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terça-feira, junho 24, 2008

Duda X Chiquinho

O quinta emenda fuçou e encontrou quem vai ser o marketeiro/publicitário da campanha do prefeito de nova-déli - como se refere o poster do blog. Trata-se do cara que tem a briga de galo como hobby, o paulistano Duda Mendonça, o qual é acusado como um dos operadores do "mensalão". Do outro lado do ringue, Mário Cardoso, candidato do PT sairá para a luta com o paraense Chico Cavalcante, o qual goza o prestígio de ser o atual publicitário/marketeiro do PT nacional. Ambos reconhecidos com excelentes profissionais da área, terão o desafio de alevancar a campanha de seus clientes, sabendo ter o cuidado na estratégia do primeiro turno, pois sangrar a cara dos demais adversários pode custar caro para o segundo round, onde os demais galos podem unir-se para ajudar a bater em quem não pensou nisso no começo da luta. Mas sangue no chão terá, isso terá !

Não Veja Mais


Pai cancela assinatura da VEJA e filho escreve um belo artigo

Recebi este texto pela internet, mas o blog do Azenha também está publicando-o. Vale a pena lê-lo (e divulgá-lo) na íntegra.

A VEJA e o meu pai

Por Roberto Efrem Filho

Hoje, dia 10 de junho do ano de 2008, foi o dia em que meu pai cancelou a renovação da Revista VEJA. É bem verdade que há fatos históricos um tanto quanto mais importantes e você deve estar se perguntando “o que cargas d’água eu tenho a ver com isso?”. Não é nenhuma tomada de Constantinopla, queda da Bastilha ou vitória da Baia dos Porcos. É um ato de pequenas dimensões objetivas, realizado no espaço particular de uma família de classe média brasileira, sem relevantes conseqüências materiais para as finanças da Editora Abril, sem repercussões no latifúndio midiático nacional. A função deste texto, portanto, é a de provar que meu pai é um herói.

A Revista VEJA se diz assim: ”indispensável ao país que queremos ser”. Começa e termina com propagandas cujo público alvo é a classe média e, nela, claro, meu pai. Banco Bradesco, Hyundai, H. Stern. Pajero, Banco Real, Mizuno. Peugeot, Aracruz, Nokia. Por certo, a classe média – inclusive meu pai – dificilmente terá acesso à grande parte dos bens expostos na vitrine de papel. Não importa. Mais do que o produto, a VEJA vende o anseio por seu consumo. Melhor: credita em seu público-alvo, a despeito de quaisquer probabilidades, a idéia de que ele, um dia, chegará lá.

Logo no comecinho, na terceira e quarta folhas, estão as páginas amarelas da Revista. Nelas, acham-se as entrevistas com personalidades tidas como renomadas e com muito a dizer ao país. Esta semana a VEJA apresenta as opiniões de Patrick Michaels (?), climatologista norte-americano que afirma a inexistência de motivos para temores com o aquecimento global. Na semana passada, deu-se voz ao “jovem herói” Yon Goicoechea (?), um “líder” estudantil venezuelano oposicionista de Chávez e defensor da tese de que a ideologia deve ser afastada para que a liberdade seja conquistada contra o regime “ditatorial” chavista.

Não. Não é que a VEJA não conheça o aumento dos níveis dos mares, dos números de casos de câncer de pele, do desmatamento da Amazônia, da escassez da água e dos recursos naturais como um todo e de suas conseqüências na produção mundial de alimentos. Sim, ela conhece. Não. Não é que ela não saiba que um estudante não representa sozinho o posicionamento democrático de uma nação e que um governo legitimamente eleito não pode ser chamado de totalitário. Sim, ela sabe. Do mesmo modo que conhece e sabe da existência de diferentes opiniões (ideológicas, como tudo) sobre ambos os assuntos e não as manifesta. Acontece que isso ela também vende: o silêncio sobre o que não é lucrativo pronunciar.

Do meio pro final da Revista estão os casos de corrupção. Esta é a parte do “que vergonha, meu filho, quando isso vai parar?” dito pelo meu pai, com decepção na voz. A VEJA desenvolve um movimento interessante de despolitização nesse debate. Ela veste o figurino do combatente primeiro da corrupção, aquele sujeito que desvendará as artimanhas, denunciará os ladrões e revelará “a” verdade, única, inabalável. Com isso, a VEJA confere centralidade à corrupção no debate político, transformando a política em caso de polícia e escondendo o fato de que o seu próprio exercício policialesco é inerentemente político.

No fim, “todo político é ladrão” – menos os do PSDB, claro, todos “intelectuais” -, “política não presta”, o que presta mesmo é a Revista VEJA. A Revista é ainda permeada por textos de cronistas e colunistas. Estão, entre seus autores, Cláudio de Moura Castro, Lya Luft e Roberto Pompeu de Toledo. Todos dignos do título de “cidadão de bem”, conscientes e responsáveis. Evidentemente, todos de posicionamentos um tanto moralistas e um tanto conservadores. Difere-se deles Diogo Mainardi. Este, conhecido por chamar o Presidente da República de “minha anta” e por sua irreverência desrespeitosa e direitista, escancara a alma da VEJA. Mas não se engane. Não é Mainardi o perigo. São os outros.

Foram eles que meu pai um dia leu com respeito e é aquela auto-imagem que a VEJA quer – como tudo – vender. Sem dúvida a Revista VEJA é ainda mais que isso. Suas estratégias de persuasão vão muito além dos limites deste breve texto. Afinal, é ela a revista mais lida no país, parte significativa de um império da concentração do poder de informar. Seja nas suas “frases da semana”, nas quais há de costume as fotografias de uma mulher bonita dizendo bobagem e de um homem-autoridade falando coisa inteligente e importante, seja no fetiche da citação “eu li na VEJA”, faz-se ela um dos mais eficazes instrumentos de convencimento a favor da classe dominante.

Meu pai, por sua vez, é um trabalhador. Casado com Fátima, minha mãe, e pai também de Rafael, criou seus filhos com princípios que ele preserva como inalienáveis. Já votou no PT. Já votou no PSDB e mesmo no PFL (“porque foi o jeito, meu filho!”). Opõe-se a qualquer tipo de ditadura (conceito no qual incluía até pouco tempo o governo de Chávez: coisas da VEJA). Já se disse socialista, na juventude. É praticante da doutrina espírita desde menino. Discorda de mim em milhares de coisas. Concorda noutras. É um bom e sonhador homem com quem eu quero sempre parecer.

Hoje, ele cancelou a renovação da Revista VEJA, aquilo que para ele já foi seu meio de conhecimento do mundo, depois de chamar de “idiota” a entrevista daquele herói das páginas amarelas sobre o qual falei acima. Antes, havia criticado fortemente um artigo de Reinaldo Azevedo publicado na Revista, em que Azevedo falava atrocidades sobre Paulo Freire: “meu filho, veja que besteira esse homem está dizendo sobre Paulo Freire”.

Hoje, ele operou uma mudança nesta realidade tão acostumada à perpetuação do estabelecido. Hoje, para o mundo, como em todos os dias da minha vida para mim, meu pai é um herói.

Roberto Efrem Filho é mestrando em direito pela UFPE e filho de Roberto Efrem, a quem dedica este artigo.

domingo, junho 22, 2008

Poema em Linha Reta

Nunca conheci quem tivesse levado porrada. Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.

E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil, Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita, Indesculpavelmente sujo, Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho, Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo, Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas, Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante, Que tenho sofrido enxovalhos e calado, Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda; Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel, Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes, Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar, Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado Para fora da possibilidade do soco; Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas, Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.

Toda a gente que eu conheço e que fala comigo Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho, Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...

Quem me dera ouvir de alguém a voz humana Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia; Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia! Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam. Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil? Ó príncipes, meus irmãos,

Arre, estou farto de semideuses! Onde é que há gente no mundo?

Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?

Poderão as mulheres não os terem amado, Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca! E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído, Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear? Eu, que venho sido vil, literalmente vil, Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.

Fernando Pessoa

Reforço ao Águia

Lenilson, atacante e Arthur, técnico do remo, encharcaram agora mesmo, o gramado do mangueirão com tanto choro e agradecimentos à Deus pela vitória de 3 a 1 sobre o time favorito do poster. Não se omite a garra de ambos, e de consolo, a garra individual dos jogadores do PAPÃO da Curuzú. Agora a torcida do Águia - de Marabá - recebe reforço para enfrentar o time do leão, logo mais na decisão do parazão, ou alguém duvida disso?

sexta-feira, junho 20, 2008

Agenda Eleitoral

Para quem não viu/leu a agenda eleitoral oficial, onde diz o que pode e não pode, os prazos, etc.. Aqui de novo.

Quem Liga?


Priante e Dudu foram condenados à pagar multa por propaganda extemporânea. O primeiro a bagatela de R$ 53.205,00 e o atual prefeito falsário apenas R$ 106.410, ou seja, o doblo por ter sido condenado por duas inflações eleitorais.

Mas como diria uma amiga da Marambaia: Quem liga? Afinal os milhões acumulados e por vir, dos caixas 2, 3, 4 e 5 (se não houver outros!) fazem os valores acima serem ridículos e até mesmo servem como incentivo para que os candidatos que nadam em recursos públicos tomem as estratégias de marketing político que desejarem para emplacar seus nomes e promessas falidas às massas, o que não é possível para quem queira honestamente propôr sua plataforma e não tenha as patas sujas de lama. É por essa e por outros que o blog afirma: Diante desta democracia burguesa honestidade e mandato não são conciliáveis, na esmagadora maioria dos casos.

Hasta La Vista

O PSOL encabeça uma coligação com o PSTU e PCB, com grandes chances de Marinor na cabeça e a Abel (PSTU) - ex-coordenador geral do DCE-UFPA - como vice, para concorrerem à prefeitura de Belém. Seria bom ver a busca pela governabilidade da ala "esquerdista", diante da voracidade do plenário da Câmara Municipal de Belém, não?

Pretensão, Nada!

O PMDB mantém conversações políticas com a prefeita Maria do Carmo Martins, do PT, candidata à reeleição em Santarém. Até agora, nada está fechado ou descartado. O deputado Airton Faleiro, pré-candidato petista a prefeito de Altamira, condiciona a candidatura ao apoio de PMDB e PR, partidos que, segundo ele, são capazes de atrair legendas menores para a formação de frente ampla para disputar e ganhar a prefeitura. Em defesa do bloco para concorrer com a prefeita Odileida Soares (PSDB), Faleiro admite abrir mão de sua candidatura para que a aliança se viabilize com outro nome ao cargo majoritário, seja do PMDB, PR e do próprio PT. Fonte: Repórter 70 de O Diário do Jáder Barbalho.
Com as falas acima, fica notório os interesses de Jáder Barbalho - aquele que as ORM dizem dispensar apresentações - no mapa eleitoral do Estado. Jáder além de priorizar Ananindeua com seu feudo, abre asas para disputar com o PT prefeituras como Belém e Santarém. Nem em todas, vê possibilidade de emplacar seu partido, nem se quer passar para o segundo turno, mas joga e joga pesado, pensando em 2010, quando sairá candidato à senador. Tudo indica que o rapazinho saberá mexer as pedras e mexe bem, só que conta com a astúcia de outras lideranças que aprenderam à jogar, mas estão patinando no cheque-mate que o dono da RBA lançou: Ou reza em sua cartilha ou não tem apoio de suas empresas, como a que lança esses filigramas para acuar, promover e influenciar os mais tolos ou "aliados"

quinta-feira, junho 19, 2008

quarta-feira, junho 18, 2008

Ver para Crêr


"Para as eleições 2008, o PSOL não fará alianças com a velha direita do DEM e do PSDB, nem com o PT, o PMDB e os partidos mensaleiros."

As Falas do PSOL em sua resolução nacional eleitoral, onde prentendia que fosse a mesma nos diretórios regionais, os quais podem até no discurso dizer que é isso mesmo, e que não irão compor chapa, mas será que a postura fica valendo para a composição de cargos de destaque em administrações petistas?

terça-feira, junho 17, 2008

Esperar para Crêr ou Desacreditar de Vez


O poster prepara-se para uma viagem à Brasília de onde trará novidades sobre diversos temas, pois contatos fartos de informações dos bastidores da cena política, abastecem-nos e permitem o exercício democrático da informação.

No entanto, antes de partir, deixará seu sinal de vivacidade, fruto de uma cobertura que, no mínino despertará a criticidade para alguns fatos que envolvem:

A esferal municipal (a atual posição de alguns partidos para as próximas eleições, obras do PAC, Dudu e a reeleição, etc.);

A estadual (reunião de lideranças com Claúdio Puty e o impensado conselho político - o qual tende a repactuar as relações entre poder público e as demais forças oriundas da sociedade civil organizada, para evitar crises, como as que o governo se envolveu (promoveu?) recentemente por falta de habilidade e diálogo de seus interlocutores -, a crise institucional da FUNCAP e a correlação com o acordo com o PSTU e PSOL para o fim da greve dos educadores, a linhagem do fisiologismo dos deputados estaduais e federais e uma matéria especial sobre o Conselho Estadual das Cidades)

Na esfera federal, uma rápida olhada na recomposição do imposto para a saúde, as obras do PAC e a vinda de Lula no Pará e seus desdobramentos.


Mesmo sem muito tempo disponível para a missão, o poster dará um jeito de cumprir o acima anunciado, afinal controle social é isso!

Vic Pires Franco

Este era o nome que deveria constar nos comentários que você comete nos blogs, se tivesse a coragem de assiná-los.
Nos últimos dias você vem escrevendo nos espaços destinados aos comentários dos blogs, leviandades envolvendo a mim e o Prefeito Dulciomar Costa, como as que você tentou postar uns dias atrás aqui e postou no Quinta Emenda e nos comentários do post anterior a este.
Tudo numa tentativa, bem ao seu estilo e em proveito próprio, de tentar prejudicar a campanha do prefeito Dulciomar. Quando é que você vai apreender a fazer uma campanha sem baixarias, sem canalhices, sem mentiras, Vic? Desde que o prefeito Dulciomar assumiu a Prefeitura de Belém, nunca tive nenhum tipo de reunião com ele para tratar de qualquer assunto.
Nunca houve uma negociação com o atual prefeito sobre a ação que a minha produtora ganhou da Prefeitura. Nunca sequer falamos sobre as próximas eleições. E sobre a campanha eleitoral, apresentei um orçamento para a agência que fará a campanha dele e sequer iniciamos as negociações ainda.
Você sabe muito bem qual a produtora que fará a campanha do Dulciomar, assim como sei que você está negociando com a 3D para a produção dos Democratas. O resto, Vic é pura leviandade sua.Reuni com o advogado Sabato Rossetti para pedir uma orientação sobre o processo que ganhei da Prefeitura.
Ele afirmou que o Dulciomar estaria interessado no trabalho dele na campanha. E que cobraria 200 mil reais pelo trabalho. Disse que costuma amealhar um apartamento por campanha e que essa seria a hora de faturar. Disse ainda que estava em negociações com os Democratas e só não havia fechado porque ao invés de dinheiro vocês teriam oferecido a ele uma secretaria.
O próprio advogado desestimulou qualquer tentativa de acordo alegando que a prefeitura deixaria esgotar todos os recursos judiciais para poder pagar a dívida. Nunca houve a tal reunião com o prefeito. Nunca houve sequer uma tentativa de negociação. E se o Sabato lhe disse que houve, ele é tão leviano quanto você.Desafio você ou o Sabato a colocar na internet a tal gravação de 72 segundos (pra variar múltiplo de 24 e multiplicado por 3, ainda por cima). Desafio vocês dois a trazerem a tal gravação a público, sob pena de confirmar o que muita gente pensa de você: um fanfarrão venal, covarde e mentiroso.
Se você quer atingir o prefeito Dulciomar use outra pessoa. Não seja canalha, Vic! Eu não lhe devo nada e embora não possua impunidade parlamentar, não tenho medo de você. Você não passa de um arrogante covarde! E bem que você e o seu advogado falastrão mereciam que viesse a público a pressão para nomeação de funcionários fantasmas na Prefeitura, em 92, o romance Fáridas & Marizas e outros fatos escabrosos que mostrariam o tipo de gente que vocês são.
Quanto a gravação da sua truculência reafirmando quem realmente manda em quem, fique tranqüilo. Ela está em local seguro. Está protegida pela ética. Jamais utilizei, utilizo ou utilizarei uma gravação de campanha eleitoral em proveito próprio ou de terceiros. Até porque, Vic, sou um profissional e gosto da Valéria. Ela é uma boa pessoa. É bem intencionada. É uma pessoa do bem e não merece este desgaste. Ela é em tudo infinitamente melhor do que você.
Se dê respeito, Vic! Você é um deputado federal ou pelo menos muita gente pensa que você é. Vá trabalhar. Vá fazer alguma coisa nobre em favor das pessoas que lhe elegeram, em favor do Pará, em favor do Brasil, ao invés de ficar fofocando e enlameando as pessoas na internet.
Walter Jr.
Desculpe, leitor do Caneta por envolve-lo nesta baixaria.Mas não costumo mandar flores para crápulas.
Para entender mais, antene-se na blogsfera e perceba quem são as pessoas que colocaram seus nomes (família) na disputa à prefeitura de Belém!

Isca

BOMBA ! BOMBA ! BOMBA!Maracutaia entre o prefeito Duciomar Costa e um marketeiro fracassado e desempregado, dono de uma produtora de TV falida.Duciomar prometeu pagar hum milhão referente a dívidas da prefeitura com a produtora, ainda da época de Hélio Gueiros, prefeito, para o marketeiro fracassado e um conhecido advogado eleitoral.O advogado, sem papas na língua, já entregou para um amigo os 72 segundos de gravação da conversa. A fita não vai para o youtube, mas vai para o Ministério Público.
O empresário se manifesta em seu blog, com a estratégia de atrair a atenção das pessoas que fizeram a provocação, no caso, o deputado Vic Pires Franco.

Anônimo "Ilustre"

“O prefeito levou hum milhão de motivos para fechar com um famoso advogado a sua campanha de reeleição. Para isso, usou os préstimos do dono de uma produtora de TV falida, mas que ainda tinha uma grana preta para receber da prefeitura, ainda da administração Hélio Gueiros. Dulciomar pagaria essa dívida, e o publicitário, repassaria uma parte para o advogado. A Polícia Federal já dispõe da gravação, autorizada pela justiça e acionará o MP nos próximos dias. A primeira a depor será a ex-mulher do produtor fracassado, sócia da produtora falida”.
A Postagem acima provocou outra reação quase que imediata do empresário da área da comunicação que possui um blog e não deixou barato.

segunda-feira, junho 16, 2008

Adeus Ao Poeta

Será sepultado nesta segundo o corpo de Benedicto Monteiro, que no áuge dos seus 84 anos, deixa-nos um arcervo repleto de poesia, história do Pará, questões jurídicas e tantos outros temas pelos quais delizava a palavra escrita de Bené. Conheça todas as obras deste imortal, aqui em seu site.

Ganhar Dinheiro é Bom

"As pessoas têm que saber que ganhar dinheiro é bom." "Dia 1º de janeiro de 2011 eu entregarei a Presidência da República e vou para casa. Não tenho interesse de ser candidato a senador, a governador, a vereador. Nada. Não trabalho com a hipótese de volta [à Presidência]. Se eu puder fazer um juramento: pela felicidade do meu filho caçula." Lula, em entrevista ao Jornal do Brasil deste Domingo.

sábado, junho 14, 2008

Empate

Segundo o Voz Populi, a governadora Yeda Crusius (PSDB-RS), recentemente enrolada numa crise séria, onde seu vice detonou denúncias que abalaram todo o staff do governo Gaúcho, é a pior governadora dos Estados brasileiros. Veja aqui, quem empatou com a tucana. Infelizmente!

Procampo em pauta

PROCANTO é assim que rotula a situação/movimento/entidade/programa - que foi criado (?) para a juventude neo-petista da DS - o também jovem e militante da mesma DS, em seu blog que não perdoa e faz um favor à lisura nos processos em curso em nosso Estado.

Domingo de Pavulagem




Domingo tem agito novamente em Belém. Agito sem briga, sem gangues, sem dor..apenas gente bonita, alegria, música popular e festa, muita festa do Arrastão do Pavulagem. A foto ao lado foi feita às 14:30 (finalzinho do show) do domingo passado, e olha que era só o ensaio. Compareçam!



quinta-feira, junho 12, 2008

Manifesto dos Iguais

"Abre os olhos e o coração para a plenitude da felicidade; reconhece e proclama conosco a República dos Iguais."
O Manifesto dos Iguais, lançado em 1796 por Gracchus Babeuf (1760-1797), é considerado a primeira declaração política de caráter socialista da humanidade. Babeuf publicou em 1790 “O Cadastro Perpétuo”, em que defende as reivindicações de igualdade radical do povo de Paris. Fundou em 1794 o jornal “A Tribuna do Povo” e criou em 1795 a Sociedade dos Iguais. Marx considerava Babeuf o “primeiro comunista ativista” e a Conjuração dos Iguais o "primeiro partido comunista". Para Rosa de Luxemburgo, Babeuf é "o primeiro precursor dos levantes revolucionários do proletariado"



Povo da França!

Durante perto de vinte séculos viveste na escravidão e foste por isso demasiado infeliz. Mas desde há seis anos que respiras afanosamente na esperança da independência, da felicidade e da igualdade.

A igualdade! - primeira promessa da natureza, primeira necessidade do homem e elemento essencial de toda a legítima associação! Povo da França, tu não ficaste mais favorecido do que as outras nações que vegetam sobre esta mísera terra! Sempre e em qualquer lado, a pobre espécie humana, vítima de antropófagos mais ou menos astutos, foi joguete de todas as ambições, pasto de todas as tiranias. Sempre e em qualquer lado se adulou os homens com belas palavras, mas nunca e em lugar nenhum obtiveram eles aquilo que, através das palavras, lhes prometeram. Desde tempos imemoriais se vem repetindo hipocritamente: os homens são iguais. Mas desde há longo tempo que a desigualdade mais vil e mais monstruosa pesa insolentemente sobre o gênero humano.

Desde a própria existência da sociedade civil, o atributo mais belo do homem vem sendo reconhecido sem oposição, mas nem uma só vez pôde ver-se convertido em realidade: a igualdade nunca foi mais do que uma bela e estéril ficção da lei. E hoje, quando essa igualdade é exigida numa voz mais forte do que nunca, a resposta é esta: "Calai-vos, miseráveis! A igualdade não é realmente mais do que uma quimera; contentai-vos com a igualdade relativa: todos sois iguais em face da lei. Que quereis mais, miseráveis?" Que mais queremos? Legisladores, governantes, proprietários ricos; é agora a vossa vez de nos escutardes.

Todos somos iguais, não é verdade? Este é um princípio incontestável, porque ninguém poderá dizer seriamente, a não ser que esteja atacado de loucura, que é noite quando se vê que ainda é dia. Pois bem, o que pretendemos é viver e morrer iguais já que como iguais nascemos: queremos a igualdade efetiva ou a morte.

Não importa qual o preço, mas havemos de conquistar essa igualdade real. Ai daqueles que se interponham entre ela e nós! Ai de quem se oponha a um juramento formulado desta forma!

A Revolução Francesa não é mais do que a vanguarda de outra revolução maior e mais solene: a última revolução.

O povo passou por cima dos corpos do rei e dos poderosos coligados contra ele; e assim acontecerá com os novos tiranos, com os novos tartufos políticos sentados no lugar dos velhos.

De que mais precisamos além da igualdade de direitos?

Temos apenas necessidade dessa igualdade, da qual resulta a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão: queremos vê-la entre nós, sob o teto das nossas casas. Estamos dispostos a tudo, a fazer tábua-rasa de tudo o mais, apenas para conservar a igualdade. Pereçam, se for necessário, todas as artes, desde que se mantenha de pé a igualdade real!

Legisladores e governantes, com tão pouco engenho como boa fé, proprietários ricos e sem coração, em vão tentais neutralizar a nossa sagrada missão dizendo: "Eles não fazem mais do que reproduzir aquela lei agrária exigida já por diversas vezes no passado".

Caluniadores, calai-vos pela vossa parte e, em silêncio de confissão, escutai as nossas pretensões, ditadas pela natureza e baseadas na justiça.

A lei agrária, ou a divisão da terra, foi aspiração momentânea de alguns soldados sem princípios, de algumas populações incitadas pelo seu instinto mais do que pela razão. Nós temos algo de mais sublime e de mais eqüitativo: o bem comum, ou a comunidade de bens! Nós reclamamos, nós queremos desfrutar coletivamente dos frutos da terra: esses frutos pertencem a todos.

Declaramos que, posteriormente, não poderemos permitir que a imensa maioria dos homens trabalhe e esteja ao serviço e ao mando de uma pequena minoria.

Há muito tempo já que menos de um milhão de indivíduos tem vindo a dispor de quanto pertence a mais de vinte milhões de semelhantes seus, de homens que são em tudo iguais a eles.

Devemos pôr termo a este grande escândalo, que os nossos netos não quererão acreditar possa ter existido! Devemos fazer desaparecer, finalmente, essas odiosas distinções de classes entre ricos e pobres, entre grandes e pequenos, entre senhores e servos, entre governantes e governados.

Que entre os homens não exista mais nenhuma diferença do que aquela que lhes é dada pela idade e pelo sexo. E, porque todos temos as mesmas necessidades e as mesmas faculdades, que exista, portanto, uma única educação para todos e um idêntico regime de alimentação. Toda a gente se sente satisfeita por dispor do sol e do mesmo ar que respira. Porque não há de acontecer o mesmo com a quantidade e a qualidade dos alimentos?

Mas é verdade que já os inimigos da ordem de coisas mais natural que imaginar se possa protestam e clamam contra nós.

Desorganizadores e facciosos, dizem-nos eles, vós só desejais que exista anarquia e massacre.

Povo da França!

Não desejamos perder tempo a responder a esses senhores, mas a ti dizemos-te: a sagrada tarefa em que estamos empenhados não tem outro objetivo que não seja pôr termo às lutas civis e à miséria pública.

Nunca foi concebido e posto em execução um plano mais vasto do que este. De vez em quando, alguns homens de talento, homens inteligentes, falaram em voz baixa e temerosa desse plano. Mas nenhum deles, claro, teve a coragem necessária para dizer toda a verdade.

Chegou a hora das grandes decisões. O mal encontra-se no seu ponto culminante, está a cobrir toda a face da terra. O caos, sob o nome de política, há já demasiados séculos que reina sobre ela. Que tudo volte, pois, a entrar na ordem exata e que cada coisa torne a ocupar o seu posto. Ao grito de igualdade, os elementos da justiça e da felicidade estão a organizar-se. Chegou o momento de fundar a República dos Iguais, este grande refúgio aberto a todos os homens. Chegaram os dias da restituição geral. Famílias sacrificadas, vinde todas sentar-vos à mesa comum posta para todos os vossos filhos.

Povo da França!

A ti estava, pois, reservada a mais esplendorosa de todas as glórias! Sim, tu serás o primeiro que oferecerá ao Mundo este comovedor espetáculo.

Os hábitos inveterados, os antigos preconceitos, farão novamente tudo para impedir a implantação da República dos Iguais. A organização da igualdade efetiva, a única que satisfaz todas as necessidades sem provocar vítimas, sem custar sacrifícios, talvez em princípio não agrade a todos. Os egoístas, os ambiciosos, rugirão de raiva. Os que conquistaram injustamente as suas possessões dirão que está a cometer-se uma injustiça em relação a eles. Os prazeres individuais, os prazeres solitários, as comodidades pessoais, serão motivo de grande pesar para os indivíduos que sempre se caracterizaram pela sua indiferença ante os sofrimentos do próximo. Os amantes do poder absoluto, os miseráveis partidários da autoridade arbitrária, baixarão pesarosos as suas soberbas cabeças perante o nível da igualdade real. A sua visão estreita dificilmente penetrará no próximo futuro da felicidade comum. Mas que podem fazer alguns milhares de descontentes contra uma massa de homens completamente satisfeitos de terem procurado durante tanto tempo uma felicidade que sempre tiveram à mão?

Logo que se verificar esta autêntica revolução, estes últimos, estupefatos, dirão uns aos outros: "Como custava tão pouco conseguir a felicidade comum! Era necessário apenas ter o desejo de alcançá-la. E por que não fizemos isso há mais tempo?" Será preciso repetir sempre uma e outra vez? Sim, sem dúvida, basta que sobre a terra um homem seja mais rico e mais poderoso do que os seus semelhantes, do que os seus iguais, para que o equilíbrio se quebre e o crime e a desgraça invadam o Mundo.

Povo da França!

Quais os sinais que nos permitem reconhecer as qualidades de uma Constituição? Aquela que se apóia integralmente sobre a igualdade é, na realidade, a única que te convém, a única que satisfaz as tuas aspirações.

As cartas aristocráticas dos anos 1791 e 1795, em vez de romper as tuas cadeias, vieram consolidá-las. A de 1793 supôs ser um grande passo no sentido da igualdade real, mas não conseguiu todavia esse objetivo e não apontou diretamente para a igualdade comum, embora consagrasse solenemente o grande princípio dessa igualdade.

Povo da França!

Abre os olhos e o coração para a plenitude da felicidade; reconhece e proclama conosco a República dos Iguais.

[1796]

Gracchus Babeuf (1760-1797) foi o primeiro comunista da história.

quarta-feira, junho 11, 2008

Retorne Professor !


É grave o estado de saúde do escritor paraense Benedicto Monteiro. Internado desde o último dia 22, ele continua na UTI (Unidade de Terapia Intesiva) de um hospital particular em Belém. Ele reagiu bem à medicação administrada desde o dia 2, quando seu estado de saúde piorou e ele foi para a UTI. De acordo com informações da família do escritor, o estado de saúde dele é delicado e não há previsão de alta.

Benedicto Monteiro sofreu um aneurisma da aorta e chegou a entrar em coma, sendo internado no hospital Albert Einstein no ano passado. No dia 22, o escritor foi internado com dores abdominais, devido ao uso de colostomia, o desvio do trânsito intestinal para a parede do abdome. Com o objetivo de amenizar as dores, foi administrado um medicamento que resultou em uma reação no paciente, que foi levado imediatamente ao hospital.

Benedicto Monteiro é um dos mais importantes e destacados escritores paraenses. Nascido em Alenquer, interior do Pará, é escritor, advogado, jornalista e político reconhecido nacional e internacionalmente pela sua luta pela democracia e ligação com os movimentos que combateram o regime militar de cuja ditadura, o escritor foi perseguido e prisioneiro.

Fonte: O Liberal.

Arco de Fogo



"Eles deveriam mandar para a nossa região uma equipe de técnicos para capacitar nossos trabalhadores, promover a regularização fundiária e dar apoio para as pessoas que querem produzir"





Odileida Sampaio, Prefeita de Altamira junto com diversas lideranças sindicais e empresariais que reclamavam da operação "arco de fogo" que chegou naquele município.

Para as Falas a prefeita está correta em cobrar mais ações estatais para fomentar o desenvolvimento local sustentável, mas deveria incentivar os grandes madereiros e produtores locais à também investirem na capacitação e qualificação da mão-de-obra explorada, o que pelo que percebe-se não ser a realidade de nenhum município deste Estado.

Trabalho escravo, concentração de renda, exploração abusiva de recursos naturais, pistolagem, assassinato de sindicalistas e depredação ambiental em busca do lucro desenfreado da burguesia destes municípios tem sido a história real.

Off Line

O site da SEGUP está tão desatualizado que ainda destaca como "últimas notícias", a prisão do monstro da Ceasa e a posse do "novo" e atual secretário de segurança, ou seja, no começo de fevereiro deste ano.

Rota 666


By J. Bosco

segunda-feira, junho 09, 2008

Literalmente

'Os políticos e as fraldas devem ser mudados freqüentemente - e pela mesma razão.'
Eça de Queiroz, escritor português.

Só Lula se Salvará

Os capa-pretas do PSDB local decidiram neste sábado, 'democraticamente', no lar-doce-lar de Jatene, onde se reuniram com alguns prefeitos, vereadores, deputados estaduais e federais, no que chamam de conselho político e lançaram o ex-secretário de cultura Paulo Chaves como pré-candidato, na chapa que acorda com o DEM e que indicará Valéria Pires Franco, a burguesa que pousa com crianças pobres e suas mães em outdoors e jornais locais. Tudo indica que Dudu teria que rebolar para não atacar a dupla que para crescerem na disputa eleitoral, serião aconselhados por sua equipe marketeira para baterem nas falhas de Duciomar, mas não pegar pesado. Ambos, visualizavam-se aliados num possível segundo turno contra o candidato petista. Se Mário Cardoso crescer, a dupla DEM/PSDB fará um forte ataque ao PT e citarão o governo estadual, já que bater no governo federal e em Lula já se sabe o resultado danoso que é. Como Duciomar se diz aliado de Lula é provável que mantenha a postura pseudo-amigável e se recolherá na publicização das obras 'estruturantes' que realiza. Duque, Pórtico e uma meia-dúzia de ações serão as vedetes das campanhas publicitárias do prefeito que tinha dois CPF nas eleições de 2004. Agora as ações tanto do MPF, quanto do MPE, darão novas munições a quem quiser relatar as artimanhas do falsário. A cidade vai se agitar, antes e depois do segundo turno que ao certo virá e trará muita, mas muita hipocrisia para as telas e palanques da vida. Notícas fresquinhas, nos dão conta de que a conclusão do 'acerto' não será tão óbvia e imediata como se pensava. Dudu pretenderia que DEM e PSDB venham cada um em seu galho, pois assim racharíam os votos, dando-lhe a sensação de segurança para partir para o segundo turno, um tanto mais tranquilo com Mário Cardoso, pois imagina-se que os demais, como outrora, se uniriam ao falsário.

sábado, junho 07, 2008

Decisões

"Ao tomar uma decisão de menor importância, eu descobri que é sempre vantajoso considerar todos os prós e contras. Em assuntos vitais, no entanto, tais como a escolha de um companheiro ou profissão, a decisão deve vir do inconsciente, de algum lugar dentro de nós. Nas decisões importantes da vida pessoal, devemos ser governados, penso eu, pelas profundas necessidades íntimas da nossa natureza."
Sigmund Freud

Duciomarês

Do Espaço Aberto

Surge um novo idioma: o “duciomarês”

“Supressão de vegetação com compensação”. Sabe que é isso? Motosserra comendo solta nas mangueiras de Belém. Sabe o que é isso? Árvores decepadas, peladas, reduzidas a galhos – alguns apenas. “Supressão de vegetação com compensação”. Sabe o que é isso? É mais uma do governo de obras estruturantes, aquele que nem o de Antônio Lemos é capaz de superar. É isso.

sexta-feira, junho 06, 2008

Ser Sendo

"Eu já era isso, seja lá o que isso fosse, e com a ajuda dos livros descobri que isso era ser socialista."
Jack London

quinta-feira, junho 05, 2008

Primeiros, não.

De O Liberal de hoje
O deputado estadual Arnaldo Jordy e o vereador Daniel Pegado foram vítimas de seqüestro relâmpago e ficaram uma hora e meia sob a mira dos revólveres de três assaltantes, na madrugada de ontem, em Belém. Ambos do PPS, ele e Daniel Pegado haviam saído de uma reunião partidária, ocorrida no centro da cidade.

O deputado deu carona ao vereador. E o deixou na avenida Governador José Malcher com a travessa 14 de Março. Um Siena parou em frente ao carro do deputado, que imaginou que seus ocupantes fossem entrar em um prédio que há naquela área. Só que, no momento em que o vereador saía do veículo, um homem desceu do Siena. De arma em punho, ele mandou que pegado entrasse novamente no automóvel. Dois homens e uma mulher entraram no carro de Jordy, ficando no banco de trás.

Um dos bandidos - todos eram jovens - colocou o revólver na cabeça de Jordy. Começou, aí, o drama dos dois políticos. 'Rodamos meia cidade', disse o deputado. O tempo todo ele pedia calma aos bandidos, bastante nervosos. Jordy dizia que ele e Daniel Pegado não estavam armados, não criariam problemas aos assaltantes e que eles puderiam levar os objetos de valor que estavam no carro e em poder das vítimas. Os bandidos estavam agressivos e ameaçadores. Eles, então, queriam que as vítimas fossem até um caixa eletrônico, para retirar dinheiro.

Eles foram ao Banpará da avenida Senador Lemos. Só que havia uma pessoa no caixa eletrônico e, receosos de que pudessem ser descobertos, os bandidos desistiram. O deputado Arnaldo Jordy disse que poderia conseguir R$ 300,00 com um amigo. Ele disse que ligaria para essa pessoa, a quem explicaria que precisava do dinheiro porque seu filho estava passando mal. O argumento convenceu os bandidos. Jordy ligou para o amigo, agiu conforme o combinado e pediu que ele deixasse o dinheiro na portaria do prédio em que mora, no bairro do Umarizal.

O parlamentar apanhou os R$ 300,00 e entregou aos assaltantes. Os bandidos, agora, queriam levar as duas vítimas para a ilha de Outeiro. Jordy, novamente, argumentou que eles já haviam conseguido o que pretendiam e que seria arriscado ir para Outeiro, pois, no percurso, poderia haver alguma barreira policial. As palavras do deputado convenceram os assaltantes, que os deixaram na avenida Almirante Barroso, próximo à travessa Mauriti. Eles fugiram a pé, levando, ainda, celulares, carteira porta-cédulas e paletós das vítimas.

VIATURA

O deputado disse que ele e Daniel Pegado foram até o prédio onde funcionava o Comando Geral da Polícia Militar, em cuja área fica o novo Erec, uma unidade da Fundação da Criança e do Adolescente do Pará (Funcap). Segundo Jordy, havia uma viatura e dois policiais militares no local. Ele explicou que tinha acabado de ser vítima de um seqüestro relâmpago. Mas, conforme o parlamentar, os policiais disseram que, cumprindo ordens superiores, não poderiam abandonar seus postos de trabalho. Jordy e Pegado registraram ocorrência na Seccional de São Brás. O deputado soube, naquela unidade, que o Siena em que os bandidos estavam era roubado.

Ou seja, eles já haviam dominado outras vítimas antes de abordar o deputado e o vereador, embora não soubessem tratar-se de políticos. Jordy comentou que a violência está presente em qualquer lugar da cidade e que qualquer cidadão está sujeito a viver o que ele e Daniel Pegado enfrentaram na madrugada de ontem. Mas disse ter estranhado a conduta dos dois policiais militares com os quais falou dois minutos depois de terem sido libertados pelos três assaltantes. Os três bandidos não foram presos.

Adeus Dor

Mantra - Nando Reis. Quando não tiver mais nada Nem chão, nem escada Escudo ou espada O seu coração... Acordará Quando estiver com tudo Lã, cetim, veludo Espada e escudo Sua consciência... Adormecerá E acordará no mesmo lugar Do ar até o arterial No mesmo lar, no mesmo quintal Da alma ao corpo material Hare Krishna Hare Krishna Krishna Krishna Hare Hare Hare Rama Hare Rama Rama Rama Hare Hare Quando não se têm mais nada Não se perde nada Escudo ou espada Pode ser o que se for... Livre do temor Hare Krishna Hare Krishna Krishna Krishna Hare Hare Hare Rama Hare Rama Rama Rama Hare Hare Quando se acabou com tudo Espada e escudo Forma e conteúdo Já então agora dá... Para dar amor Amor dará e receberá Do ar, pulmão; da lágrima, sal Amor dará e receberá Da luz, visão do tempo espiral Amor dará e receberá Do braço, mão; da boca, vogal Amor dará e receberá Da morte o seu guia natal Adeus dor (4x) Hare Krishna Hare Krishna Krishna Krishna Hare Hare Hare Rama Hare Rama Rama Rama Hare Hare do site letrasdemusicas.com.br

Rastejo Dirigente

Apartir desta manhã a totalidade dos e das professoras e professores, retornam para as saulas de aula e assim terminam a greve, já as especulações, se mantem, entres elas que as águas por debaixo desta ponte de negociação passam caramujos do comando do PSOL que rastejam pelas paredes do governo petista, contrariando a orientação vertical da nacional partido.

quarta-feira, junho 04, 2008

Psicografia Bentiana

"Já que a senhora então está aqui como cidadã do mundo, peço que a senhora interfira junto a Francçois Miterrand para que ele reveja sua posição."



Deputado Federal Asdrubal Bentes (PMDB-PA) à Danielle Mitterrand em audiência na Comissão de Amazônia da Câmara quando o "nobre" representante paraoara lembrou que o marido da convida, o então presidente François Mitterrand defendia a internacionalização da amazônia. Claro que antes de morrer, há 12 anos atrás.

A risada foi geral e Asdrubal antes de sair, completamente constangido, da sala da comissão, meio que tirando a bronca, retrucou:

"Ah, então manda uma mensagem telepática pra ele"


Tentanto inutilmente se limpar, a segunda peróla piorou ainda mais a situação do conterrâneo - e a mídia nacional e local que registrou gargalhando nem notaram - pois telapatia não era a palavra que caberia para se referir à comunicação com os mortos.

terça-feira, junho 03, 2008

Stand by

Motivos profissionais tiram o tempo precioso e a dedicação ao blog. fica a sugestão de leitura dos colegas linkados aí ao lado. Boa leitura....