral de Parauapebas, onde Waldomiro estava internado na UTI, após sofrer um atentado a tiros dentro do próprio sítio, no município. Waldomiro foi alvejado na cama do hospital. Segundo os vigilantes, toda a ação, que durou cerca de três minutos, foi registrada pelas câmeras de segurança do hospital.  

A Divisão de Homicídios da Polícia Civil com apoio da Superintendência Regional do Sudeste e do Grupo de Pronto Emprego da Polícia Civil cumpriu dois mandados de prisão temporária e três mandados de busca e apreensão. Dos três mandados de busca, um deles foi cumprido na casa de um sargento da Polícia Militar, que também está sob investigação.  

Armas  

Durante a operação, foi apreendido um revólver calibre 38 com mais de 40 munições de diversos calibres, que estavam com Ubiratan. Ele foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo e munição. Com o guarda municipal foi apreendida uma pistola calibre 380 com três carregadores com 13 munições. Na casa do sargento, foi apreendida uma pistola calibre ponto 40. Nos dois últimos casos, as armas estavam com porte legal. As três foram encaminhadas para perícia e vão passar por exame de comparação microbalística para verificar se elas podem ter sido utilizadas no assassinato de Waldormiro.  

O delegado Dauriedson Bentes, da Divisão de Homicídios (DH), informou que ainda não há mandado de prisão para o suposto mandante, porque ele está ainda sob investigação, assim como as outras pessoas envolvidas na execução. 

Motivação  

Segundo a polícia, a motivação do crime está ligada a questões de conflitos agrários na região. Segundo o delegado Dauriedson, que está responsável pelo inquérito do caso, a morte de Waldomiro teve a ver com a ligação que ele tinha com o Movimento Sem Terra, onde ele era considerado um dos comandos do movimento.  

No dia 18 de março deste ano, a fazenda Serra Norte, em Eldorado dos Carajás, foi atacada e um vaqueiro do local foi alvejado a tiros, mas sobreviveu. Esse fato, detalha o delegado, foi o estopim para uma tentativa de homicídio sofrida por Waldomiro Pereira no mesmo dia, em Eldorado dos Carajás, onde a vítima tinha uma residência.

A vítima foi socorrida com vida e levada até Parauapebas, onde dois dias depois, foi morta dentro do hospital por cinco homens armados com pistolas e revólveres.  

Segundo o delegado, o grupo tentou matar Waldomiro como retaliação pelo ataque sofrido na fazenda. As investigações sobre o crime continuam.

Justiça suspende ação contra Samarco/VALE e prova que o dinheiro compra tudo

A decisão da justiça de MG é inacreditável e deixa o Brasil em situação vexatória

Por Diógenes Brandão

Em publicação no Facebook, o GreenPeace revela: "Justiça mineira suspende ação civil pública contra Samarco movida pela procuradoria. A justiça de Minas mostra que está ao lado de Vale e BHP e não concede indenizações pelo maior desastre socioambiental do Brasil". 

Ou seja, a justiça mineira nos prova, que de fato, o dinheiro compra tudo. No país, onde milhares de pessoas são presas por roubar comida, empresas responsáveis por prejuízos incalculáveis, conseguem driblar as leis e zombar da razão.

A Folha de São Paulo trouxe a informação abaixo e este blog que existe há mais de dez anos, demorou a acreditar, mas é verdade.

Leia e comente se for capaz: 

A Justiça suspendeu por prazo indeterminado a ação civil pública movida pelo MPF (Ministério Público Federal) contra a Samarco no processo relacionado ao rompimento da barragem de Fundão. 

A informação foi divulgada em comunicado da Vale nesta terça-feira (18). O MPF não foi localizado para comentar.  

Na ação, de maio de 2016, procuradores pediram indenizações de R$ 155 bilhões como reparação pelo desastre ambiental gerado após a ruptura da barragem em Mariana (MG), em novembro de 2015. 

Os valores seriam usados para reparação dos danos sociais, econômicos e ambientais causados pelo rompimento da barragem de Fundão. Inicialmente, seriam depositados R$ 7,7 bilhões. A decisão é da 12ª Vara Federal Cível/Agrária de MG, de segunda-feira (17).  

A Vale é sócia da BHP Billiton na Samarco, e informou que está mantida decisão judicial anterior que prorroga até 30 de outubro acordo final sobre as indenizações relativas ao caso. A reportagem tentou contato com o Ministério Público Federal no final desta terça, sem sucesso.