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sexta-feira, outubro 31, 2008

Novos Rumos

O Blog do Zé Carlos nos conta o que anda fazendo o ex-He-man do Castelo de Graiscow e ex-blogueiro*, o companheiro Charles Alcantara, também conhecido com Mr. Johnson.
*Charles Alcantara desativou seu blog depois que municiou muita gente contra o seu sucessor na chefia da casa civil, o Mr.Cláudio Puty.

Oxalá ou Quem Déra!

 
Aqueles que chamam pejorativamente de "assistencialismo" ou "esmola" quando o Estado investe em progamas sociais que beneficiam os pobres, mas acham corretíssimo pedir ajuda ao mesmo Estado quando estão à beira da falência por causa da irresponsabilidade em investir no cassino da bolsa de valores.
Aqueles que toda vida mantém suas riquesas baseada no sacrifíco sub-humano de milhares e que torcem para que o capitalismo se mantenha desumano e implacável, insensível e nefasto.
Aqueles que não conhecem a dura realidade.
Um recado, do presidente Lula.
Oxalá que estatize o Itau, Bradesco e tantos outros bancos em nosso país.
Oxalá que ele tivesse coragem para reestatizar, devolvendo assim para as mãos do Estado Brasileiro, a Vale, a Telefônia, as energéticas e tantas outras empresas que se foram para as mãos de gananciosos capitalistas deste e de outros países.
Quem déra!

Déjà vu

Déjà vu (Já Visto) é o nome da operação da PF que colocuou às mãos na quadrilha que voltou a saquear os Correios.
A Polícia Federal reconhece a ousadia do bando ligado ao PMDB em repetir o que a três anos atrás deflagou a avalanche chamada posteriormente de mensalão.

Ao vencedor, os pepinos!

Por FRANCISCO SIDOU - Jornalista. (Texto Publicado no Blog do Espaço Aberto)

Parodiando o inefável Quincas Borba, do velho Machado de Assis, diria que o vencedor das eleições para prefeito de Belém vai ter que cultivar muitos pepinos em sua "horta" municipal. Vitória "adubada" por forte esquema montado por profissionais do ramo.
A cidade amarelou literalmente. Novos tempos em que os antes aguerridos militantes vermelhos foram substituídos por pacatos e humildes amarelinhos porta-bandeiras. Nos bastidores, fala-se em 200 milhões de motivos para uma fértil colheita de votos. Mas, o certo é que o "homem" está eleito para governar a cidade por mais um mandato de quatro anos.
Muitas foram as promessas de campanha, algumas mirabolantes, outras até exeqüíveis. O cidadão-eleitor-contribuinte, depois de votar, fica impotente para cobrar a realização das promessas de campanha. Deveria ser criado um Conselho Municipal da Cidadania, com a participação de belenenses de diferentes camadas sociais e profissionais, que mediante remuneração simbólica teriam a missão de assessorar o prefeito, com base nas prioridades da população, identificadas através de pesquisas de opinião, em cada bairro.
Alguém vai logo contestar: e os vereadores, para que servem ? Ora, caríssimos, em sua esmagadora maioria, eles "se servem", ao invés de servir à comunidade que os elegeu.
As carências da cidade são tantas que não podem esperar mais quatro anos. O prefeito reeleito tem a responsabilidade de não decepcionar a população que o elegeu. Dentre os males da cidade que requerem soluções urgentes e inadiáveis estão, por exemplo, a ampliação das unidades de saúde, o trânsito caótico/neurótico, a poluição visual e sonora (Belém é hoje a capital do barulho), o saneamento básico das baixadas, as calçadas irregulares, a solução do problema do lixo (que está contaminando os mananciais que abastecem a cidade), além dos ratos (roedores) que proliferam e se multiplicam não só nos bairros, mas também nas avenidas chiques. Belém tem hoje uma proporção alarmante de cinco ratos por habitante, um caso quase de calamidade pública.
A questão ainda mal resolvida dos ambulantes é mais um problema sério para Duciomar resolver. O transporte alternativo é outra "pedreira". A construção desordenada de novos prédios e torres de cimento, concreto, vidro e aço, que estão "matando" as pontes da cidade com a natureza exuberante que a rodeia, está a exigir providências do agente do Poder Público, que parece inerte diante da deterioração da qualidade de vida da população de Belém.
Vamos aguardar que o prefeito consiga afinal concluir suas famosas "obras estruturantes" (sic) nos quatro anos de novo mandato e que não fique apenas nas "obras monumentais", como o Portal da Amazônia e o "Pórtico de Belém". Afinal, a cidade vai sediar, em janeiro de 2009, um mega-evento como o Fórum Mundial, com a previsão de cerca de 200 mil visitantes, e "sonha" com a possibilidade de ser uma das sedes da Copa do Mundo de 2014.
Todos torcemos por isso. Mas não basta só torcer. É hora de esquecer as diferenças, pessoais ou partidárias, e começar a agir. A "neutralidade majestática" da governadora, no pleito, pode agora se transformar em parceria com o prefeito, pois sim? O importante, para o senhor Duciomar, é nunca esquecer que ele foi eleito pelo povo para administrar a cidade, não para ser "administrado" pelos interesses, por maiores que sejam, dos empreiteiros das torres ou dos donos de ônibus, pois não ?

quarta-feira, outubro 29, 2008

Diretos do Consumidor

Recebemos por email algumas mensagens das quais não damos a devida atenção, mas agora resolvi socializar algumas que julguo serem direitos que não usurfluimos por puríssima falta de informação.

Taí pessoal !

*Correios

Se você tem por hábito utilizar os Correios, para enviar correspondência, observe que se enviar algo de pessoa física para pessoa física, num envelope leve, ou seja, que contenha duas folhas mais ou menos, para qualquer lugar/Estado, e bem abaixo do local onde coloca o CEP  escrever a frase 'Carta Social', você pagará somente R$0,01 por ela. Isso está nas Normas afixadas nas agências dos correios, mas é claro que não está escrito em letras graúdas e nem facilmente visível. O preço que se paga pela mesma carta, caso não se escreva 'Carta Social', conforme  explicado acima custará em torno de R$0,27 (a grama). Agora imaginem no Brasil inteiro,quantas pessoas desconhecem este fato e pagam valores indevidos por uma carta pessoal diariamente?

 *Telefone Fixo para Celular

Se você ligar de um telefone fixo da sua casa para um telefone celular, será cobrada sempre uma taxa a mais do que uma ligação normal, ou seja, de celular para celular.Mas se acrescentar um número a mais, durante a discagem, lhe será cobrada apenas a tarifa local normal.

Resumindo: Ao ligar para um celular sempre repita o ultimo dígito do número.

Exemplos:

9XXX - 2522 + 2
9X7X - 1345 + 5

Atenção: o número a ser acrescido deverá ser sempre o último número do telefone celular chamado !

 *Serviço 102

Quando você precisar do serviço 102, que custa R$ 2,05, lembre-se que agora existe o concorrente que cobra apenas R$ 0,29 por informação. O número do dito cujo é: 0300-789-5900.

*Lista Telefônica Informações

Para informações da lista telefônica, use o nº 102030 que é gratuito, enquanto que o 102 e 144 são pagos e caros.

Oito razões para a derrota de José Priante

Postado no Blog Espaço Aberto no dia 28/10/2008 às 09:03 AM.
O poster pediu a um leitor aqui do blog para que apontasse a razão, pelo menos uma – uma boa – para a derrota do candidato do PMDB à Prefeitura de Belém, José Priante. A resposta foi tão direta quanto o pedido: - A falta de votos. O Priante perdeu porque teve menos votos que o Duciomar, ora essa. É claro, quem pergunta o que quer expõe-se ao risco de ouvir o que não; mas não é raro que ouça o que quer. A resposta é inquestionável, clara, evidente e inapelável. É tão evidente e real quanto o fato de Duciomar Costa ser o prefeito reeleito de Belém desde o início da noite de domingo último. Mas a resposta não esgota, em si mesma e por si mesma, as razões que podem explicar a vitória do candidato petebista. Há razões outras. Há pelo menos oito razões que explicam isso. A elas, pois. 1. A vinculação com o nome de Jader Priante perdeu porque foi inevitável, forte, intensa e decisiva a associação que se fez entre ele o deputado Jader Barbalho, presidente regional do PMDB. Associação? Mas que associação? A associação óbvia: a de que Priante seria um mero preposto dos interesses políticos da liderança maior de seu partido. Durante a campanha, em várias ocasiões, em conversas informais com pessoas simples, que não têm a menor pretensão a analista político, o poster sempre ouvia algo assim – senão com estas palavras, mas com este sentido -, quando mencionava o nome de Priante: - Priante? Priante, não. O Jader. O candidato mesmo é o Jader... 2. Luz própria de Priante foi apagada A inevitável vinculação entre o candidato do PMDB e Jader, em desfavor das pretensões eleitorais do primeiro, conduziu a outro efeito que se disseminou com erva daninha e minou, em boa parte, a candidatura de Priante: a minimização do fato de que ele tem seu espaço político próprio. Porque não se pode desconhecer que Priante tem trajetória política própria, tem eleitorado definido. Não começou na política este ano. Já foi vereador, deputado estadual e deputado federal em várias legislaturas. Ocupou funções de destaque numa das principais comissões da Câmara dos Deputados, a do orçamento. Seu eleitorado não se circunscreve a Belém. Estende-se a outras regiões do Estado, como por exemplo, na região do Baixo Amazonas, oeste do Pará. Mesmo assim, diante de todas essas evidências, o eleitor deu pouca importância à experiência política para vincular-se mais ao fato das ligações partidárias entre Priante e Jader e, além disso, das ligações familiares entre ambos, que são primos. 3. O eleitor descredencia os acordos de cúpula Priante perdeu porque está provado, comprovado e reafirmado que não apenas os caciques –maiores e menores - não transferem votos e, além disso, acordos de cúpula têm pouca influência na definição das preferências do eleitor. Priante teve um apoio considerável, maciço, expressivo. Aderiram à sua candidatura, no segundo turno, nada menos de dez partidos. Além do PMDB, legenda com maior cacife eleitoral do Estado, apoiaram o candidato o PT de Mário Cardoso (terceiro colocado no primeiro turno) e o PPS de Arnaldo Jordy (o quinto colocado na primeira rodada eleitoral). Qual era o raciocínio, feito inclusive pelo próprio candidato do PMDB logo depois no primeiro turno? Que todos aqueles que não votaram em Duciomar no primeiro turno o rejeitaram; e se o rejeitaram, votariam em Priante no segundo turno. Essa era a lógica. Mas a lógica, para o eleitor que é dono de sua vontade, nem sempre prevalece. Desta vez, por exemplo, não prevaleceu. Os acordos e as alianças de cúpula foram desautorizados ou descredenciados pelo eleitor. 4. A “neutralidade” do governo Ana Júlia O governo Ana Júlia Carepa - ou, se quiserem, aqueles que se filiam à Democracia Socialista (DS), que detém o comando dos postos-chave do poder no Estado – apoiou o adversário de Priante, o prefeito Duciomar Costa. Como aqui já se disse, essa conversa de “neutralidade”, como anunciado pela própria governadora logo depois do primeiro turno, é a coisa mais ridiculamente implausível que já se pôde ouvir nos últimos tempos na política paraense. Ninguém com um mínimo de inteligência poderia acreditar que a governadora se manteve “neutra” no segundo turno, sob a alegação de que não poderia indispor-se politicamente com nenhum dos dois candidatos, porque ambos pertencem a legendas que compõem a base aliada. Conversa fiada. Ana Júlia e seu pessoal da DS queriam a vitória de Duciomar para não turbinar o poder de Jader Barbalho. Mas, apenas por hipótese, ainda que ela tenha se mantido neutra, ainda que Ana Júlia viajasse para o outro lado do mundo e ficasse lá, juntamente com todos os seus companheiros da DS, entocada num igloo durante todo o segundo turro, ainda assim a neutralidade favoreceria Duciomar, que ficou por aqui, ativíssimo, em campanha eleitoral e usando habilmente a máquina municipal para se reeleger. 5. O encolhimento da militância do PT O ato público que selou o apoio do PT à candidatura de Priante, logo depois do primeiro turno, foi marcado por uma declaração do ex-candidato a prefeito do partido, Mário Cardoso: “Nós não vamos só apoiar [a candidatura do PMDB], nós vamos pra rua com toda a nossa militância”. Mas não foi o que aconteceu, não. A militância até que foi às ruas, mas não com o empenho esperado e no volume pretendido por uma candidatura que precisava lutar, justamente, contra a força da máquina do outro lado. 6. Priante perdeu porque exasperou-se nos debates. O próprio candidato do PMDB, na entrevista que concedeu ao reconhecer a vitória de Duciomar, reconheceu isso claramente: “'Quando estou indignado, estou indignado”, disse Priante, segundo matéria publicada em O LIBERAL. Priante, numa avaliação pessoal, pode até considerar que a exasperação, a indignação claramente expressa podem configurar demonstrações de autenticidade, de transparência, de limpidez de sentimentos. Na maioria das vezes, é mesmo. Mas isso se dá muito mais nas relações pessoais. Mas, para o eleitor, um político exasperado - sobretudo aquele que aspira a um cargo público majoritário, como o de prefeito de uma cidade como Belém – nem sempre é um político transparente. Ao contrário, pode parecer muitas vezes um político desequilibrado, desnorteado, descontrolado, sem condições de sustentar suas propostas diante do adversário. Foi essa imagem de Priante que ficou para muitos. 7. O apoio da máquina municipal Priante perdeu porque, é evidente, o prefeito Duciomar Costa soube manejar a seu favor o privilégio de ter a chave do cofre e de conservar a autoridade. Duciomar não será o primeiro e nem será o último a fazer isso. Belém virou um canteiro de obras a céu aberto. Era asfalto em tudo quanto é lugar. O asfalto não presta? Não importa. O que importa é que o cidadão morador de uma rua esburacada fica feliz da vida quando a vê asfaltada, mesmo que na primeira chuvarada tudo vá para o esgoto – se tiver esgoto, é claro. Duciomar manejou na medida os cordéis do poder detinha como candidato à reeleição e conseguiu, de toda forma, transmitir a impressão de que dava seguimento às suas tais obras estruturantes. Muita gente acreditou que são mesmo estruturantes. E votou nele, em vez de votar em Priante. 8. O confronto em frente ao PSM Priante, sem dúvida, fez uma jogada de mestre ao desafiar Duciomar, no debate da Record, a irem juntos até o Pronto-Socorro Municipal da 14 de Março, no Umarizal, para que ambos tirassem uma teima: se as obras de ampliação previam a instalação de 30 leitos, como sustentava o peemedebista, ou 150, como afirmava Duciomar. O problema aí foram dois: o momento do fato e sua conseqüente exploração no programa do PMDB. Priante fez o desafio já no finalzinho da campanha, sem condições, portanto, de auferir os efeitos de uma repercussão positiva a seu favor. E o próprio confronto que travou com o adversário, em frente ao Pronto-Socorro, foi explorado no Horário Eleitoral Gratuito de forma que ficou a dever às pretensões de Priante: mostrar que Duciomar pretendeu esconder o jogo, ou dizer uma mentira, ou escamotear evidências em relação ao assunto que se discutia. E para muitos eleitores de Duciomar, aquilo tudo ficou parecendo uma armação do candidato peemedebista, muito embora o próprio prefeito, publicamente, tenha aceitado espontaneamente o desafio que lhe fora proposto.

terça-feira, outubro 28, 2008

Panorama Pós-Eleitoral

Crise. Você Prefere com ou sem Açucar?

Do Publicitário  Fábio Fernandes .

Nós já enfrentamos e sobrevivemos a muitas crises. Talvez já tenhamos perdido as contas sobre o número e a origem delas. Mas as malditas já nos surpreenderam diversas vezes enquanto assobiávamos distraídos virando algumas dessas esquinas da vida. Algumas foram provocadas pelo petróleo, outras pela Rússia ou pela China, a maioria gerada internamente, já que em matéria de crise, o Brasil sempre foi auto-suficiente. A tal ponto que, se não chegamos a ser fraternos amigos - nós e a crise - também não podemos negar que tenhamos nos tornado íntimos conhecidos.  Nenhuma crise é igual à outra. Essa que chegou com toda a força, agora, certamente é a mais diferente de todas. Porque o Brasil não tem um pingo de responsabilidade sobre o que está ocorrendo e porque o Brasil está no seu melhor momento economicamente falando. O Brasil nunca esteve tão em dia com as suas obrigações, o dever de casa feito, com um mercado interno tão forte, com empresas tão sólidas, modernas e competitivas e com suas instituições tão garantidas, para encará-la.  Mas isso não nos exime das conseqüências da crise. Que, por sinal, é também uma das mais potentes e destruidoras das que se tem notícia em quase um século. Ela já está sendo dura e será ainda mais devastadora, não precisamos ser profetas para prevê-lo.  Então, o que nos resta fazer?  O óbvio é termos medo, nos encasularmos, rezarmos para diferentes deuses, de diferentes religiões, ficarmos imóveis acreditando que qualquer mínimo movimento pode ser fatal para ela nos alcançar e, assim, esperarmos, até que ela passe.  Demitir, cortar os investimentos, reduzir a produção, suspender novos projetos, reprimir os movimentos de inovação, não acreditar num retorno inesperado da demanda, também são boas e óbvias idéias. Talvez, algumas tenham mesmo que ser feitas, quem sabe?  Mas também há o inóbvio, por mais que, obviamente, a palavra inóbvio não exista. E não existe por quê? Porque ninguém a disse antes, vai saber.  E é aí que reside o intuito deste nosso anúncio: apelar para os que acreditam que o inóbvio existe. Não só existe, como pode ser feito nesse exato momento onde o óbvio é o que todos pensam, todos fazem, todos professam e todos aconselham.  O intuito deste anúncio é, humildemente, tentar criar uma minúscula fagulha de otimismo, de esperança – nossa velha, desgastada, mas essa sim, querida amiga em todos os nossos célebres momentos de crise – para que ela se dissemine, se instale na nossa cabeça, nas nossas empresas, na nossa sociedade, mesmo lutando contra esse poderoso inimigo, que tão mais facilmente gosta de se instalar nesses mesmos lugares ao menor sinal de que o pior pode acontecer.  O intuito deste anúncio é despertar o empreendedorismo que sempre caracterizou o empresariado brasileiro, a coragem que sempre foi a marca registrada das nossas empresas, a capacidade inesgotável de reinvenção que sempre foi o norte dos vencedores neste nosso país.  E também é o intuito deste anúncio demonstrar que um marketing original é a mais poderosa fonte de energia, capaz de gerar as transformações que uma empresa precisa num momento de crise.  Nós acreditamos piamente nisso.  Esse é o nosso óbvio.  Acreditamos que se esse não é o momento de inovar, que outro será?  Acreditamos que se esse não é o momento de ser e parecer diferente dos seus concorrentes, que outro haverá de ser?  Acreditamos que se não for essa a hora de falar, enquanto muitos se calam de medo, que outra hora estará à nossa disposição para fazê-lo?  Uma grande idéia, única, diferente de todo o óbvio, sempre foi e sempre será o detonador mais valioso - e menos oneroso - para se mudar a história, o humor, a fé, a determinação e o otimismo interno de uma empresa.  É isso que nós defendemos para os nossos clientes e que queremos externar para o Brasil inteiro hoje. Porque tivemos a presunção de que se nós pensamos assim, talvez você, talvez mais gente por aí também pense do mesmo jeito. E nós adoraríamos poder contar com mais gente, mais empresários, mais cidadãos para ajudar a contrariar o óbvio, a não aceitar passivamente em todas as suas piores conseqüências o medo, pelo medo.  Crises nós já enfrentamos e, queiramos ou não, ainda enfrentaremos essa um bom tempo e outras por muitas vezes.  O que deve nos mover é a visão de como nós queremos ser percebidos assim que mais uma vez nós sairmos dela.  De pé, ou de cócoras.  Aqueles que foram criativos, inovadores, desafiadores, obstinados, inteligentes, inóbvios, ou apenas aqueles - a maioria - normalmente óbvios.  Na crise, já disseram muitos, é que se separam os homens dos meninos. Ou seja, crise pode ser café pequeno para os homens.  Nós gostamos com açúcar.

segunda-feira, outubro 27, 2008

Geopolítica Pragmática

O PMDB foi o partido que mais elegeu este ano. O PT o segundo.
No Pará os dois aliados a nivel nacional depois de Lula assumir a presidência, são igualmente os vitoriosos. 
A Base aliada do presidente do Brasil tem gestão sobre 72% do eleitorado nacional.
PT é o partido que mais fez prefeituras entre os 77 municípios com mais de 200 mil eleitores. Veja o gráfico.

Circo

Acabou o circo, desarma-se o palanque, tudo de volta ao statu quo ante, retiram-se as placas das ruas que não serão mais asfaltadas, desaparecem-se os pintores de asfalto, os pobres coitados que ganhavam um dinheirinho pra segurar bandeiras nas esquinas, voltam ao desemprego, o asfalto que na próxima chuva desaparecerá e que durante a campanha serviu como carro chefe pra segurança, pra saúde, pro turismo, não sei como não conseguiram dizer também que ele servia pra educação. Pobre Belém.
De um Leitor do Jornal Diário em sua versão Digital a qual permite comentários e é gratuíto, ao contrário do concorrente, O Liberal.

Morreu lá no Leste Europeu

Vista do Teatro de Volvogrado, antiga Stalingrado, cidade assim nomeada em homenagem à Joseph Stalin no XIV Congresso do Partido Comunista da URSS.
Essa Pólis foi palco da 2ª maior batalha do mundo contemporâneo, em 1942, em plena II guerra mundial, daí em diante os russo começavam a derrotar o mais importante ator político do período Adolf Hittler e parte do povo e exército germânico.
Quer ler mais?
A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.  Quando se vê, já são seis horas!  Quando de vê, já é sexta-feira!  Quando se vê, já é natal...  Quando se vê, já terminou o ano...  Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.  Quando se vê passaram 50 anos!  Agora é tarde demais para ser reprovado...  Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.  Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...  Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...  E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.  Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.  A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará. (Mário Quintana)

SERÁ QUE TÁ DUDU BEM?

Acordo e noto um silêncio na Pólis.
Teria a Geni pousado numa nave em Belém?
As casas recolheram as bandeiras.
Poucos insistem.
Poucos à pagar, menos lixo e um tom amarelado.
Nada se impõe ao sol, 
ele sim imponente por estar acima
Inclina-se em 360º e meio,
Só pra olhar a cara de cada cidadão deste e de outros planetas.
A maioria não tem, nem sabe o que é cidadania.
Votam, porém obrigados, assim como são obrigados a trabalhar.
Produzem e logo alí, vendem seu voto.
Poucos insistem.
Lembro que anular devia ter sido o que eu faria.
Lúcido ou embreagado, tenho o direito de me rebelar.
Contra ou a favor.
Devolve-me a minha casa e noto que minha mãe,
só acredita em Deus e em mim.
Poucos insistem.
Belém, será que tá mesmo Dudu bem?
A oposição deve ser imediata.
Poucos insitem, mas vamos vencer!

domingo, outubro 26, 2008

Amanhã, vai ser outro dia!

Se as pesquisas não estiverem "enganadas" ainda nesta noite, antes do Domingo Maior, Belém se apequena por mais quatro anos. Dudu, como é conhecido o falso médico que consultava pobres cidadãos como oftamologista e que já conseguiu a proeza de ter 3 CPF´s, derrotará nas urnas - que espera-se não falharem - o candidato do PMDB José Priante. O Zé, e sua campanha não acreditavam na possibilidade de irem para o 2º turno, onde esperava-se que Mário Cardoso estivesse, depois de desbacarem a candidata nº 1 do grupo de comunicação ORM - O Liberal. Zé pisou feio quando partiu pro ataque à Duciomar Costa que estava preparado para ironizar frequentemente como fez com as críticas que recebia do primo de Jader. Não precisou responder muito não. Duciomar gastou milhões que nunca poderíam ser declarados para afirmar-se no Palácio Antônio Lemos, onde um dia abrigou temporariamente de filhos da borracha aos cabanos. Com sua cara de Maçaramduba, Dudu tornou-se a personificação do sinismo do marketing eleitoreiro, o qual beira o crime por induzir ao erro tantas pessoas que votam neste país em verdadeiros delinquentes, como é o caso de Duciomar Costa. O Zé, patetou mas fez pior ao ignorar a força militante do PT e não liberar a bom tempo os recursos para que o partido fizesse a engenharia necessária para derrotar o amarelo. O governo de Ana Júlia, tido com o penúltimo na lista brasileira de aprovação segundo o Vox Populi, inclinou-se para a dita "neutralidade". Muito terá que ser explicado, mas é certo que a Pólis amanhecerá com um sol amerelo, não com a beleza de um girassol.

It´s True!

segunda-feira, outubro 20, 2008

A Cidade Madeireira

Aqui em Parauapebas faz tempo que a cor preferida dos dirigentes petistas é a VERDE, esverdeou de vez. Só falam em grana, grana e grana.A parcela partidária que se rebelou quando da convenção foi massacrada pelo prefeito DARCI e sua trupe.O partido está politicamente esvaziado, estrábico, desviado, sem rumo e silenciado. O PT "pebense" é apenas uma legenda de aluguel para os devaneios de DARCI e seu Miltom "DELÚBIO" Schneider.
Comentário Anônimo extraído do quinta emenda.

domingo, outubro 19, 2008

Pirante sem a Ana

A turma do PT que está no castelo de Graiscow - o governo - não vai pra campanha do Pirante por pura falta de compromisso deste para com o acordo do partido para com o PMDB, mas quem duvida que na transição não estarão lá, querendo dizerem-se pais da criança?
Ana Júlia, seria a mentora ou seguidora de um plano que não se sabe como começou e muito menos onde vai dá?
O fato desta em não mover um centimetro pro lado azul, com a desculpa furada de manter os deputados do PTB na base aliada, afirmando que o Lula faz o mesmo é obviamente conversa pra boi e vaca dormirem.
A diferença é a governadora que não possue nem de longe a popularidade e carisma do presidente do pernambucano, nem externo nem internamente, no partido que daqui a dois anos irá decidir quem vai para a reeleição.
Aliás, no estatuto do PT não há nada que proíba qualquer filiado a candidatar-se no próximo pleito, disputando nas legítimas prévias a indicação partidária, mas pode ser que o bom senso do núcleo duro da DS, reformule a posição sectária e mantenha o debate vivo, dividindo melhor o bolo, e ponha mais tento em seus coleguinhas, inclusive em fomigeradas que rodeiam a governadora em busca de um crescimento na marra e do dia para o outro, da Democracia Socialista.
Com o resultado das eleições municipais, o mesmo núcleo duro, não terá como dissimular que foi derrotado mesmo com toda a ajuda que dispejou nestas eleições.
O saldo? Um vereador em Belém e 4 prefeituras no interior, das 27 da legenda.
Fica aqui uma importante lembrança ao gigante de pé de argila, deixada por Marx: Tudo que é sólido, se desmancha no ar.

Dá Sim!

Dá muita vontade de saber/entender o que realmente rolou por baixo da ponte que fez com que Mário Cardoso perdesse a eleição pra Prefeito em Belém.
Jader diz que foi a chuva, mas as ultra-seguras urnas eletrônica bichadas foram logo enviadas para onde o candidato petista estava melhor, segundo as pesquisas.
Ana Júlia "veio" pra campanha 45 dias antes do resultado infeliz para seu partido.
Duciomar acusou o Pirante pelas mortes na Santa Casa. Detonou o governo com o episódio que seguido das porradas nos educadores, manchou a história o PT pra sempre.
Aqui e alí fica mais claro que Ana e seu grupelho estão mesmo submetendo o partido ao governo.
A tendência de Paulo Rocha e Mário em reunião neste final de semana definiu esperar o baque da governadora/DS sobre o resultado das eleições municipais.
A experiência política do deputado federal, inclinou os 45 vereadores e 10 prefeitos para aguardarem mais um pouco o redesenhar do castelo de Graiscow, mas ouviu e não foi pouca queixa da turma pró-prévias.
As filiações ao partido se dá pelo site, mas os diretórios avaliam. Digo isso porque ano que vem tem PED e novamente o partido discute a direção em todos os níveis, do distrito ao nacional.

terça-feira, outubro 14, 2008

Exemplo?

“Campanha eleitoral é uma guerra, com tudo que tem direito; tiros, bombardeios, espionagem, traições, contra-informação, guerrilha, loucura. E sempre deixa vítimas civis”. Chico Santa Rita
Do Blog do Publicitário e marketeiro político Chiquinho Cavalcante.

FSM rumo ao Entendimento

A turma do GT de Cultura do Fórum Social Mundial em Belém é tolida de representar o FSM e quebra o pau internamente com os "donos".
Homenagens à cultos afroreligiosos x catolicismo seriam algumas das razões (?) dos choques entre os organizadores.
Como a aproximação do mega evento e um monte de coisa séria para recuperar, implementar e criar, não seria bom que rolasse logo um caximbo da paz?

G20?

O que será que o ministro da Fazenda do Brasil, Guido Mantega faz ao lado dos homens mais influentes do mundo capitalista?
O PHA explica.

sábado, outubro 11, 2008

Fé e Desespero

Os deputados petebistas devem ter feito a visita à governadora mais por descargo de consciência do que por outra coisa.
Porque a visita que fizeram revela-se de uma inutilidade clamorosa.
Primeiro, porque um eventual, hipotético apoio de Ana Júlia à candidatura Duciomar Costa teria o mesmo efeito de alguém que tentasse afastar uma mangueira – mesmo as que estão minadas por ervas daninhas em suas copas – com o dedo mindinho; ou seja: a mangueira não se mexeria um milímetro do lugar.
Da mesma forma, um hipotético apoio de Ana Júlia a Duciomar não o ajudaria em nada, absolutamente nada. Um eventual apoio de Ana Júlia a Duciomar talvez até mesmo o prejudicasse, porque a avaliação do governo petista tem sido ruim, muito ruim, segundo as pesquisas.
Do Blog Espaço Aberto com o Clik esperto de Paula Sampaio.