terça-feira, outubro 28, 2008

Panorama Pós-Eleitoral

Crise. Você Prefere com ou sem Açucar?

Do Publicitário  Fábio Fernandes .

Nós já enfrentamos e sobrevivemos a muitas crises. Talvez já tenhamos perdido as contas sobre o número e a origem delas. Mas as malditas já nos surpreenderam diversas vezes enquanto assobiávamos distraídos virando algumas dessas esquinas da vida. Algumas foram provocadas pelo petróleo, outras pela Rússia ou pela China, a maioria gerada internamente, já que em matéria de crise, o Brasil sempre foi auto-suficiente. A tal ponto que, se não chegamos a ser fraternos amigos - nós e a crise - também não podemos negar que tenhamos nos tornado íntimos conhecidos.  Nenhuma crise é igual à outra. Essa que chegou com toda a força, agora, certamente é a mais diferente de todas. Porque o Brasil não tem um pingo de responsabilidade sobre o que está ocorrendo e porque o Brasil está no seu melhor momento economicamente falando. O Brasil nunca esteve tão em dia com as suas obrigações, o dever de casa feito, com um mercado interno tão forte, com empresas tão sólidas, modernas e competitivas e com suas instituições tão garantidas, para encará-la.  Mas isso não nos exime das conseqüências da crise. Que, por sinal, é também uma das mais potentes e destruidoras das que se tem notícia em quase um século. Ela já está sendo dura e será ainda mais devastadora, não precisamos ser profetas para prevê-lo.  Então, o que nos resta fazer?  O óbvio é termos medo, nos encasularmos, rezarmos para diferentes deuses, de diferentes religiões, ficarmos imóveis acreditando que qualquer mínimo movimento pode ser fatal para ela nos alcançar e, assim, esperarmos, até que ela passe.  Demitir, cortar os investimentos, reduzir a produção, suspender novos projetos, reprimir os movimentos de inovação, não acreditar num retorno inesperado da demanda, também são boas e óbvias idéias. Talvez, algumas tenham mesmo que ser feitas, quem sabe?  Mas também há o inóbvio, por mais que, obviamente, a palavra inóbvio não exista. E não existe por quê? Porque ninguém a disse antes, vai saber.  E é aí que reside o intuito deste nosso anúncio: apelar para os que acreditam que o inóbvio existe. Não só existe, como pode ser feito nesse exato momento onde o óbvio é o que todos pensam, todos fazem, todos professam e todos aconselham.  O intuito deste anúncio é, humildemente, tentar criar uma minúscula fagulha de otimismo, de esperança – nossa velha, desgastada, mas essa sim, querida amiga em todos os nossos célebres momentos de crise – para que ela se dissemine, se instale na nossa cabeça, nas nossas empresas, na nossa sociedade, mesmo lutando contra esse poderoso inimigo, que tão mais facilmente gosta de se instalar nesses mesmos lugares ao menor sinal de que o pior pode acontecer.  O intuito deste anúncio é despertar o empreendedorismo que sempre caracterizou o empresariado brasileiro, a coragem que sempre foi a marca registrada das nossas empresas, a capacidade inesgotável de reinvenção que sempre foi o norte dos vencedores neste nosso país.  E também é o intuito deste anúncio demonstrar que um marketing original é a mais poderosa fonte de energia, capaz de gerar as transformações que uma empresa precisa num momento de crise.  Nós acreditamos piamente nisso.  Esse é o nosso óbvio.  Acreditamos que se esse não é o momento de inovar, que outro será?  Acreditamos que se esse não é o momento de ser e parecer diferente dos seus concorrentes, que outro haverá de ser?  Acreditamos que se não for essa a hora de falar, enquanto muitos se calam de medo, que outra hora estará à nossa disposição para fazê-lo?  Uma grande idéia, única, diferente de todo o óbvio, sempre foi e sempre será o detonador mais valioso - e menos oneroso - para se mudar a história, o humor, a fé, a determinação e o otimismo interno de uma empresa.  É isso que nós defendemos para os nossos clientes e que queremos externar para o Brasil inteiro hoje. Porque tivemos a presunção de que se nós pensamos assim, talvez você, talvez mais gente por aí também pense do mesmo jeito. E nós adoraríamos poder contar com mais gente, mais empresários, mais cidadãos para ajudar a contrariar o óbvio, a não aceitar passivamente em todas as suas piores conseqüências o medo, pelo medo.  Crises nós já enfrentamos e, queiramos ou não, ainda enfrentaremos essa um bom tempo e outras por muitas vezes.  O que deve nos mover é a visão de como nós queremos ser percebidos assim que mais uma vez nós sairmos dela.  De pé, ou de cócoras.  Aqueles que foram criativos, inovadores, desafiadores, obstinados, inteligentes, inóbvios, ou apenas aqueles - a maioria - normalmente óbvios.  Na crise, já disseram muitos, é que se separam os homens dos meninos. Ou seja, crise pode ser café pequeno para os homens.  Nós gostamos com açúcar.

segunda-feira, outubro 27, 2008

Geopolítica Pragmática

O PMDB foi o partido que mais elegeu este ano. O PT o segundo.
No Pará os dois aliados a nivel nacional depois de Lula assumir a presidência, são igualmente os vitoriosos. 
A Base aliada do presidente do Brasil tem gestão sobre 72% do eleitorado nacional.
PT é o partido que mais fez prefeituras entre os 77 municípios com mais de 200 mil eleitores. Veja o gráfico.

Circo

Acabou o circo, desarma-se o palanque, tudo de volta ao statu quo ante, retiram-se as placas das ruas que não serão mais asfaltadas, desaparecem-se os pintores de asfalto, os pobres coitados que ganhavam um dinheirinho pra segurar bandeiras nas esquinas, voltam ao desemprego, o asfalto que na próxima chuva desaparecerá e que durante a campanha serviu como carro chefe pra segurança, pra saúde, pro turismo, não sei como não conseguiram dizer também que ele servia pra educação. Pobre Belém.
De um Leitor do Jornal Diário em sua versão Digital a qual permite comentários e é gratuíto, ao contrário do concorrente, O Liberal.

Morreu lá no Leste Europeu

Vista do Teatro de Volvogrado, antiga Stalingrado, cidade assim nomeada em homenagem à Joseph Stalin no XIV Congresso do Partido Comunista da URSS.
Essa Pólis foi palco da 2ª maior batalha do mundo contemporâneo, em 1942, em plena II guerra mundial, daí em diante os russo começavam a derrotar o mais importante ator político do período Adolf Hittler e parte do povo e exército germânico.
Quer ler mais?
A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.  Quando se vê, já são seis horas!  Quando de vê, já é sexta-feira!  Quando se vê, já é natal...  Quando se vê, já terminou o ano...  Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.  Quando se vê passaram 50 anos!  Agora é tarde demais para ser reprovado...  Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.  Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...  Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...  E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.  Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.  A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará. (Mário Quintana)

SERÁ QUE TÁ DUDU BEM?

Acordo e noto um silêncio na Pólis.
Teria a Geni pousado numa nave em Belém?
As casas recolheram as bandeiras.
Poucos insistem.
Poucos à pagar, menos lixo e um tom amarelado.
Nada se impõe ao sol, 
ele sim imponente por estar acima
Inclina-se em 360º e meio,
Só pra olhar a cara de cada cidadão deste e de outros planetas.
A maioria não tem, nem sabe o que é cidadania.
Votam, porém obrigados, assim como são obrigados a trabalhar.
Produzem e logo alí, vendem seu voto.
Poucos insistem.
Lembro que anular devia ter sido o que eu faria.
Lúcido ou embreagado, tenho o direito de me rebelar.
Contra ou a favor.
Devolve-me a minha casa e noto que minha mãe,
só acredita em Deus e em mim.
Poucos insistem.
Belém, será que tá mesmo Dudu bem?
A oposição deve ser imediata.
Poucos insitem, mas vamos vencer!

domingo, outubro 26, 2008

Amanhã, vai ser outro dia!

Se as pesquisas não estiverem "enganadas" ainda nesta noite, antes do Domingo Maior, Belém se apequena por mais quatro anos. Dudu, como é conhecido o falso médico que consultava pobres cidadãos como oftamologista e que já conseguiu a proeza de ter 3 CPF´s, derrotará nas urnas - que espera-se não falharem - o candidato do PMDB José Priante. O Zé, e sua campanha não acreditavam na possibilidade de irem para o 2º turno, onde esperava-se que Mário Cardoso estivesse, depois de desbacarem a candidata nº 1 do grupo de comunicação ORM - O Liberal. Zé pisou feio quando partiu pro ataque à Duciomar Costa que estava preparado para ironizar frequentemente como fez com as críticas que recebia do primo de Jader. Não precisou responder muito não. Duciomar gastou milhões que nunca poderíam ser declarados para afirmar-se no Palácio Antônio Lemos, onde um dia abrigou temporariamente de filhos da borracha aos cabanos. Com sua cara de Maçaramduba, Dudu tornou-se a personificação do sinismo do marketing eleitoreiro, o qual beira o crime por induzir ao erro tantas pessoas que votam neste país em verdadeiros delinquentes, como é o caso de Duciomar Costa. O Zé, patetou mas fez pior ao ignorar a força militante do PT e não liberar a bom tempo os recursos para que o partido fizesse a engenharia necessária para derrotar o amarelo. O governo de Ana Júlia, tido com o penúltimo na lista brasileira de aprovação segundo o Vox Populi, inclinou-se para a dita "neutralidade". Muito terá que ser explicado, mas é certo que a Pólis amanhecerá com um sol amerelo, não com a beleza de um girassol.

It´s True!

Criador e a criatura: a volta de Lei da Mordaça, agora em Ananindeua

Daniel Santos (PODE) seria o criador da ideia de emplacar a "Lei da Mordaça" na Câmara Municipal de Ananindeua, resgatando os mol...