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quarta-feira, dezembro 02, 2009

U2. Where The Streets Have No Name - Onde as ruas não tem nome


I want to run
Eu quero correr
I want to hide
Eu quero esconder
I want to tear down the walls
Eu quero derrubar as paredes
That hold me inside
Que me seguram por dentro
I want to reach out
Eu quero alcançar
And touch the flame
E tocar na chama
Where the streets have no name
Onde as ruas não têm nome
I want to feel, sunlight on my face
Eu quero sentir, a luz do sol no meu rosto
See that dust cloud disappear without a trace
Ver a nuvem de poeira desaparecer sem deixar pista,
I want to take shelter from the poison rain
Eu quero me abrigar da chuva venenosa,
Where the streets have no name
Onde as ruas não têm nome
We're still building
Nós ainda estamos construindo
Then burning down love, burning down love
Então queimando amor, queimando amor
And when I go there
E quando eu vou lá
I go there with you...
Eu vou lá com você...
(It's all I can do)
(Isso é tudo o que posso fazer)
The cities a flood
A cidade está inundada
And our love turns to rust
E nosso amor se enferruja
We're beaten and blown by the wind
Nós fomos malhados e assoprados pelo vento
Trampled into dust
Esmagados em poeira
I'll show you a place
Eu te mostrarei um lugar
High on ta desert plain
Acima das planícies desérticas
Where the streets have no name
Onde as ruas não têm nome
Still building
Ainda construindo
Then burning down love
Então queimando amor
Burning down love
Queimando amor
And when I go there
E quando eu vou lá
I go there with you
Eu vou lá com você
(It's all I can do)
(Isso é tudo o que posso fazer)

Caro Bornhausen, vamos ficar livre dessa raça por uns 30 anos?

Por Renato Rovai*

Faz tempo que não vejo o ex-senador Jorge Bornhausen abordando assuntos da política nacional. Logo ele que se notabilizou por ser um radical oponente do governo Lula no primeiro mandato e que até por isso nem tentou a reeleição em seu estado. Logo ele que ganhou notoriedade ao dizer que ao menos “a gente vai se ver livre dessa raça por pelo menos uns 30 anos”, referindo-se ao PT e seus filiados. Pois é, senador Bornhausen, tenho enorme curiosidade jornalística (nada mais do que isso) para saber o que o senhor está achando dessa história que atinge em cheio a moral e os bons costumes do único governador eleito pelo seu partido no último pleito. Governador que estava cotado, inclusive, para compor chapa com o governador José Serra na condição de candidato a vice-presidente da República.

O senhor deve estar pensando que “nunca na história desse país” um escândalo foi tão filmado e documentado como esse, hein? E logo com um partido tão correto e digno como o seu, né?

Pois é, senador Bornhausen, como dizem por aí, a vida é dura. Quem cospe pra cima às vezes vê o danado cair na própria cabeça.

Por isso, não tenho dúvida que num momento tão sério da vida do país e do seu partido o senhor não vai se esconder. Vai fazer como na crise de 2005. Convocará todos os canais de TV e vai esculhambar os corruptos.

Com todo o respeito, solicito-lhe que convide-nos para participar. A revista Fórum tem todo interesse em vivenciar este momento histórico.

É algo impagável.

PS: Caro senador, como o senhor entende dessas coisas, será que vamos ficar livre dessa raça pelos próximos 30 anos?

* Renato Rovai é editor da revista Fórum outro mundo em debate.