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sexta-feira, junho 29, 2007

Contas dos Tucanos. Aprovadas?

Orginalmente postado no espaço do Mauro Bona no Diário do Pará Contas Aprovaram as contas de Simão. José Augusto Affonso circula todo faceiro, mas, o pobre do Pedro Abílio, que só recebia ordens, foi condenado a devolver grana mal empregada. Parece até piada. Mickey É sempre bom lembrar que, por conta do milionário e inexistente parque da Pirelli, o então secretário Especial, José Augusto Affonso, foi três vezes aos parques da Disney bater papo com Mickey e Pateta. Com tudo pago, claro.

quinta-feira, junho 14, 2007

Salve...

Enviado por email pelo anarquista, pedagogo e futuro sociólogo Jorge Costa

Lendo essas "coisas", lembro-me, com muita lucidez, de uma frase de um secretário norte-americano (filho da puta e inteligentíssimo) chamado HENRYKINSIGER: " O PODER É DOCE E TEM VITAMINAS"...O que fica no ar não são mais idéias, mas dúvidas... Bakunin ao criticar a ditadura do proletariado de Marx, argumentava, com toda a força do seu ser: "Ao tomar o poder, a liderança não será mais de trabalhadores, mas de uma elite intelectualizada que falará EM NOME dos trabalhadores e não COMO trabalhadores. Marx, cuidado com o que você está propondo...A vanguarda é uma guarda vã..." Bakunin verbalizava esses argumentos em 1864... O anarquismo nunca esteve tão atual...

Pierre Josef Proudhn era mais categórico: "Olha Marx, ser governado é ser controlado, etiquetado, vilipendiado, vigiado, admoestado, ridicularizado...e a qualquer sinal de resitência ou rebeldia, colocado sob suspeita, exilado, desprezado, preso, torturado, silenciado, caluniado, difamado, expulso (do partido, da cidade, do estado, do país)...E se continuar resistindo e rebelando-se, será morto..."
Marx não lhes deu ouvido... Chamava-os de idealistas pequeno-burgueses, ingênuos, impecílhos da revolução. Estes, por sua vez, chamavam-no de vaidoso e impotente, pois destacavam que o poder é o afrodisíaco dos impotentes e que Marx queria mesmo era ser chefe... (Qual dos dois argumentos a história da humanidade registra????)
Portanto, a sacada é escancarar os paradoxos de quem está no poder e observar com minúcias o abismo existente entre O DITO, O ESCRITO E O FEITO... Não haverá só 2010, haverá também, felizmente, 2014, 2018, 2022.
Precisamos pensar além, ir além dos partidos, ir além do poder instituído e super-estruturado...Como fez Alice: IR ALÉM DO ESPELHO... Precisamos pensar numa outra maneira de organização da sociedade. O poder tripartite (Executivo, Legislativo e Judiciário) é uma falácia...Motesquieu, autor da teoria dos três poderes, estava equivocado... Sua teoria funciona apenas pra uma minoria de privilegiados... Como diz a letra de uma música brasileira: SE GRITAR PEGA LADRÃO, NÃO FICA NENHUM MEU IRMÃO.
1 abraço...
J...
P.S.: Pode colocar no seu blog, Dime, e divulgar... A idéia não é só minha, certamente é de um montão de indivíduos que são espectadores de um sistema capitalista cruel, onde nem as formigas e abelhas concordariam...

quarta-feira, junho 13, 2007

Ricos e Pobres Desaprovam Duciomar

Eis aí a avaliação do simulacro de administração do falso médico e prefeito de Nova Déli, de acordo com a pesquisa da BMP/Democratas, depois de dois anos desgraçando a cidade. Ótima.......................... 2,20% Boa .......................... 10,20 Regular tendendo para boa..... 19,30 Regular tendendo para ruim ... 16:00 Ruim.......................... 20,40 Péssimo ...................... 27,10 Não sabem avaliar/não opinou.. 4,80 À exceção dos conceitos Regular para boa, e regular para ruim, por uma pequena diferença, pode-se dizer que o critério de classe social não é significativo nos resultados da pesquisa. A conclusão: a rejeição ao malsinado prefeito é transversal a esta variável. Não se afirmou como um mandatário dos carentes, e não convenceu as classes média e alta. 58,30% desaprovam o sedizente prefeito. Vale lembrar que esses resultados mostram uma recuperação, em torno de 10 pontos percentuais, em relação a pesquisas realizadas em dezembro de 2006. Começa desta data a injeção maciça de recursos na mídia paroara, que passou a elogiar a admiministração e a pessoa do nacional, muitas vezes sonegando fatos da opinião pública. Essa recuperação, cinco meses depois, além de ter feito a festa de veículos e colunistas, tem custado praticamente a liberdade do elemento, e a ausência cada vez maior do poder público nas mais elementares ações de atendimento a população. A margem de erro da pesquisa é de 3,5 pontos percentuais, para mais ou para menos. Originalmente postado (http://quintaemenda.blogspot.com)

terça-feira, junho 12, 2007

Preparativos

Originalmente postado no blog 5ª Emenda
Começou no dia 7, na região de Redenção, sul do Pará, a movimentação da Democracia Socialista, a tendência da governadora, nas reuniões preparatórias ( 24 ao todo) para a Plenária Estadual da DS que deve acontecer no sábado, 16, em Nova Déli.Não estão descartadas adesões de membros de outros partidos, como o PSB e o PPS, para engrossar as fileiras da DS, que quer conquistar o diretório estadual do grupo do deputado federal Paulo Rocha.Este - articulado aos grupos do deputado estadual Waldir Ganzer e do federal Zé Geraldo - promete resistir e impedir que a escolha do partido para a candidatura à prefeito de Nova Déli saia dos quadros comandados pela governadora.

Rangar no Hangar II



Parte integrante do PTP, a I Conferência Estadual de Cultura está sendo muito comemorada e com certa razão, pois as gestões estaduais anteriores, nem de longe tiveram a disposição de ouvir sugestões para o planejamento e a gestão, tal como o governo Ana Júlia está fazendo. Mas como falar de participação popular e controle social requer franqueza, não podemos omitir que a metodologia que cerca a elaboração deste planejamento não foi compartilhada com a sociedade e esta que possui diversas entidades representativas, tais como as centrais sindicais e o movimento popular [1], poderiam estar compondo as equipes que pensam os métodos de participação, mas para tal precisaríamos importar humildade para dentro do corpo político que integra o governo popular de Ana Júlia & cia. 

Como não houve participação popular na elaboração da metodologia do PTP, pré-estabeleceu-se os temas a serem discutidos e através de cédulas, definiu-se as áreas e prioridades que foram apenas escolhidas e não indicadas pelos participantes das plenárias regionais. 

 É evidente que a gestão estadual está em disputa permanente, pois forças conservadoras dentro e fora do PT articulam-se para abocanhar cada vez mais espaço e poder e a Plenária Metropolitana do PTP, mês passado no Hangar, mostrou isso claramente, pois o poder financeiro das prefeituras levou dezenas de ônibus, com seus partidários devidamente uniformizados para votarem nas cédulas, as aspirações dos prefeitos e não nas demandas populares, como haveria de ser. 

Tal como a plenária do PTP em Capanema, no nordeste paraense, os debates temáticos da conferência intermunicipal de cultura, ocorrido na última sexta-feira, no seminário São Pio X, em Ananindeua, ficaram limitados à uma hora e meia durante a tarde, demonstrando que ao invés de priorizar a locução dos anseios da sociedade, priorizam com maior parte do tempo, a fala dos representantes dos governos municipais e dos gestores estaduais que tomaram a manhã inteira, com seus discursos antecipando o pleito de 2008, em prejuízo ao debate formulador de uma gestão inovadora, como era esperado. 

Outro exemplo de exclusão é a minguada participação dos movimentos culturais na comissão preparatória e na elaboração dos temas pré-concedibos para a I Conferência estadual de Cultura, que foi formada majoritariamente por órgãos estaduais da cultura, em detrimento da paridade tão reivindicada pela esquerda, quando na oposição às gestões dos partidos de direita, na reivindicação por democracia. 

Não obstante, a escolha da delegação representativa da conferência metropolitana para a Conferência Estadual foi recheada de integrantes do governo estadual, dentro das 40 vagas dos movimentos sociais, uma afronta ao bom senso e a ética. 

Como a realização da I Conferência Estadual de Cultura será realizada no Hangar de eventos, ainda teremos muita marmita para comer, mas que pelo menos lá, venham com os talheres, pois como aconteceu no mini-refeitório, improvisado no São Pio X, quando os participantes após uma fila de 20 minutos para buscar sua refeição, tiveram que cortar bife de carne e frango empanado com um frágil garfo de plástico apenas. 

Oxalá que o novo rangar no Hangar não seja assim e que haja dignidade e respeito no ato alimentar para com os movimentos sociais, que esperam a prometida participação popular e o controle social efetivo, dentro do governo Ana Júlia. 

[1] Os quais formaram diversas lideranças que hoje compõem o próprio governo estadual e que agora apartam da elaboração do esqueleto programático, lideranças que se mantém na retaguarda dos movimentos sociais.

domingo, junho 03, 2007

Star

Originalmente publicado em http://quintaemenda.blogspot.com/
Começam a sair as primeiras notícias sobre pesquisas em Nova Déli.Uma delas dá conta da liderança do ex prefeito Edmílson Rodrigues (PSOL), seguido mais ou menos de perto por Valéria Pires Franco (DEM), e em terceiro, mais prá longe que prá perto, o alcaide atual, o desastre.Sim, ele está na lápide - o jargão publicitário que identifica a condição do político liquidado - mas tem lá seus 13%.O número de entrevistados que não sabe em quem votar ainda é grande.E os nomes do PT e do PMDB estão longe da segunda casa decimal, o que já começa a dar panos a muitas mangas, vermelhas, e vermelhas com bolinhas pretas (copyright by Cjk)Deve ser por isso que na semana passada, comemorando seu aniversário, o ex prefeito estava prá lá de contente, a Valéria anda feliz da vida, e os cães...bem, os cães ladram. Fazer o quê?Ou ladram, ou lambem.

Dudu, a mão de ferro que mandar bater!

Se a turma do DUDU aprontou no Lançamento da Conferência das Cidades em Belém, esperem pro que vem na Conferência de Saúde e nas demais que irão discutir as políticas públicas para esta esquecida cidade.

ORDEM, PROGRESSO, CAIXA 2 E EMPREITEIRAS

Segundo o levantamento feito no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sobre os recursos destinados pelas construtoras aos parlamentares, 54,7% destes no Congresso receberam alguma verba de empresas do setor. Ou seja, as empresas bancaram 285 dos 513 deputados (55,5%) e 40 dos 81 senadores (49,3%).
Oficialmente, as construturas destinaram R$ 27 milhões nas campanhas eleitorais.
A reportagem mostra ainda que 40% dos parlamentares financiados pelas empreiteiras são membros da Comissão de Transportes da Câmara e 37% na de Infra-Estrutura do Senado.
Será que agora na nação tupiniquim iremos discutir uma reforma política séria ou vamos continuar escondendo que quem banca a eleição neste país é a burguesia?

sexta-feira, junho 01, 2007

Rangar no Hangar



Por Diógenes Brandão

Estive três vezes no Hangar de eventos. A primeira foi na inauguração, a segunda, dois dias depois, na Plenária do PTP (Planejamento Territorial Participativo) e por fim, no lançamento da Conferência Estadual das Cidades. Além desses, houve também a Feira da Indústria do Pará e logo após, a Conferência Estadual dos Direitos Humanos. 

Eventos que reuniram diversos setores da sociedade paraense, empresários, representantes de prefeituras de diversas cores partidárias, movimentos sociais, enfim, o Hangar tornou-se um espaço democrático, contrariando interesses e provocando dor de cotovelo naqueles que preteriam originalmente ali, como a “Estação Dondoca” dos encontros da burguesia de Belém.

Projetado para atrair e receber eventos de grande porte, o projeto concebido pela gestão tucana tem que ser analisado com boa doce de frieza e honestidade. Belém necessitava, entre outras coisas, de um centro de convenções. 

O que acontece é que quem o pensou e fez 75% de sua estrutura, não imaginou que ele serviria também como espaço de discussão a sociedade paraense, ao invés de apenas ser palco para turistas, investidores, empresários e a high Society da metrópole. 

Foi uma frustração que ainda não foi digerida e nem tão pouco aceita! 

É o que podemos chamar de efeito indigesto pós-eleição de Ana Júlia governadora.

Sinais claros disso podem ser lidos em matérias jornalística e/ou escutados em programas de rádio pelo Pará a fora. A questão que deve ser pensada é a seguinte: Seria justo que apenas a Feira da Indústria e/ou eventos de interesses privados ocupassem um investimento que custou ao povo paraense a bagatela de cento e tantos milhões de reais?

Fico com a lembrança de um amigo que no dia do lançamento do PTP lançou o seguinte trocadilho: Vou ao Hangar, rangar! Dei uma risada e só depois entendi que o que ele queria mesmo não era almoçar uma das quatro mil quentinhas - encomendadas pelo governo do Estado para manter a maratona de debates necessários para aquele dia - o que ele quis se referir, foi ao desejo de “comer” o fígado de Duciomar Costa, pois saiba que o mesmo estaria presente junto com os demais prefeitos da região metropolitana, e o fez, junto com um coro de milhares de pessoas que vaiaram o prefeito de Belém por quase a totalidade do tempo de sua fala naquele dia.

Daquela cena que não pude ver (nem gravar) restou uma indagação: Não seria a hora de Ana Júlia deixar livremente a vontade popular imperar no desforrar contra aquele que encabeçou uma campanha ofensiva e de baixo-calão contra ela, quando disputaram o pleito de 2004?

Diplomaticamente até entendo que ela poderia tentar “acalmar” a plenária pedindo o respeito democrático devido, mas chamar de mesquinhos aqueles que apenas ali puderam manifestar sua contrariedade à postura arrogante e irresponsável daquele que findou importantes projetos sociais[1] implantados pela gestão petista, havemos de concordar, é demais Ana!

E quando novamente a cena voltar a se repetir? O que não é nenhum pouco difícil se o prefeito tiver a coragem de comparecer em eventos públicos onde esteja sendo discutida a participação popular e tivermos que presenciar nossa governadora, defendida com unhas e dentes, por tant@s, gastar seus esmaltes, tanto das unhas, quanto dos dentes na defesa de nosso algoz, em detrimento da vontade majoritária daqueles que sofrem na pele os efeitos nocivos de sua gestão, sem poderem gritar, a não ser de quatro em quatro anos.

“...Quando chegar o momento, esse meu sofrimento, vou cobrar com juros, juro! Todo esse amor reprimido, esse grito contido esse samba no escuro... Apesar de você amanhã há de ser outro dia!” Chico Buarque.

[1] Para citar exemplos de bons projetos que foram cancelados pelo Duciomar Costa, lembro aqui do Projeto Sementes do Amanhã e Escola Circo, que por terem sido extintos, recolocaram milhares de crianças e adolescentes em risco social e pessoal, além de tirar-lhes o direto de mudarem suas vidas.