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terça-feira, março 20, 2007

pobre-povo-pobre

Não tínhamos nada Aí como estudantes, criamos o grêmio Depois os Centros academicos, o DCE Trabalhando pro sustento, ganhamos o sindicato Continuamos a luta.. Elegemos vereador Deputada Esforçosos, elegemos um prefeito Chegamos enfim no governo federal... Um operário presidente do Brasil ! Depois de muito esforço A ajuda do PMDB e alguns empresários Finalmente, vencemos! Temos a governadora !
Ana Júlia vence o PSDB local.
O que falta agora pra atendermos as necessidades do pobre-povo-pobre, que agoniza na frente dos postos de saúde, das escolas sem transporte, das crianças cheirando cola, vilipendiadas no asfalto nefasto da cidade dos prédios e condomínios fechados e da cidade-lama e que não vê o rio? O que dizer para as pessoas que não pretendiam cargos e sim mudanças ?? Chamem os marqueteiros, 2008 está na porta !!

Amigos?

"Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquetipo qualquer, mas pela pupila... Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante... A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos... Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo... Deles não quero resposta, quero meu avesso... Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim...Para isso, só sendo louco... Quero-os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças... Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta... Não quero só o ombro ou o colo, quero também sua maior alegria... Amigo que não ri junto não sabe sofrer junto... Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade... Não quero risos previsíveis nem choros piedosos... Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça... Não quero amigos adultos nem chatos... Quero-os metade infância e outra metade velhice... Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto e velhos, para que nunca tenham pressa... Tenho amigos para saber quem eu sou... Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril... " (Oscar Wilde)