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domingo, fevereiro 24, 2008

Maquilagem de rua

Repórter 70 do Diário de Domingo Recurso vulgarizado pela repetição, as campanhas de outdoors costumam “homenagear” políticos reprovados na urna e a um passo do esquecimento. Nas últimas semanas, chama a atenção a quantidade de placas ressaltando “honestidade” e “ética” do ex-governador Almir Gabriel. O artifício publicitário agride as normas eleitorais e, no caso de Almir, desafia a memória do eleitor. As diversas denúncias de corrupção ao longo de seu governo e o recente envolvimento de seu filho, Marcelo Gabriel, com o crime organizado transformam a atual campanha de marketing em peça de humor negro. Mesmo não pactuando com o termo pejorativo e racista imbuído no termo humor negro, as Falas concorda com a observação de que o apelo que o PSDB tenta com sua campanha de resgate do aposentado e considera que a estratégia tucana só piora a condição do defunto, que partiu para o sudeste, com a cara dentro de um saco e tem no seu filho a boca torta do cachimbo da corrupção que a família envolveu-se nestes anos que tomaram de assalto à coisa publica, utilizando para isso a publicidade para camuflar as gestões voltadas ao interesse de seus privilégios e dos seus correligionários - como diziam os antigos!

Prêmio Criança 2008

Estão abertas as inscrições para o Prêmio Criança 2008, da Fundação Abrinq, que reconhecerá projetos sócio-educacionais sem fins lucrativos que garantam a defesa dos direitos e a proteção da criança de zero a seis anos. As inscrições vão até 30 de março. Podem participar empresas e organizações da sociedade civil que atuem na defesa e garantia de direitos da primeira infância ou desenvolvam trabalhos com gestantes e parturientes.
Mais informações em www.fundabrinq.org.br/premiocrianca, pelo telefone (11) 3848-4881 ou pelo correio eletrônico premiocrianca2008@fundabrinq.org.br.

Porrada de Gangues!

Do Repórter 70 de O Liberal do Domingo
Milagres
A política brasileira é mesmo farta de milagres. Que o diga o deputado Jáder Barbalho, aquele que dispensa apresentações. Ele está partindo para a sua quarta mansão: já tem uma na Augusto Montenegro, outra em Brasília e uma terceira em Fortaleza, e agora está construindo mais uma no condomínio Água Cristal, junto ao aeroporto de Val-de-Cães, com 2.500 metros quadrados e arquiteto importado de Brasília. Tudo isso, claro, com seus ganhos de R$ 25 mil mensais como deputado federal.

As Falas do Setor Madereiro


LUIZ CARLOS TREMONTE -Presidente do Sindicato da Indústria Madeireira do Sudoeste do Pará ao Liberal de Domingo


Cansamos de ser enganados, massacrados, humilhados, espezinhados e tratados como bandidos. Não somos! Somos sim os guardiões da floresta e, um dia, os madeireiros serão taxados como os heróis da Amazônia, pois desejamos a floresta em pé! Somos os únicos capazes de mantê-la intocável utilizando seus recursos naturais como o caso da madeira de forma racional e operando com projetos de manejo sustentável.


Somos contra o desmatamento ilegal. Nós não fazemos corte raso, não colocamos fogo e muito menos devastamos, pois a floresta em pé é nossa sobrevivência. De uma floresta nativa, onde teoricamente podem existir até duas mil árvores, o madeireiro extrai apenas sete, ou seja, o dano causado pelo acesso dos equipamentos de extração é inferior a 5% da floresta.


Faço aqui um desafio aos governos Lula e do Pará: - Fechem todas as madeireiras, mas fechem mesmo. Por um ano, continuem pagando os salários dos funcionários para que não haja desemprego, indenizem os proprietários e garanto, com toda segurança e sem medo de errar, que o desmatamento aumentará. Será que esse governo tem coragem?


Os governos federal e estadual precisam ouvir. Temos propostas claras para diminuir o desmatamento na Amazônia com custo zero. Peço ao presidente Lula que receba uma comissão do setor para ouvir nossas propostas.


O culpado pelo desmatamento é o próprio governo que não tem como controlá-lo e inibi-lo; só chega depois que a floresta está no chão e quem mais perde é o setor florestal, principalmente pelo fato de não liberarem os projetos de manejo florestal. Por isso, peço humildade do governo para que aceite a nossa ajuda.


Nunca na história tivemos uma ação tão articulada no sentido de criminalizar o setor madeireiro da Amazônia. De uma hora para outra, empresário que trabalha, paga imposto e gera milhares de empregos passou a ser tratado como o mais vil bandido. Estamos sendo julgados, condenados e executados sumariamente.


Pior que tudo isso acontece sob olhar cúmplice e quando não com a participação direta dos nossos governantes que incapazes de cuidar da Amazônia preferem nos transformar em bode expiatório e diante de uma campanha difamatória tão absurda e inescrupulosa cabe a todos perguntar: - a quem interessa destruir o setor florestal da Amazônia, mais em especial o do Estado do Pará?


O que está sendo feito com o setor madeireiro é terrorismo, brutal, cruel e maldoso. Há cerca de quatro anos pedimos e imploramos pela legalidade que nos é negada e somos boicotados pelo Ministério do Meio Ambiente do governo Lula e, agora, pelo governo estadual de Ana Júlia.


Quantas promessas feitas nunca cumpridas que já até perdemos a conta. A história vai se encarregar e demonstrar que não somos o vilão da Amazônia, então porque tanta injustiça? Por que continuar mentindo e enganando o povo brasileiro? Governo sério é aquele que respeita e nós nunca fomos respeitados. Ao invés de declarar guerra ao madeireiro, o governo pode tê-lo juntamente com seu exército de funcionários como verdadeiro aliado para diminuir brutalmente o desmatamento. A mentira vence por algum tempo, mas a verdade prevalecerá.

De olho nas Falas!

Pega embalo a onda de contradições entre as falas do Prefeito de Belém e um dos seus inúmeros secretários municipais de saúde. O Famoso desvio das viaturas da SESMA para a guarda municipal, tende aparecer na superfície. Leia mais aqui