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terça-feira, setembro 02, 2008

Fulga na FUNCAP, de noooovo???

Em primeira mão, chega a notícia-denúncia até agora não noticiada em nenhum expediente on line dos meios de comunicação paraenses, de que a maior fuga do EREC dos últimos anos ocorreu nesta mannhã com indícios de facilitação e negligência como já havia preconizado o blog dada a tchurma que por lá se realojou depois que o governo Ana Júlia (via Cláudio Puty) negociou com o PSOL o retorno das aulas e consequentemente, dos educadores pela troca de alguns espaços nos DAS´no governo estadual. Um deles, é esse (Diretoiria de Assistência Social da FUNCAP) que não pára de escandalizar, por tamanho descompromisso dos atuais gestores com a política que a instituição deveria prestar. É uma atrás da outra. Até quando dura este acordo mesmo? Precisará um refém morrer? Ou um adolescente levar um tiro? Ou alguém do MP investigar e resolver a questão nos ditames da lei de improbrabidade? Com as falas quem tiver coragem!

Click!

Uma viatura fragrada por minha linda e magra cybershot da sony que consegue vire e mexe um registro em nossas "ruas", minha e tua, mururé... Aí lembrei da canção: "...pois é, pois é, eu não sou de igarapé, quem montou na cobra grande, não se escancha* em puraque" *Abrir, alargar (as pernas), quando monta a cavalo, ou à maneira de quem o faz. Aurélio Eletrônico.

Tragédia Anunciada

Do leitor José Vítor de Alencar, sobre a agricultura familiar:

Pode-se afirmar que a agricultura familiar brasileira foi marcada profundamente pelos modelos coloniais tanto da economia quanto da sociedade. Primeiro foram as grandes propriedades, que inicialmente por falta de mão-de-obra e do não conhecimento das terras – exemplo das Capitanias Hereditárias – nem todas tiveram sucesso.

Em segundo, tivemos a monocultura, ainda no período colonial, com o cultivo da cana-de-açúcar e do café e em terceiro, a importação da mão-de-obra escrava. Somente por volta da década de 1960 é que o Brasil começou a viver uma revolução na agricultura, influenciado pelo mundo desenvolvido, com a chamada revolução verde.

Uma tentativa de aumento da produtividade com a utilização de insumos químicos e o aumento da área cultivada com a mecanização da terra, e novamente com a implantação da monocultura, agora com o plantio de grãos, especificamente a soja.

Houve aumento da produtividade é verdade, no entanto, os prejuízos ambientais, com a degradação do solo e o aumento considerável do desmatamento, foram enormes. Mas o grande prejuízo ficou para o pequeno produtor que sem condições de arcar com o alto custo do novo modelo de produção teve que sair do campo, pois os pacotes agrícolas beneficiavam, principalmente, os grandes produtores.

O reflexo desse modelo agrícola continua em evidência. Na Amazônia, estamos presenciando a rápida expansão da fronteira agrícola com a cultura de grãos e a destruição das florestas. O meio rural amazônico vive um momento delicado com a grilagem de terras públicas, conflitos agrários, desemprego no campo e a desvalorização do produto do pequeno produtor.

Esses são os preços do “desenvolvimento” agrícola em nossa região. Quanto tempo ainda falta para se entender que é necessário um maior investimento na agricultura familiar, sendo que é ela a responsável pelo abastecimento alimentar na mesa do povo brasileiro.

Do blog do Jeso Carneiro.

Mui Bueno

Egressos

O 12º Grupamento de Bombeiros, inaugurado neste final de semana pela governadora Ana Júlia Carepa em Santa Izabel do Pará, vai empregar 40 egressos das penitenciárias do Pará que serão responsáveis pelos serviços gerais. Eles foram treinados pela Fábrica Esperança, que tinha uma dívida de R$ 1,3 milhão quando o novo governo assumiu. Hoje, totalmente saneada, a fábrica é responsável pela inclusão social de cerca de 300 egressos. São eles que produzem todo o fardamento dos bombeiros. Na sede da Secretaria de Segurança Pública, são 14, entre os quais os que servem o café ao secretário Geraldo Araujo e às pessoas que vão ao gabinete. Do Diário do Pará.