quarta-feira, julho 18, 2012
2012. O fim do mundo para a DEMotucanalha
No Blog do Cadu.
Parece que os Maias acertaram que o mundo acaba
em 2012. Pelo menos para o PSDB e, por conseguinte, o DEM e o PPS. Todo dia sai
coisa nova sobre as relações com o bicheiro Carlinhos Cachoeira. Seja relação
com a grande imprensa (clique
aqui e veja a transcrição de 73 telefonemas entre Demóstenes e o
bicheiro onde tratam sobre Policarpo, editor da Veja em Brasília e onde
até o Álvaro Dias aparece),
seja na relação direta com o tucanato e com os DEMos.
A agonia toma conta da direita brasileira. A reportagem “bomba” da Rosane Collor (ou Malta, tanto faz) no Fantástico é prova disso. As capas sobre o vento de Veja também.
E ontem, após novas denúncias sobre Marconi Perillo, governador tucano de Goiás, a direção nacional do PSDB concedeu uma entrevista coletiva.
Afirmou confiar em Perillo e acusou que as acusações contra ele são infundadas.
Bom, o fundamento das acusações são as operações da Polícia Federal. Ao contrário como faz a direita onde se acusa por conta de matérias do PIG, cujo pauteiro é o bicheiro Carlinhos Cachoeira.
A agonia toma conta da direita brasileira. A reportagem “bomba” da Rosane Collor (ou Malta, tanto faz) no Fantástico é prova disso. As capas sobre o vento de Veja também.
E ontem, após novas denúncias sobre Marconi Perillo, governador tucano de Goiás, a direção nacional do PSDB concedeu uma entrevista coletiva.
Afirmou confiar em Perillo e acusou que as acusações contra ele são infundadas.
Bom, o fundamento das acusações são as operações da Polícia Federal. Ao contrário como faz a direita onde se acusa por conta de matérias do PIG, cujo pauteiro é o bicheiro Carlinhos Cachoeira.
terça-feira, julho 17, 2012
sábado, julho 14, 2012
CUT tomará as ruas do país por + empregos, salários e direitos
No site da CUT. Texto de Leonardo Severo, Luiz Carvalho e William Pedreira
O 11º Congresso Nacional da Central Única dos Trabalhadores (CONCUT), que reuniu mais de 2.300 delegados e delegadas, além de 140 dirigentes sindicais internacionais de 40 países, encerrou nesta sexta-feira (13) num clima de congraçamento e combate, aprovando um sólido plano de lutas para enfrentar os impactos negativos da crise que afunda as economias dos países capitalistas centrais.
O espírito de mobilização e combate
manifestado ao longo dos cinco dias de debates ganhou corpo no plano,
que centra fogo no protagonismo da classe trabalhadora no campo e na
cidade, na defesa do mercado interno, na geração de emprego, na
distribuição de renda, na valorização dos servidores e dos serviços
públicos, pela redução da jornada de trabalho sem redução de salário,
fim do fator previdenciário, contrato coletivo nacional de trabalho da
construção civil, democratização da comunicação, reforma agrária e por
mais recursos para a agricultura familiar.
Nas intervenções das lideranças dos mais
diferentes ramos, uma só determinação: a de afirmar coletivamente, com
suas Confederações, Federações e mais de três mil Sindicatos um projeto
nacional de desenvolvimento que se contraponha à lógica parasitária e
excludente do sistema financeiro.
Incluída no Plano de Lutas, a agenda de mobilizações imediatas da CUT para o próximo período, que congrega a Jornada Nacional de Lutas, terá inicio no dia 18 de julho com a marcha dos/as servidores/as federais da CUT com apoio e sustentação da Central.
Já em agosto, no dia 15, A CUT realizará uma grande Marcha levando às ruas a Plataforma pelo fim do fator previdenciário, contra desoneração patronal, a rotatividade e precarização, pela ratificação da convenção 158, redução da jornada e outras bandeiras de luta heterogêneas que envolvem todo conjunto da classe trabalhadora.
Incluída no Plano de Lutas, a agenda de mobilizações imediatas da CUT para o próximo período, que congrega a Jornada Nacional de Lutas, terá inicio no dia 18 de julho com a marcha dos/as servidores/as federais da CUT com apoio e sustentação da Central.
Já em agosto, no dia 15, A CUT realizará uma grande Marcha levando às ruas a Plataforma pelo fim do fator previdenciário, contra desoneração patronal, a rotatividade e precarização, pela ratificação da convenção 158, redução da jornada e outras bandeiras de luta heterogêneas que envolvem todo conjunto da classe trabalhadora.
Como
destacou o presidente recém-eleito, o bancário Vagner Freitas, “o Brasil
precisa deixar de ser o paraíso dos bancos”, investindo na produção e
no fortalecimento do setor público os imensos recursos ainda
esterilizados na especulação, dotando o país das condições necessárias a
incorporar os milhões de jovens que chegam anualmente ao mercado de
trabalho, mas também garantindo apoio e segurança aos idosos.
Para isso, ressaltou Vagner, “a CUT vai
aprofundar o diálogo com a sociedade civil, fortalecendo ainda mais a
aliança com os movimentos sociais, para impedir o retrocesso defendido
pelos tucanos e sua política de desmonte do Estado, de privatizações e
terceirizações”.
Ao final, Vagner leu uma mensagem
encaminhada pelo ex-presidente Lula que não pode comparecer ao 11º
CONCUT por motivos de saúde.
quarta-feira, julho 11, 2012
Me engana, que eu gosto
"Hoje é um dia de moralidade, sim. Mas o país sabe que aqui não tem moralidade. O Brasil inteiro sabe que não existe Senado, que não existe Câmara neste país. E deve estar dizendo: me engana, que eu gosto".
Frase proferida pelo senador Mário Couto (PSDB-PA), logo após a cassação do colega Demósteles Torres (ex-DEM-GO), por decoro parlamentar e comprovado envolvimento com a máfia de Carlinhos Cachoeira.
Quem ouve, pode achar que ele é sério!
Pra mim, ele foi um dos 05 senadores que se absteve de votar.
terça-feira, julho 10, 2012
PT realiza a 1ª Oficina da #RedePT13 em Belém do Pará
A Secretaria Nacional de Comunicação do PT realiza na tarde desta terça-feira (10), em Belém do Pará, a 1ª Oficina de Redes Sociais para candidatos pestista de todo o Estado do Pará.
Visando capacitar as candidaturas municipais de todo o Brasil, a Secretaria Nacional de Comunicação resolveu potencialiar as eleições deste ano, atendendo pedidos dos participantes do 1º Curso de Formação Política para pré-candidatos, realizado pela Escola Nacional de Formação, em Belém no mês de abril deste ano.
Ministrada por Nilton Vilhena, do Portal PT, a Oficina de Redes Sociais é realizada na Sede Social do Clube do Remo, até às 19:30 em parceria com o Diretório Estadual, representado pelo Secretário de Comunicação do PT-PA, Almir Trindade, está sendo muito bem avaliada pelos participanentes.
Delcimar Viana, ex-secretário de saúde do Município de São Sebastião da Boa Vista e candidato à vereador, comenta: "É muito importante que possamos compreender o papel que as redes sociais assumirão nesta campanha eleitoral. Não só na capital, mas principalmente no interior, onde não há campanha no rádio e na TV, a Internet acaba sendo hoje, o principal veículo de comunicação para publicarmos nosso trabalho, nossas ações e propostas para o eleitorado", conclui o candidato marajoara, ativista do twitter e do facebook.
Na oportunidade, fui convidado à contribuir com a oficina e relatar sobre minha impressão ao participar da fundação da #RedePT13, realizada durante o último final de semana, em Brasília, onde cerca de 120 militantes de todo o Brasil debateram a organização do I Encontro Nacional de Militantes Virtuais do PT, para unificar e dinamizar o uso das redes sociais e blogosfera.
Na oportunidade, fui convidado à contribuir com a oficina e relatar sobre minha impressão ao participar da fundação da #RedePT13, realizada durante o último final de semana, em Brasília, onde cerca de 120 militantes de todo o Brasil debateram a organização do I Encontro Nacional de Militantes Virtuais do PT, para unificar e dinamizar o uso das redes sociais e blogosfera.
Assista ao vivo
O uso das redes sociais nas eleições de Belém
Fora de Belém há quase uma semana
para participar de dois eventos nacionais sobre Internet, confesso que me
mantive informado sobre os últimos acontecimentos políticos, culturais - e pra
mim, de alguma relevância sobre nossa terra - graças às redes sociais, que vem
cumprindo seu papel de formar e informar o cidadão contemporâneo, como nunca
outro meio de comunicação conseguiu.
A geração Y diria que o fenômeno já é antigo: Programas de rádio e TV,
matérias de jornais, revistas e até sites institucionais (empresas, partidos,
ONGs, etc.) nem de longe conseguem oferecer a interatividade, a multiplicidade
de opiniões e versões sobre um mesmo fato.
São unilaterais por natureza?
Não, por pura vontade de seus controladores, dizem especialistas
das áreas de TI, Ciências Sociais, Comunicação, Filosofia e intelectuais
autodidatas que avaliam a chamada “Era da Informação” como uma época onde caem
por terra paradigmas até antes tido como verdades absolutas.
Se por um lado, historicamente as
duas maiores empresas de comunicação do Pará – ORM – Liberal e RBA – Diário do
Pará - já possuem seus candidatos preferidos para a corrida eleitoral na
capital, nas redes sociais percebemos que a conquista do voto será feita com muito
amadorismo, debates inócuos e poluição visual – ainda bem que o Facebook não
permite aqueles banners com áudio como víamos no Orkut, se não seria o começo
do fim do mundo.
Se continuarem seguindo o ditado
que diz que os de casa não fazem milagre,
ironicamente, aqueles que conseguirem demandar estrutura financeira para
contratação de profissionais de fora do Estado e/ou empresas locais montadas às
vésperas do processo eleitoral, podem gastar muito e colherem frustração na
mesma proporção do investimento ao constatarem o resultado das operações midiáticas
no ambiente virtual.
Os pacotes de sucesso online não
garantem nada, afirma quem já comprou e não levou.
Pessoas que não conhecem o
terreno em que pisam pela primeira vez, podem afundar com o peso de sua
ignorância ou por simplesmente não responderem a tempo, aquilo e na medida em
que forem pautados, por exemplo, assuntos espinhosos de cunho político, mas
também por assuntos de caráter pessoal e profissional, tanto por internautas,
quanto pelos adversários. Todos estarão monitorado uns aos outros, em busca de
erros e contradições para explorá-los ao máximo.
Não adiantará dizer que a vida
pessoal não pode vir à tona, já que todo ser político é inexoravelmente um ser
público, logo, o jogo já foi jogado com essa regra e não será agora que deixará
de sê-lo.
Assim como as agências de
publicidade e propaganda, os profissionais do Marketing Político e Eleitoral,
ainda terão que comer muito feijão pra familiarizarem-se com o ambiente altamente
interativo das redes sociais, onde afirmações caem por terra em questões de segundos,
com informações sobre o histórico de seus candidatos, assim como na mesma
velocidade uma foto, um vídeo ou até uma gravação de áudio feita em algum
momento do passado, podem ruir a boa imagem dos contratantes (políticos) e os
contratados (empresas/profissionais), pouco poderão fazer para corrigir a tempo
o estrago feito com uma simples postagem na internet.
Sabemos que o pouco tempo que os
partidos políticos tem na propaganda eleitoral gratuita fará com que muita
coisa que veremos na internet não seja exibida na campanha de Rádio e TV. Mas
não é só por isso não! Há coisas que não devem mesmo ir pra outro ambiente, que
não seja a internet.
A campanha eleitoral feita através
de material impresso, pouco a pouco vai se limitando a fixar cores, signos e
números de candidatos em período de campanha eleitoral. Ninguém lê carta de
compromisso, programa de governo ou histórico de candidatos com mais de 500
toques, não se iluda!
Será na internet onde os
candidatos terão – o infinito – tempo, o direito à réplica, tréplica e a plena
liberdade para manifestar suas proposições, seu trabalho, sua plataforma
política e suas respostas aos ataques que receberão, mas inevitavelmente será onde
a crítica, a contraposição e até os elogios serão enfatizados ao extremo.
Aqueles que deixaram para
exercitar o uso da internet como plataforma de exposição de ideias apenas para
a campanha eleitoral, protelando sua inserção nas redes sociais mais populares
como o Facebook e o twitter, por exemplo, deverão fazê-lo por orientação de que
todo mundo precisa estar nas redes. Alguns poderão postar considerações sobre
políticas públicas necessárias à população e opinarão sobre os problemas e apresentando soluções, mas precisar saber que podem sofrer críticas de quem há tempos espera para revelar
o oportunismo eleitoral de quem só usa a internet em campanha eleitoral e depois
some, seja eleito ou não, vide o caso da campanha da presidente Dilma e do governador Simão
Jatene.
O doce pode ficar amargado para
quem acha que basta uma arte gráfica bem feita, a foto retocada no computador, um
expert com equipe e salas
climatizadas. A internet é uma seara onde só se aprende, convivendo e há nada
que não possa ser contestado, nem mesmo seu uso para elevar e rebaixar o nível
do debate durante este processo eleitoral.
Quem viver, verá!
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