Pesquisar por palavra-chave

segunda-feira, setembro 24, 2018

Inauguração da nova Av. João Paulo II é marcada por protestos e alagamentos

Para batizar essa inauguração, ao final da tarde com a chuva forte que caiu na grande Belém, trechos foram alagados impedindo a circulação de veículos e pedestres.

Por José Oeiras, no Facebook, sob o título: Prolongamento da Av. João Paulo II: arremedo de mobilidade urbana  

Hoje o governo do estado abriu para o transporte a nova parte do prolongamento da Av. João Paulo II, no perímetro que vai da rua Mariano, no Entroncamento, até o viaduto do Coqueiro na BR 316. 

Foram 5 anos de espera e esse trecho não passa de um arremedo de mobilidade urbana, onde problemas de caos do transporte urbano não serão resolvidos devido a inúmeros problemas, principalmente de ordem físico e sanitário. 

Houve protestos de moradores no bairro da Pedreirinha, no ato de inauguração, devido estarem preocupados com a segurança dos pedestres com o estreitamento da via, sem sinalização e passarelas.

Um outro problema de ordem ambiental é a carga de dejetos e águas pluviais que vão aumentar a contaminação das águas dos lagos Bolonha e Água Preta, devido a inexistência de um cinturão sanitário de proteção, que seria a construção do esgotamento sanitário nos bairros que estão às margens da avenida. 

Para batizar essa inauguração, ao final da tarde com a chuva forte que caiu na grande Belém, trechos foram alagados impedindo a circulação de veículos e pedestres, como é a área do bairro do Curió-Utinga. 

Ou seja, sem a solução de drenagem dessas áreas, a avenida só funcionará em tempo de verão. 

E olhe que em Belém chove o ano inteiro. 

O prolongamento da Av. João Paulo II (antiga avenida 1° de dezembro) foi projetada no final dos anos 80 e inicio dos anos 90 pela JICA (Japan International Cooperation Agency) para ser construída naquela época e não foi feito pelo descaso político dos governos do PMDB (Jader Barbalho e do PSBD (Almir Gabriel e Simão Jatene).





sábado, setembro 22, 2018

João Eudes: Decisões no TSE podem virar o jogo nas eleições para o senado



Por Diógenes Brandão

O blog AS FALAS DA PÓLIS realizou o segundo Bate Papo da Pólis, desta vez com o advogado especialista em Direito Eleitoral, João Eudes Neri, que revelou os principais processos judiciais no TRE-PA, onde acontece uma verdadeira guerra travada entre os principais candidatos ao governo e ao senado.

Entre os principais assuntos debatidos na entrevista, o caso do candidato Mário Couto, que recorreu ao TSE

Confira!  

sexta-feira, setembro 21, 2018

DOXA revela os mais citados na pesquisa para Deputado Estadual

Por Diógenes Brandão, com informações da DOXA Pesquisas     

O Instituto DOXA publica sua mais nova pesquisa para o cargo de deputado estadual no Pará.  

Registrada no T.R.E sob o nº PA-PA-05803/2018, a pesquisa foi realizada entre os dias 12 a 15 de setembro/2018, com 1.939 eleitores entrevistados, tendo como margem de erro 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos do resultado final.   

A pesquisa foi de forma espontânea, isto é, não foi apresentado ao entrevistado nenhum nome de candidato. O pesquisador apenas registrou o que foi dito pelo eleitor que participou da pesquisa.     

A pesquisa mostra que 66,5% dos eleitores paraenses ainda não tem candidato a deputado estadual.   

A Doxa esclarece que a pesquisa é feita pelas seis mesorregiões do Estado (Metropolitana, Nordeste, Sudeste, Sudoeste, Baixo Amazonas e Marajó), contemplando 40 municípios.

Veja os números com os mais citados pelos eleitores entrevistados:



quinta-feira, setembro 20, 2018

Os mais bem posicionados para as vagas de deputado federal

Por Diógenes Brandão, com informações da DOXA Pesquisas  

A DOXA publica sua segunda pesquisa estadual para o cargo de deputado federal no Pará.  

Veja os números com os mais bem posicionados:



Registrada no T.R.E sob o nº PA-05803/2018 foi realizada entre os dias 12 a 15 de setembro/2018, a pesquisa foi realizada com 1.939 entrevistas, tendo como margem de erro 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos do resultado final.

A pesquisa foi de forma espontânea, isto é, não foi apresentado ao entrevistado nenhum nome de candidato. O pesquisador apenas registrou o que foi dito pelo eleitor que participou da pesquisa.   

A pesquisa mostra que 66,5% dos eleitores paraenses ainda não tem candidato a deputado federal.   

A Doxa esclarece que a pesquisa é feita pelas seis mesorregiões do Estado (Metropolitana, Nordeste, Sudeste, Sudoeste, Baixo Amazonas e Marajó), contemplando 40 municípios.

quarta-feira, setembro 19, 2018

DOXA Pesquisas: Facada em Bolsonaro não sensibilizou a maioria dos paraenses

Por Diógenes Brandão, com informações da DOXA Pesquisas    

36,8 dos paraenses acha que o episódio da facada no candidato Bolsonaro não vai mudar nada o resultado das eleições. Já 20,2% dos eleitores entrevistados está indiferente e 13,8% diz que ele vai perder mais votos. 

23,6% dos paraenses diz que Bolsonaro irá se vitimizar com a facada e isso vai aumentar sua votação.

5,6% não souberam opinar ou não responderam a pergunta.

A pesquisa DOXA foi divulgada na última segunda-feira (17).



FICHA TÉCNICA DO REGISTRO DA PESQUISA  

Registrada no TRE-PA sob o protocolo PA-05803/2018, a nova pesquisa realizada pelo Instituto DOXA coletou as informações acima durante período de 12 a 15 de setembro com 1.896 eleitores, entrevistados nas 12 mesorregiões do Estado.       

O nível de confiança utilizado é de 95% e a margem de erro estimada de 2,25% para mais ou para menos. A pesquisa foi encomendada GRAVASOM/A Província do Pará.   

Leia também:   






DOXA: A maioria dos paraenses não vota em citados na Lava Jato

Por Diógenes Brandão, com informações da DOXA Pesquisas  


A pesquisa DOXA divulgada na última segunda-feira (17), revela que a maioria absoluta (50,4%) dos eleitores entrevistados não votaria de jeito nenhum em um candidato que já tenha sido citado pela Lava Jato. 



35% dos eleitores entrevistados dizem que poderiam votar e 6,9%. 7,1% Não souberam opinar ou não responderam a pergunta.






Pesquisa Presidente: No Pará, mesmo mais rejeitado Bolsonaro lidera, seguido de Haddad

Por Diógenes Brandão, com informações da DOXA Pesquisas

Divulgada a pesquisa DOXA para presidente.

Veja os números: 

 



FICHA TÉCNICA DO REGISTRO DA PESQUISA

Registrada no TRE-PA sob o protocolo PA-05803/2018, a nova pesquisa realizada pelo Instituto DOXA coletou as informações acima durante período de 12 a 15 de setembro com 1.896 eleitores, entrevistados nas 12 mesorregiões do Estado.     

O nível de confiança utilizado é de 95% e a margem de erro estimada de 2,25% para mais ou para menos. A pesquisa foi encomendada GRAVASOM/A Província do Pará.


Leia também: 


segunda-feira, setembro 17, 2018

Jader Barbalho e Mário Couto consolidam liderança para o senado

Por Diógenes Brandão, com informações da DOXA Pesquisas


A última pesquisa DOXA publicada nesta segunda-feira, 17, trouxe números sobre as entrevistas realizadas para presidente, governador, senador, deputado federal e estadual. 



Para o senado, concorrem 18 candidatos, os quais disputam duas vagas representado o Estado do Pará.



Jader Barbalho (MDB) continua liderando com 12,3%, seguido de perto por Mário Couto (PP), que tem 11,7% da preferência do eleitor paraense. 



Em comparação à pesquisa anterior, Jader Barbalho tinha 11,9% e cresceu para 12,3%, um pequeno crescimento de 0,4%. Já Mário Couto tinha 11,5% e foi para 11,7%, sendo assim, cresceu 0,2%. 



Em terceiro lugar vem Flexa Ribeiro (PSDB), com 10,8%, sendo que na penúltima pesquisa DOXA, o senador tucano tinha 10,3%. Ou seja, cresceu 0,5% das intenções de voto.




Os maiores índices de crescimento foram de Jarbas Vasconcelos (3,4%),  Wladimir Costa (2,7%), Sidney Rosa (2,2%) e Ursula Vidal (0,9%).



Os demais números podem ser vistos abaixo:




Quando perguntados: Se as eleições fossem hoje, em que você não votaria para senador pelo Pará, o nome do senador Jader Barbalho (MDB) aparece com o mais rejeitado. Chega a 16,5% 

O segundo mais rejeitado é  Wladimir Costa (SDD), que vem com 9,9% de rejeição do eleitorado paraense.

O terceiro mais rejeitado é o senador Flexa Ribeiro (PSDB), que vem com o índice de rejeição de 5.6%.


Registrada no TRE-PA sob o protocolo PA-05803/2018, a nova pesquisa realizada pelo Instituto DOXA coletou as informações acima durante período de 12 a 15 de setembro com 1.896 eleitores, entrevistados nas 12 mesorregiões do Estado.   

O nível de confiança utilizado é de 95% e a margem de erro estimada de 2,25% para mais ou para menos. A pesquisa foi encomendada GRAVASOM/A Província do Pará.

Nova pesquisa aponta 2º turno entre Helder Barbalho e Márcio Miranda.

Por Diógenes Brandão, com informações da DOXA

Registrada no TRE-PA sob o protocolo PA-05803/2018, a nova pesquisa realizada pelo Instituto DOXA foi realizada no período de 12 a 15 de setembro com 1.896 eleitores, entrevistados nas 12 mesorregiões do Estado. 

O nível de confiança utilizado é de 95% e a margem de erro estimada de 2,25% para mais ou para menos. A pesquisa foi encomendada GRAVASOM/A Província do Pará.

A terceira pesquisa DOXA realizada desde o início oficial da campanha eleitoral 2018, aponta uma mudança em relação as outras realizadas até aqui. 

O líder da pesquisa até então,  Helder Barbalho (MDB) está estabilizado na primeira colocação, porém com leve queda de 0,3% em comparação à penúltima pesquisa. 

Já seu principal concorrente, Márcio Miranda (DEM) subiu 1,5% a mais do que na penúltima pesquisa e hoje, mantém em segundo lugar, com uma diferença de 8,9%, em relação a Helder.

Paulo Rocha (PT), tinha 14,1% na penúltima pesquisa DOXA e subiu 0,2%, estando agora com 14,3%.

Fernando Carneiro (PSOL) tinha 2,5% e hoje tem 3,7% das intenções de voto. Ou seja, cresceu 1,2%. 

Cleber Rabelo (PSTU) tinha 1,4% e hoje tem 2,1%. Um crescimento de 0,5%.




domingo, setembro 16, 2018

Mário Couto: Imprensa paraense cria Fake News a mando dos Barbalho

Não vamos mais recorrer ao TRE, pois aqui a justiça já provou que é parcial e obedece ao Jader Barbalho, afirma o candidato ao senado que está tecnicamente empatado com seu rival, na liderança das preferência eleitoral, segundo as últimas pesquisas.

Por Diógenes Brandão

Mário Couto, candidato do PP ao senado, usou seu perfil no Facebook para denunciar o que chama de Fake News da imprensa paraense, que segundo ele, está a serviço dos Barbalho.  

Em uma Live (vídeo transmitido ao vivo), ele disparou contra a família - que tem Helder Barbalho como candidato ao governo, Jader Barbalho tentando a reeleição ao senado e Elcione Barbalho (ex-esposa de Jader e mãe de Helder) tentando a reeleição Câmara dos Deputados, assim como José Priante, o primo que também quer se reeleger - e o TRE. 

Assista o vídeo:


Em contato com o candidato, o blog AS FALAS DA PÓLIS confirmou que Mário Couto resolveu chutar o balde e vai continuar se manifestando nas redes sociais contra o que chamou de complô de grande parte da imprensa e do judiciário paraense, que pelas palavras dele, estão a serviço dos seus ex-aliados políticos para tentar calar sua voz, mas não conseguirão.

Em nota, que circula pelas redes sociais, Mário Couto disparou: 

A divulgação de "matérias jornalísticas" dizendo que estou impugnado, na verdade não passa de uma tentativa vil de me tirar do jogo, sem antes o TSE julgar o meu recurso, o qual levarei pessoalmente à Brasília na próxima segunda-feira.  Não vamos mais recorrer ao TRE, pois aqui a justiça já provou que é parcial e obedece ao Jader Barbalho.

E esperem para ver: Quando o TSE julgar o meu recurso e manter a minha candidatura, vocês sabem quem cai? Respondo: Jader Barbalho e Zequinha Marinho”, concluiu Mário Couto.

TRE-PA MANTEVE MÁRIO SEM RÁDIO E TV. SEU NOME TAMBÉM FOI EXCLUÍDO DA URNA

A sessão do TRE-PA desta última quinta (13) já pode ser considerada paradigmática para os moldes de julgamento da alta corte eleitoral do Pará. O processo mais aguardado na pauta do dia, dizia respeito a decisão sobre o recursos impetrado pela defesa de Mário Couto, onde reivindicava o tempo de televisão do Partido Progressista (PP), que chegou a aprovar seu nome como candidato ao senado, mas depois o retirou da ata retificadora, a qual alterou a ata da convenção, minutos antes do termino do prazo para envio ao TRE.

Mário CoutoJader Barbalho estão tecnicamente empatados na liderança da intenção de votos do eleitorado paraense, segundo foi apurado pela última pesquisa do Instituto DOXA, divulgada no dia 07 de Setembro, onde mostra Jader com 11,9% e Mário Couto com 11,5%.

ONDE TUDO COMEÇOU?

Alegando medo de serem denunciados em sua fala sempre muito contundente contra os corruptos, Mário Couto acusa Jader e seu grupo político de tentarem atrapalhar sua candidatura. 

Segundo ele, esse processo de perseguição e mentiras mal contadas é movido pelos seus adversários desde o dia 06 de Agosto, quando através de uma manobra jurídica com os dirigentes do PP, inclusive o deputado federal Beto Salame, que preside o partido no Pará, Mário Couto foi aclamado candidato do partido e logo em seguida, na "calada da noite", em uma ata retificadora, teve seu nome retirado da disputa, causando uma grande lambança e gerando mais duas atas retificando o que aconteceu na convenção partidária que acabou retirando o nome de Mário Couto e deixou apenas de Jader Barbalho e Zequinha Marinho, como candidatos da coligação onde o PP se encontra com o MDB e mais 16 partidos.

Isso acontece porque segunda a lei eleitoral, os partidos que coligam para o governo, não podem informar que estão com mais de 02 candidatos ao senado nesta eleição e a coligação de Helder Barbalho tinha mais de 02, inclusive Mário Couto, que segundo o próprio, nunca imaginou que pudesse ser golpeado com quem esteve aliado até 40 dias atrás. 


CASO DE POLÍCIA

Na última quarta-feira, o blog AS FALAS DA PÓLIS já havia divulgado a matéria Golpe, fraudes e falsificações transformam as eleições no Pará em caso de polícia, que onde informamos à sociedade paraense da grave denúncia protocolada no Ministério Público Federal, pelo suplente de Mário Couto, Eslon Martins, que denunciou a existência de uma trama entre o PP presidido por Beto Salame e seu principal aliado, o MDB, presidido por Helder Barbalho e tem como presidente de honra, o senador Jader Barbalho, seu pai.  

Na matéria, o blog analisou que o fato mexeu com os bastidores da política paraense e trouxe uma grande preocupação nos partidos da coligação "O Pará daqui pra frente", capitaneada pelo candidato e ex-ministro Helder Barbalho, que foi derrotado por Simão Jatene nas eleições de 2014 e agora lidera as pesquisas eleitorais para o governo do Estado.

Abaixo, o vídeo onde Mário Couto desabafa e diz que vai continuar lutando contra os corruptos:  


Poucas horas depois, o blog AS FALAS DA PÓLIS teve acesso ao vídeo que foi anexado na denúncia de Eslon Martins e que configura-se como prova de que houve a prática de um crime eleitoral, o qual certamente deverá ser investigado pela Polícia Federal, bem como pelo Ministério Público Federal, Estadual e Eleitoral, assim como avaliado pelo pleno do TRE-PA, pois trata-se de um caso grave e que fere letalmente o processo democrático nestas eleições.  

Assista o vídeo onde o secretário-geral do Partido Progressista no Pará, Emanoel Nazareno Souza Muniz revela que teve sua assinatura falsificada em uma ata retificadora, entregue ao TRE-PA e que foi utilizada para deixar apenas Jader Barbalho (MDB) e Zequinha Marinho (PSC) com o tempo de TV da coligação, inclusive com o tempo de rádio e TV do PP, que já havia decidido ter Mário Couto como candidato do partido, mas foi sumariamente retirado da tal ata, que agora é apresentada como falsificada.



Ignorando tudo isso, o TRE decidiu por 5 votos a 1, manter Mário Couto fora da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV e mandou retirar o nome do candidato da urna eletrônica e por isso, o candidato vai à Brasília, onde recorrerá ao Tribunal Superior Eleitoral, para assegurar seu tempo na propaganda eleitoral gratuita no rádio e na tv, além de manter-se candidato e com seu nome na urna eletrônica. 

quinta-feira, setembro 13, 2018

PP falsificou assinaturas para beneficiar Helder Barbalho e Zequinha Marinho



Por Diógenes Brandão

A denúncia protocolada nesta quarta-feira, 12, no Ministério Público Federal mexeu com os bastidores da política paraense e trouxe uma grande preocupação nos partidos da coligação "O Pará daqui pra frente", capitaneada pelo candidato e ex-ministro Helder Barbalho, que foi derrotado por Simão Jatene nas eleições de 2014 e agora lidera as pesquisas eleitorais para o governo do Estado.

Na matéria Golpe, fraudes e falsificações transformam as eleições no Pará em caso de polícia vimos que Eslon Martins denunciou a existência de uma trama entre o PP e seu principal aliado, o MDB, presidido por Helder Barbalho e tem como presidente de honra, o senador Jader Barbalho, seu pai.

Agora, eis que o blog AS FALAS DA PÓLIS teve acesso ao vídeo que foi anexado na denúncia de Eslon Martins e que configura-se como prova de que houve a prática de um crime eleitoral, o qual certamente deverá ser investigado pela Polícia Federal, bem como pelo Ministério Público Federal, Estadual e Eleitoral, assim como avaliado pelo pleno do TRE-PA, pois trata-se de um caso grave e que fere letalmente o processo democrático nestas eleições.

Assista o vídeo onde o secretário-geral do Partido Progressista no Pará, revela que teve sua assinatura falsificada em uma ata retificadora, entregue ao TRE-PA e que foi utilizada para deixar apenas Jader Barbalho (MDB) e Zequinha Marinho (PSC) com o tempo de TV da coligação, inclusive com o tempo de rádio e TV do PP, que já havia decidido ter Mário Couto como candidato do partido, mas foi sumariamente retirado da tal ata, que agora é apresentada como falsificada.



quarta-feira, setembro 12, 2018

DOXA: Os mais bem posicionados para uma vaga na ALEPA

Por Diógenes Brandão, com informações da DOXA Pesquisas  

A DOXA publica sua primeira pesquisa estadual para o cargo de deputado estadual no Pará.  Registrada no T.R.E sob o nº PA-08758/2018 foi realizada entre os dias 2 a 6 de setembro/2018,  a pesquisa foi realizada com 1.896 entrevistas, tendo como margem de erro 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos do resultado final.

A pesquisa foi de forma espontânea, isto é, não foi apresentado ao entrevistado nenhum nome de candidato. O pesquisador apenas registrou o que foi dito pelo eleitor que participou da pesquisa.   

A pesquisa mostra que 61,1% dos eleitores paraenses ainda não tem candidato a deputado estadual.   

A Doxa esclarece que a pesquisa é feita pelas seis mesorregiões do Estado (Metropolitana, Nordeste, Sudeste, Sudoeste, Baixo Amazonas e Marajó), contemplando 40 municípios.






Golpe, fraudes e falsificações transformam as eleições no Pará em caso de polícia

Lançado senador na convenção de seu partido, Mário Couto teve seu nome retirado da 2º ata retificadora após reunião do PP.

Por Diógenes Brandão


Suplente de Mário Couto (PP), Eslon Martins (PP) denuncia fraude na ata da convenção que homologou a aliança do PP com o MDB e lançou as candidaturas de Jader Barbalho e Zequinha Marinho ao senado e Helder Barbalho ao governo.  


Além do Ministério Público Federal, Eslon dará entrada com a denúncia e as provas do crime na Polícia Federal, Ministério Público Eleitoral e no Tribunal Regional Eleitoral.


Segundo Eslon, existem provas contundentes que podem mexer no tabuleiro eleitoral e fazer com que ele e Mário Couto tenham o tempo de TV garantido e a chapa de Helder e Jader Barbalho sofram punição, perda de tempo na propaganda eleitoral gratuita e até ser cassada pela justiça eleitoral. 


Seguem trechos da notícia crime protocolada na tarde desta quarta-feira (12), no Ministério Público Federal, junto com vídeos, atas, documentos, áudios e testemunhos anexados:

"Em 04.08.2018 o noticiante participou da convenção de sua legenda tendo sido escolhido como candidato ao cargo de Senador da República, concorrendo sob o número 111. Naquela ocasião, os convencionais escolheram a chapa completa para primeira vaga de Senador e resolveram não lançar candidatos para segunda vaga. 

Em 05.08.2018, a comissão executiva do PP/PA se reuniu “na calada da noite” e decidiram formalizar coligação para os cargos de senador com as chapas encabeçadas por Jáder Barbalho e Zequinha Marinho.


Por conta dessa manobra, a chapa do noticiante ainda não conseguiu ter acesso ao horário eleitoral gratuito, pois, o tempo de rádio e televisão do Partido Progressista foi entregue “de mão beijada” as chapas de Jáder Barbalho e Zequinha Marinho.  


A atitude dos membros da executiva regional do PP foi bastante suspeita, pois, reuniram-se altas horas (23h), decidem apoiar Jader Barbalho e Zequinha Marinho para o cargo de senador, contrariando expressa disposição dos convencionais, os quais, já haviam escolhido lançar Mário Couto/Eslon Martins/Roberto Pena.  


Essa conduta sorrateira dos convencionais ligou o alerta e o ora noticiante acionou sua equipe jurídica para fazer varredura nas atas do Progressista Pará. O resultado dessa auditagem revelou fraudes, engodos e crimes, conforme a seguir detalhado.


É forte a suspeita que membros da executiva estadual do PP tenham vendido o tempo de rádio e televisão do Progressista para favorecer as campanhas de Jáder Barbalho e Zequinha Marinho, os quais estão usando o tempo que deveria ser utilizado pela chapa Mário Couto/Eslon Martins/Roberto Pena, filiados PP.   


O crime em questão teve esse intento: a apropriação do horário eleitoral “gratuito” do Progressista por Jader Barbalho e Zequinha Marinho, sendo que os demais delitos funcionam como crime-meio. Porém, o golpe mais grave foi terem adulterado a vontade dos convencionais/PP, que de modo legítimo e democrático escolheram Mário Couto/Eslon Martins candidatos ao Senado e sorrateiramente, alguns “espertalhões”, na reunião de 05.08.2018, venderam essas candidaturas e o tempo TV a Jader Barbalho."


Observe-se a fraude grosseira nas assinaturas: 





Assista o vídeo transmitido ao vivo pelas redes sociais do Mário Couto:

terça-feira, setembro 11, 2018

Pesquisa DOXA mostra os mais bem posicionados para a Câmara dos Deputados

Por Diógenes Brandão, com informações da DOXA Pesquisas

A DOXA publica sua primeira pesquisa estadual para o cargo de deputado federal no Pará.

Registrada no T.R.E sob o nº PA-08758/2018 foi realizada entre os dias 2 a 6 de setembro/2018,  a pesquisa foi realizada com 1.896 entrevistas, tendo como margem de erro 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos do resultado final.

A pesquisa foi de forma espontânea, isto é, não foi apresentado ao entrevistado nenhum nome de candidato. O pesquisador apenas registrou o que foi dito pelo eleitor que participou da pesquisa. 

A pesquisa mostra que 65,8% dos eleitores paraenses ainda não tem candidato a deputado federal. 

A Doxa esclarece que a pesquisa é feita pelas seis mesorregiões do Estado (Metropolitana, Nordeste, Sudeste, Sudoeste, Baixo Amazonas e Marajó), contemplando 40 municípios.



Aplicativo que detecta corruptos ganha prêmio e é usado para orientar eleitores

O aplicativo dá o parecer a partir de informações disponíveis na base de dados de tribunais como o Supremo Tribunal Federal (STF).

Por Diógenes Brandão

A quantidade de candidatos que usam a palavra corrupção em suas campanhas eleitorais não está no gibi. 

Como se fossem todos santos, quase todos os dias assistimos diversos candidatos - já com ‘ficha corrida’ , investigados e denunciados em escândalos - falando que são honestos e ficha limpa. 

Mas uma ferramenta tornou simples o ato de identificar os políticos corruptos e os que não tem nada contra eles na esfera judicial: Trata-se do Detector de Corrupção, um aplicativo criado pela Grey para o Reclame Aqui.

É muito fácil de usar: basta apontar o celular para uma fotografia ou para as telas de TV ou computador. Daí o aplicativo mostra a ‘ficha corrida’ do candidato: processos e  improbidades administrativas que ele responde na Justiça. Ao acessar a plataforma, o aplicativo destaca, em qualquer  site, os nomes de políticos  que ocupam ou ocuparam  cargos eletivos, além de  Ministros de Estado, com  pendências na Justiça.

No Pará, o deputado federal Nilson Pinto, fez um vídeo divulgando o aplicativo e em sua campanha pelos quatro cantos do Estado, faz questão de orientar como os eleitores paraenses devem procurar informações sobre os candidatos em que pretendem votar.

Assista:


Com apenas 3 cliques você consegue saber a ficha de um  político condenado, processado  ou investigado. 

Se preferir, você também pode digitar o nome de qualquer candidato e conferir a ficha  judicial dele. Na versão aplicativo, totalmente gratuita, o Detector de Corrupção utiliza um sistema de reconhecimento facial que pinta de roxo o rosto de políticos envolvidos em denúncias de corrupção.  

O app faturou um prêmio inédito no Cannes Lions 2018: o Grand Prix, na categoria Mobile. Em 2016, quando foi lançada, ferramenta era apenas uma extensão para o navegador Google Chrome.  

O aplicativo dá o parecer a partir de informações disponíveis na base de dados de tribunais como o Supremo Tribunal Federal (STF), Supremo Tribunal de Justiça (STJ), Tribunais de Justiça (TJs) e Tribunais Regionais Federais (TRFs). Processos em segredo de Justiça não são revelados, já que essas informações não são divulgadas.  

O Detector de Corrupção está disponível nas versões Android e iOs. Clique aqui para baixar.

segunda-feira, setembro 10, 2018

Helder arrecada 2 milhões, mas não gasta nenhum centavo. Como é que pode, TRE-PA?

Helder vem sendo acusado de ter dito que tem controle sobre o TRE-PA e que lá ele resolve tudo.

Por Diógenes Brandão

Mesmo com a obrigatoriedade dos candidatos lançarem as receitas e despesas das  suas campanhas eleitorais na internet, acho que tem candidato que está certo em dizer que a justiça eleitoral paraense arrumou um dono.

Qualquer pessoa que cheque o sistema de divulgação de prestação de contas eleitorais do TRE-PA, irá se deparar com algo muito estranho.

É que mesmo com uma campanha repleta de caminhadas, carreatas, viagens em avião fretado e várias atividades lotadas de pessoas, o candidato do MDB que lidera as pesquisas de intenção de voto ao governo do Pará, Helder Barbalho, já arrecadou mais de 2 milhões para sua campanha, e até agora não gastou nenhum centavo dessa fortuna.

Uma mágica perfeita para quem se diz ser o novo e que daqui pra frente, tudo vai ser diferente.

A legislação brasileira obriga que o candidato informe à justiça eleitoral e ao eleitor em geral, toda a operação de receita e despesa de sua campanha, em até 72 horas após a realização de qualquer atividade. Neste sentido, assistimos a lei ser rasgada e os membros do TRE-PA fazendo vistas grossas.

domingo, setembro 09, 2018

FGV: Facada não gerou comoção nem aumentou apoio a Bolsonaro. Ataque foi recebido com deboche e descrença

As discussões sobre o ataque também mencionam outros atores políticos, especialmente Lula.


Ataque com faca a Bolsonaro provoca mais de 1,4 milhão de menções no Twitter em 4 horas


Vídeos que mencionam o presidenciável tiveram 3,6 milhão de visualizações entre as 16h as 20h no Youtube; Os quatro atores políticos mais mencionados no debate sobre o ataque são da esquerda: Lula, Haddad, Boulos e Ciro.


Após o atentado com faca ao candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) em Juiz de Fora (MG), o volume de referências a ele chegou a mais de 1,4 milhão, entre as 16h e as 20h desta quinta-feira (06). Entre as hashtags mais utilizadas nas postagens, destacam-se #forçabolsonaro (1,2%), #bolsonaropresidente17 (0,7%), #forcabolsonaro (0,6%), #bolsonaro (0,4%), #eleições2018 (0,4%) e #urgente (0,3%).



Vídeos do momento em que Bolsonaro recebe a facada também ganharam projeção nas redes minutos após o ataque ser noticiado. No Youtube, os vídeos com menções a Bolsonaro obtiveram 3,6 milhões de visualizações, 221.697 likes, 12.716 dislikes e  54.801 comentários em apenas 4 horas (das 16hs às 20hs desta quinta-feira).  

Pouco depois de a imprensa divulgar as primeiras notícias sobre o ataque, por volta das 16h30, o termo “facada” figurava nos Trending Topics do Brasil, de acordo com dados fornecidos pela API do Twitter e, portanto, sem um filtro de personalização como é exibido para usuários da plataforma. Às 18h, entre os dez termos mais mencionados no Brasil, quatro faziam referência ao episódio: violência (216 mil menções), arma (123 mil), Juiz de Fora (88 mil) e facada (83 mil).  

Até as 18h, o tópico Jair Bolsonaro esteve presente nos TTs de 12 países, chegando a um pico de 123 mil menções: Argentina, Chile, Vietnã, Porto Rico, México, Estados Unidos, Venezuela, Bahrein, Colômbia, Bielorússia, Reino Unido e Espanha. Argentina e Chile foram os primeiros países a terem entre os assuntos mais mencionados a referência ao nome do candidato.  

Trending Topics  

A análise sobre os termos mais mencionados no Brasil, entre 16h40 e 19h30, mostra ainda que após a divulgação do ataque passaram a ser utilizados no debate termos como “House of Cards”, em referências tanto às reviravoltas políticas da série da Netflix quanto ao protagonista que é baleado durante campanha presidencial, e “Kennedy”, em menções que relembram o atentado contra o presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy e citam, em alguns casos, a liberação do porte de armas.



As discussões sobre o ataque também mencionam outros atores políticos, especialmente Lula. As principais menções sobre o ex-presidente no debate lembram o atentado sofrido por apoiadores do petista em março, e afirmam que a divisão entre direita e esquerda estaria adoecendo o Brasil. Neste sentido, citam outros eventos recentes envolvendo casos de violência na política, como o assassinato da vereadora Marielle Franco. Há, também, especulações sobre um possível envolvimento do PT no ataque a Bolsonaro. Tal afirmação, no entanto, é mais forte nas menções ao partido e a Fernando Haddad.  

Guilherme Boulos e o PSol aparecem associados à filiação do suspeito ao partido, em mensagens que trazem acusações à esquerda. A militância do acusado também aparece relacionada a Ciro Gomes, com publicações que afirmavam que o suspeito de ser o autor do ataque seria filiado ao PDT, informação que foi checada pela Agência Lupa — parceira da FGV DAPP na Sala de Democracia Digital #observa2018 — e considerada falsa. Entre as menções a Ciro Gomes, tiveram maior repercussão aquelas que trazem as declarações do candidato sobre o ataque a Bolsonaro.


Mapa de Interações  

A partir da análise de 259.438 retuítes coletados entre 17h e 18h30 desta sexta-feira (06) sobre o ataque a Bolsonaro, é possível observar que cinco grupos se formaram nas discussões.


Grupo laranja 

O maior grupo, com 43,4% dos perfis engajados no debate, une-se por questionar a veracidade do ataque. O principal tuíte do grupo classifica o ataque como uma “fake facada”. Os perfis também afirmam que o candidato pode ter planejado o próprio ataque e dizem temer que o caso facilite a sua eleição. Outras postagens se aproveitam da situação para criticar a pauta de porte de armas defendida por Bolsonaro e que, segundo os usuários, geraria atos de violências ainda piores do que a sofrida pelo candidato  Grupo azul Com 17% dos perfis em interação, o grupo demonstra solidariedade e apoio a Bolsonaro e culpa a esquerda pelo atentado. 

O suspeito de esfaquear o candidato é classificado pelo grupo como um “ativista comunista”. Os perfis também criticam a visão de que Bolsonaro teria “provocado” o ataque e demonstram preocupação com a atual conjuntura da política brasileira, uma vez que um atentado ao líder das pesquisas no primeiro turno é uma situação muito séria.  

Grupo verde 

O terceiro maior grupo agregou 11,8% dos perfis e demonstra extrema preocupação com a atual conjuntura política do país. Os perfis criticam veementemente aqueles que desejam a morte de Bolsonaro e comemoram o ataque. Para o grupo, este tipo de pessoa não se difere em nada do deputado federal. Um dos tuítes mais populares no grupo é do presidenciável João Amoedo, que classifica como inaceitável o ataque a Bolsonaro. Muitas postagens também comparam o ato com o ataque à caravana de Lula em março deste ano e enfatizam a ideia de que, independente da posição política, tais atitudes são inaceitáveis.  

Grupo rosa  

O grupo agregou 9,1% dos perfis em interação. Os principais tuítes são de candidatos à Presidência que criticam o ataque. No entanto, aparece também tuíte que relembra a falta de posicionamento de Bolsonaro sobre o assassinato de Marielle Franco, uma vez que sua opinião a respeito seria “polêmica demais”, segundo ele. Outro tuíte popular do grupo também classifica a facada como “fake”. Apesar disso, o grupo também apresenta postagens que apoiam a ideia de que o ataque deve ser recriminado independentemente do candidato ou da ideologia política defendida.  

Grupo azul claro 

Foi o grupo menos representativo em termos de perfis agregados (5,5%). O principal tuíte demonstra solidariedade a Bolsonaro a despeito de o autor não gostar do candidato, e diz esperar que o ataque faça o candidato repensar seu posicionamento sobre desarmamento, como também fazem outras postagens do grupo. Outro assunto popular no grupo foi que o ataque a Bolsonaro será responsável por sua eleição ao transformá-lo em um mártir.