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terça-feira, março 06, 2012

Um juíz, um Secretário de Estado e algo em comum: A canalhice!


No Blog da Franssinete Florenzano sob o título "CNJ e Justiça".

O Sindicato dos Jornalistas e a Federação Nacional dos Jornalistas acionarão o Conselho Nacional de Justiça para que apure a animosidade explicitada pelo próprio juiz Amílcar Guimarães em relação a Lúcio Flávio Pinto - o que o impede de atuar em qualquer processo que o envolva o jornalista -, determinando, assim, a nulidade da sentença condenatória de sua lavra e, consequentemente, das posteriores que nela se basearam.

Sinjor e Fenaj também publicaram nota de repúdio à conduta do secretário de Comunicação do Pará, Ney Messias, e desde o dia 17 de fevereiro solicitam audiência ao governador Simão Jatene para tratar do caso, sem obter sequer resposta até hoje. A representação formal de minha autoria já está na comissão de ética e, diante da negativa de retratação de Ney Messias, será denunciado à Justiça por injúria, difamação e discriminação sexual, além da falta de decoro e de habilitação para o exercício do cargo público.

A justiça cretina do Estado do Pará


No blog A Perereca da Visinha sob o título:MP ajuíza ação por improbidade contra Albanira Bemerguy, ex-presidente do TJE. E deve processar outra desembargadora ainda esta semana.
 
O promotor de Justiça de Direitos Constitucionais e Patrimônio Público, Nelson Medrado, deve ajuizar, hoje, ação por improbidade administrativa contra a ex-presidenta do Tribunal de Justiça do Estado do Pará, Albanira Bemerguy, que se aposentou em agosto do ano passado.

Tudo porque Albanira teria mandado liberar o pagamento de mais de R$ 600 mil para um advogado, mesmo depois de o Banpará ter conseguido anular a sentença condenatória no Supremo Tribunal Federal (STF).

Na ação de execução contra o banco foi detectado um erro de cálculo. Mas um ano depois da rescisão da sentença, Albanira teria determinado a liberação dos honorários.

Segundo Medrado, foi o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) quem encaminhou o caso ao Ministério Público, para que fosse ajuizada a ação contra a magistrada.

Não é a primeira vez que Albanira se vê às voltas com o órgão de controle da Magistratura: em 2010, o CNJ anulou um ato dela que havia efetivado irregularmente, em 2008, servidores temporários do TJE.