Pesquisar por palavra-chave

quarta-feira, maio 29, 2019

Bolsonaro corta R$96,5 milhões para obras e conservação de rodovias no Pará

Ao lado de parlamentares paraenses, Bolsonaro prometeu melhorias para o Estado do Pará, em visita à Belém, em Outubro de 2017.

Por Diógenes Brandão, com informações de Val-André Mutran.

"No começo do ano, o governo federal decidiu bloquear em R$ 35 bilhões o Orçamento de 2019 em razão do limite imposto pelo teto de gastos, regra que impede que as despesas do governo subam acima da inflação.  

Para as ações de manutenção e conservação rodoviária no Pará, o Dnit terá R$ 419,5 milhões, valor aquém das necessidades mínimas do órgão. A previsão orçamentária do órgão era de R$ 516 milhões".

A informação foi publicada pelo jornalista Val-André Mutranno Blog do Zé Dudu.

ALEPA esclarece 'notícia' sobre salários da casa



Por Diógenes Brandão

A página Direita Pará publicou uma informação de que a ALEPA possui um assessor de gabinete (cargo DAS -5), com salário de R$ 41.550,75, o qual seria mais alto do que o próprio salário do presidente, Dr. Daniel Santos, que segundo a página recebe R$ 25.322,25. 

Em busca da veracidade desta informação, o blog consultou o Portal da Transparência da ALEPA e constatou que o presidente da instituição, bem como todos os demais deputados estaduais, possuem o salário bruto de pouco mais de 25 mil, mas não recebem o valor publicado, pois com os descontos de impostos e encargos no valor de R$ 6.559,96, o valor  do salário líquido do presidente da casa e dos demais parlamentares totaliza R$ 18.762,29.

Mas a informação do 'super-salário' do assessor de gabinete, ainda não havia sido esclarecida. 

Por isso, o blog entrou em contato com o gabinete da presidência da ALEPA pedindo esclarecimentos sobre o caso e descobriu que o servidor público em questão não recebeu o salário de 41.550,75, tal como afirma a página Direita Pará e sim R$ 28.165,54. 

Segundo a assessoria de gabinete, esse valor líquido é referente ao pagamento acumulado de quatro (04) meses que ele exerce atividades no gabinete da ALEPA, após ter sido cedido de outro órgão estadual, mas que por um lapso burocrático, ficou sem receber seu salário, desde fevereiro, quando foi efetivado na casa.