segunda-feira, abril 16, 2012

A Veja e a CPI do Cachoeira

No jornal Sul21.


Segurança e Saúde no Pará é só pra fazer o PSDB lucrar?



A Polícia Militar do Estado turbinou em mais de R$ 3,5 milhões o contrato que mantém com a enroladíssima Delta Construções, para o aluguel de viaturas.

O contrato 28-011 entre a PM e a Delta foi publicado no Diário Oficial do Estado de 21 de julho do ano passado e tinha valor superior a R$ 14 milhões para apenas um ano – vai até o próximo 15 de julho.

O aditivo, publicado no Diário Oficial de hoje (página 12, caderno 1), é de 25%, tem vigência de 90 dias (de abril a julho) e eleva o valor global do contrato para mais de R$ 17,6 milhões.

O contrato anterior da Delta com a PM, firmado em 2010 pela então governadora Ana Júlia Carepa, valia R$ 20 milhões, mas para um período de dois anos.

Ou seja: o contrato entre a Delta e a PM, tão duramente criticado pelos tucanos na última campanha eleitoral, é muito maior na administração de Simão Jatene, já que esses R$ 17,6 milhões se destinam a apenas um ano de aluguel de carros.

Mais: outros órgãos do Sistema de Segurança Pública do Pará também mantêm contratos adubados com a empresa. 

A Delta, que é acusada de irregularidades em vários pontos do país, está enrolada até o pescoço no escândalo que envolve o contraventor Carlinhos Cachoeira e o suposto esquema de corrupção que teria montado em vários pontos do país. 
 
O promotor de Justiça de Direitos Constitucionais e Patrimônio Público Sávio Campos garante que vai se dedicar “com muito afinco” ao procedimento aberto pelo Ministério Público Estadual para investigar as dispensas de licitação realizadas pela Secretaria de Saúde (Sespa) para o Programa Presença Viva.

“Vou ficar muito atento às razões jurídicas que alegaram para essas dispensas”, diz o promotor.

O problema é que, em princípio, dispensas de licitação não se aplicariam ao Presença Viva, que é um programa (algo que tem continuidade e previsão orçamentária) ao passo que dispensas licitatórias como as do artigo 24 da Lei 8666, a base legal invocada pela Sespa, se destinam a imprevistos, como as situações emergenciais.

“Se é um programa, por que a dispensa?”, indaga o promotor. No entanto, alerta: “é preciso saber as razões para isso”.

domingo, abril 15, 2012

Quem quer censurar e patrulhar quem no Brasil?

Por Elio Gaspari, em O Globo e replicado pelo Blog do Noblat que vive reclamando que o PT quer censurar a imprensa no Brasil.


Um dia a “Revista de História da Biblioteca Nacional” poderá publicar uma reportagem intitulada “Censura e poder no império das letras”, contando o que lá aconteceu nos primeiros meses de 2012.

No dia 24 de janeiro, o jornalista Celso de Castro Barbosa publicou no site da “Revista de História” uma resenha do livro “A privataria tucana”. Durante nove dias o texto esteve no ar, até que foi condenado publicamente pelo presidente do PSDB, deputado Sérgio Guerra.

Daí em diante deu-se uma sucessão de desastres. A resenha foi expurgada, quando a boa norma recomendava que fosse contraditada por outros textos. A Sociedade dos Amigos da Biblioteca Nacional (Sabin) informou que o texto não passara pelos procedimentos burocráticos da redação.

Falso. Em seguida, a colaboração regular de Barbosa foi dispensada pelo editor da revista, professor Luciano Figueiredo.

No dia 29 de fevereiro o jornalista enviou uma carta a oito membros do Conselho Editorial da revista contando seu caso: “Gostar de um livro, senhoras e senhores conselheiros, não é crime.”

Nenhum deles respondeu e até hoje o Conselho nada disse sobre o expurgo do texto. Nem a Sabin.

Enquanto essa panela fervia, a Sabin demitiu o professor Figueiredo.

Um caso nada tinha a ver com o outro, pois as razões da dispensa eram administrativas. Diversos conselheiros, insatisfeitos com a demissão, ameaçaram renunciar. A briga tinha cacique demais e índios de menos, até que a redação, que faz a revista, resolveu falar.

Ela enviou uma carta aos conselheiros informando que “um incômodo tem nos acompanhado: o discurso público dos senhores em solidariedade ao ex-editor, na tentativa de fazê-lo retornar à revista”. 

Queixaram-se de sua gestão e mais: “A RHBN precisa de um editor que não ordene à equipe trabalhos extra-RHBN, sem remuneração.”

No dia 1, Celso de Castro Barbosa enviou nova carta aos mesmos oito conselheiros da revista, com a mais justa das queixas: “Procurei mantê-los informados, mas o que se seguiu foi seu silêncio estridente.
(...) Francamente, com amigos como vocês, a Biblioteca Nacional não precisa de inimigos.”

A capa da Veja na semana da CPI do Cachoeira: paúra, desespero, tentativa de chantagem... Segura, PT!!!

No Blog da "antenada" Vera Paoloni



Com a CPI do Cachoeira instalada, começou a operação-abafa denunciada pelo PT.

Aí a Veja saiu com esta capa, ela que ultimamente, num total ar de paisagem, dava capas de moda em Paris, enquanto o braseiro ardia sob o senador Demóstenes, o bicheiro Cachoeira, o governador tucano Marconi Perillo, circulava o senador tucano do Pará, Mário Couto e ameaçava avançar mais e mais, até se tornar uma tsnumani no mundo da política corrupta e muitos figurões da República.

Atentíssimo, o blogueiro Altamiro Borges matou a charada e adiantou o título no sábado: a Veja tá no desespero.

E o blog Conversa Afiada explica bem as razões dessa singelíssima capa. É que Demóstenes continua a editar a Veja: 

 Nos últimos dias, o grande alimentador das matérias jornalísticas é o senador Demóstenes Torres. Ele, na condição de réu, passou a ter acesso às peças do inquérito Monte Carlo e, agora, vem vazando as informações que interessam a ele e a Cachoeira serem veiculadas pela imprensa amiga, do jeito que é conveniente a esta veicular.

Todo circo montado pela Globo em torno dos telefonemas de Protógenes e em torno da Delta visam unicamente a tirar Cachoeira, Demóstenes e Perillo do centro das discussões e chantagear os integrantes da CPI. Como na Itália, antes da operação Mãos Limpas, a imprensa brasileira tornou-se hoje um monstrengo em que o partidarismo político casou-se com a criminalidade.

Ajudou a sepultar a Operação Satiagraha e a operação Castelo de Areia; fez de conta que não viu o livro Privataria tucana e, agora, quer sepultar a Operação Monte Carlo. Assim, protege os seus aliados políticos e seus aliados criminosos, que, são ao mesmo tempo suas fontes e seus patrocinadores.

sábado, abril 14, 2012

O partidarismo político casou-se com a criminalidade


VEJA: QUEM ESTÁ ALIMENTANDO O PIG.


Nos últimos dias, o grande alimentador das matérias jornalísticas é o senador Demóstenes Torres. Ele, na condição de réu, passou a ter acesso às peças do inquérito Monte Carlo e, agora, vem vazando as informações que interessam a ele e a Cachoeira serem veiculadas pela imprensa amiga, do jeito que é conveniente a esta veicular. Todo circo montado pela Globo em torno dos telefonemas de Protógenes e em torno da Delta, visam unicamente a tirar Cachoeira, Demóstenes e Perillo do centro das discussões e chantagear os integrantes da CPI. 


Como na Itália, antes da operação Mãos Limpas, a imprensa brasileira tornou-se hoje um monstrengo em que o partidarismo político casou-se com a criminalidade. Ajudou a sepultar a Operação Satiagraha e a operação Castelo de Areia; fez de conta que não viu o livro Privataria tucana e, agora, quer sepultar a Operação Monte Carlo. Assim, protege os seus aliados políticos e seus aliados criminosos, que, são ao mesmo tempo suas fontes e seus patrocinadores.

Sexta-feira 13 anima petistas em Belém


A noite desta sexta-feira 13 não poderia ter sido melhor para os petistas aproveitarem e lotarem o auditório da APPD, dando partida ao processo de mobilização da militância de Belém, rumo às eleições de Outubro, quando Alfredo Costa, candidato eleito nas prévias do partido, disputará a prefeitura de Belém.

As fotos falam mais do que 1000 palavras.








Criador e a criatura: a volta de Lei da Mordaça, agora em Ananindeua

Daniel Santos (PODE) seria o criador da ideia de emplacar a "Lei da Mordaça" na Câmara Municipal de Ananindeua, resgatando os mol...