segunda-feira, agosto 20, 2012

Sobre a obrigatoriedade do diploma para exercício do jornalismo


No Blog do Sakamoto.

Sempre defendi o fim da obrigatoriedade do diploma de jornalismo para o exercício da profissão, confirmado pelo Supremo Tribunal Federal em junho de 2009.

Neste mês, o Senado aprovou em segundo turno, por 60 votos a 4, a proposta de emenda constitucional 33/2009 que torna necessário, novamente, o diploma. A PEC ainda precisa passar pela Câmara dos Deputados, mas há uma chance da obrigatoriedade voltar, o que tem feito algumas pessoas chiarem, outras comemorarem. Li algumas análises de colegas, com posições de um lado e de outro, e resolvi retomar alguns pontos que, há tempos, martelei por aqui.

Tenho plena convicção de que a atividade jornalística não deve ser monopólio de quem é diplomado, podendo ser realizada por quem não passou por uma cadeira de faculdade. Um professor de jornalismo falando isso pode ser um pouco chocante, eu sei, mas vamos aos fatos. Conheci, andando por esse Brasil, muita gente que nunca viu um diploma, mas que é mais jornalista com um microfone de uma rádio comunitária na mão, fazendo um pequeno jornal mural ou com um pequeno blog de notícias do que alguns que passaram quatro anos nos bancos de universidades e hoje refestelam-se atrás de cartões de visita, bloquinhos timbrados e um nome conhecido – seja de redação grande ou pequena. Refletir sobre sua própria prática, dentro de uma ética específica, sabendo o que significa o papel de intermediar a informação na sociedade e ter a consciência dos direitos e deveres atrelados à liberdade de expressão são desafios que não são aprendidos necessariamente na academia. Ou em uma redação.

Ao mesmo tempo, com as novas tecnologias da comunicação e a possibilidade de todos se tornarem difusores de notícias e analistas de fatos, o nosso jornalismo está tendo que se reinventar. A decisão do STF veio em um momento interessante, de mudança.

O que não significa, contudo, desprezar a escola de jornalismo como local de estudo, pesquisa e reflexão da profissão e de seu ethos. Técnicas podem ser passadas no dia-a-dia de uma redação e em cursos de treinamento de jornalistas das empresas de comunicação. É a parte fácil da formação. Mas há outras coisas que o mercado não entende ou permite (pois passa pela subversão de seus próprios princípios) que precisam de um local para florescer. Falta muito para que tenhamos escolas de jornalismo que sejam um espaço real de debate e contestação e não de reprodução de modelos. Locais que não produzam tijolos para muros ou engrenagens para máquinas… Mas isso não significa que esses locais não precisem existir.

O curso superior ou de pós-graduação continuará tendo sua função e, hoje, se tivesse que escolher, faria novamente a faculdade, mesmo com as deficiências, os problemas e a falta de vontade de professores e alunos, com os quais a gente tem que se deparar. E com minha própria arrogância de não entender tudo o que tentaram me dizer (a gente acha que sabe tudo aos 18…)

Não quero tentar esgotar esse tema, que é vastíssimo. Até porque também deveria ganhar importância a discussão sobre outras maneiras de formar profissionais, com espaços para reflexão da profissão para além daquela oferecida pelo curso superior, como em outros países. Outro debate importante é que já passou do tempo de nossa categoria aceitar em seus sindicatos, em definitivo, quem não tem diploma. Muitos destes trabalham e lutam pela dignidade da profissão, mais do que vários que ostentam seus certificados em moldura dourada, mas não são reconhecidos pelos próprios colegas.
O que me deixa um tanto quanto cabreiro é que, neste momento, em que o debate saudavelmente ganha a arena pública por conta do avanço da proposta no Congresso, a tentativa de fazer valer um ponto de vista ou outro está sendo feito com base em argumentação questionável. Na época da votação no STF, o ministro Gilmar Mendes, na defesa do fim da obrigatoriedade, afirmou que “a profissão de jornalista não oferece perigo de dano à coletividade tais como medicina, engenharia, advocacia – nesse sentido por não implicar tais riscos não poderia exigir um diploma para exercer a profissão”. Na última semana, li diversos colegas usarem a mesma linha de raciocínio, verificando que Gilmar fez escola ou aprendeu com ela.

(Antes de mais nada, perguntar não ofende: se não oferece perigo, por que ele reclama tanto de nós?)

Discordo dessa linha de argumentação. Na minha opinião, ter um diploma em jornalismo não significa exercer a profissão com mais ou menos ética – considerando que a maioria de nós, que fazemos grandes besteiras, frequentamos faculdades. Mas, sim, o exercício do jornalismo pode causar danos mais amplos, profundos e duradouros do que a queda de uma ponte ou um erro médico. A incompetência, preguiça ou má fé de nós, jornalistas, pode acabar com vidas de um dia para noite, ajudar a derrubar governos, detonar guerras, justificar genocídios. E a capivara de crimes cometidos por nós, jornalistas, seria melhor conhecida se não fossemos os responsáveis por fazer a informação chegar à mesma sociedade que nos condenaria. Afinal, fomos os iluminados que fizeram a ponte entre a notícia e você. Até agora, é claro, pois está sendo muito didático para muita gente ter as matérias desmentidas em rede e online…

A profissão com maior potencial de dano não é o cerne da discussão. Muito menos se estudar o jornalismo em uma faculdade é fundamental ou não. E sim de que forma nós, jornalistas, podemos garantir que a sociedade receba a melhor informação possível para tomar suas decisões, com ou sem diploma, com ou sem uma empresa de comunicação por trás. Ou como garantir, de fato, que nós, jornalistas, sejamos responsabilizados por danos causados a terceiros erroneamente. E como nós, jornalistas, possamos nos enxergar como trabalhadores e não como patrões. E, talvez o mais importante, como fazer com que nós, jornalistas, possamos entender que não somos observadores independentes da realidade. Somos parte do tecido social, quer gostemos dele ou não.

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PT lança Rede Social com foco na participação em campanhas e governos

Ferramenta interativa permite elaboração de plano de governo colaborativo, debates e agendamento de eventos.

O PT divulga sua plataforma de interação social denominada governando.com.pt cujo nome, também dá origem ao site em que a mesma poderá ser acessada. O governando.com.pt é uma ferramenta que integra a experiência e as funcionalidades de uma rede social para que todos os brasileiros possam participar e propor discussões políticas ao partido e seus apoiadores. 

 

Por meio das diversas ferramentas disponíveis na plataforma – entre elas fóruns, discussões sobre plano de Governo, publicação de fotos, músicas, artigos, criação de manifestos (abaixo assinado), marcação de eventos, páginas de projeto e blogs pessoais – o usuário passa a integrar a ferramenta de inclusão política no Brasil. Os políticos e militantes do PT, também passam a ter um ponto de encontro digital para o debate político, legislativo e executivo.


O governando.com.pt , desenvolvido em parceria com o IdeaValley & IdeaLabs, é uma das mais importante iniciativas relacionadas com as metas de um governo transparente e democrático, onde todos podem debater seus principais temas, dentro de uma linha do tempo, a exemplo das principais redes sociais existentes na internet. A similaridade com outras redes sociais também dispensa a necessidade de aprendizado para o uso da nova ferramenta: ou seja, a experiência que os internautas já têm nas redes sociais poderá ser associada ao governando.com,pt.

Em termos de integração com outras plataformas, o governando.com.pt permite importar seus álbuns de fotos do facebook, publicar simultaneamente conteúdo, tanto em sua linha do tempo principal, quanto na linha do tempo da sua conta no facebook ou twitter. Além disso, a ferramenta está habilitada para uso nos dispositivos celulares.

Entre as metas do governando.com.pt está a inclusão de uma página para todo político filiado ao PT, bem como um fórum para construção colaborativa de plano de governo dos que possuem mandato, criando assim uma memória eterna sobre temas, debates e ações participativas.

Por Ricardo Weg - Portal do PT

PT lançará o Programa "Pra Belém Crescer com o Brasil"



Acesse em primeira mão, o programa de governo de Alfredo Costa, candidato à prefeitura de Belém para as próximas eleições, o qual será lançado nesta segunda-feira (20/08), às 19h na sede da APPD.

Resultado uma complexa e abrangente metodologia, o Programa "Pra Belém Crescer com o Brasil" é fruto de muitos debates e anos de experiência e luta de sindicalistas, acadêmicos, religiosos, jovens e mulheres que se dispuseram em debater, nas diversas reuniões realizadas em todos os distritos de Belém, entre os meses de Março à Maio de 2012, logo depois das prévias que elegeram Alfredo Costa para a disputa eleitoral, representando o Partido dos Trabalhadores.

O documento terá uma tiragem de 300 cópias e será lançado amanhã, na sede da APPD (Veja o mapa), às 19h e Alfredo Costa espera que a militância, simpatizantes e todos os candidatos proporcionais, lotem o auditório da entidade, que deverá ficar pequeno para receber a "onda vermelha", como o evento está sendo mobilizado pelos ativistas digitais nas redes sociais.

"Estou ciente do grande compromisso de representar os anseios de milhares de militantes, dos mais variados segmentos, sejam eles dos movimentos sociais, entidades classistas, representante sindicais e populares e é com essa aliança e o apoio de nossa presidente Dilma, que espero reverter os dados apresentados pelas primeiras pesquisas eleitorais realizadas em Belém", afirmou Alfredo Costa para o blog, otimista por ter a força que nenhum outro candidato possui: A militância aguerrida e a simpatia do povo de Belém, que segundo ele, sabe que onde o PT governa, dá certo.

Para ler e baixar o Programa "Pra Belém Crescer com o Brasil, clique aqui!

domingo, agosto 19, 2012

Discurso de Assange na Embaixada Equatoriana




No blog da Tatiane Pires.

Estou aqui por não poder estar mais próximo de vocês.

Obrigado por estarem aqui.

Obrigado por sua resolução e generosidade de espírito.

Na noite de quarta-feira, depois de a ameaça ser enviada a esta embaixada, e a polícia invadir o prédio, vocês vieram no meio da noite para acompanhar tudo e trouxeram os olhos do mundo com vocês.

Dentro desta embaixada, depois da escuridão, eu pude ouvir os policiais entrando no prédio pela saída de emergência.

Mas eu sabia que haveria testemunhas.

E isso foi graças a vocês.

Se o Reino Unido não jogou fora a Convenção de Viena na outra noite, foi porque o mundo estava assistindo.

E o mundo estava assistindo porque vocês estavam assistindo.

Na próxima vez que alguém disser a vocês que é inútil defender os direitos que tanto valorizamos, lembre-o da sua vigília na escuridão pela Embaixada do Equador.

E como, pela manhã, o sol veio sobre um mundo diferente, e uma corajosa nação Latino Americana tomou a frente por justiça.

Então, para essas bravas pessoas,

Eu agradeço o Presidente Correa pela coragem que ele mostrou ao considerar e conceder-me asílo político.

E agradeço o governo e o Ministro de Relações Exteriores, Ricardo Patino, que confirmaram a Constituição Equatoriana e sua noção de direitos universais ao considerar meu caso.

E ao povo equatoriano pelo apoio e por defender essa Constituição.

E eu tenho um débito de gratidão às pessoas que trabalham nesta embaixada cujas famílias vivem em Londres, e que tem me mostrado hospitalidade e bondade apesar das ameaças que receberam.

Nesta sexta-feira, haverá uma reunião de emergência dos ministros de relações exteriores da América Latina, em Washington DC, para tratar desta situação.

Sou grato ao povo e aos governos da Argentina, do Brasil, do Chile, da Colômbia, de El Salvador, de Honduras, do México, da Nicarágua, do Peru, da Venezuela e de todos os demais países Latino Americanos que vieram defender o direito ao asílo.

Ao povo dos Estados Unidos, do Reino Unido, da Suécia e da Austrália, que tem me apoiado mesmo quando seus governos não apoiaram. E às pessoas sábias nesses governos que ainda lutam por justiça, o dia de vocês chegará.

Aos trabalhadores, apoiadores e fontes do WikiLeaks cuja corajem, comprometimento e lealdade não tem igual.

A minha família e meus filhos que foram negados seu pai. Perdoem-me. Nós nos reuniremos novamente em breve.

Enquanto o WikiLeaks permanecer sob ameaça, também permanece ameaçada a liberdade de expressão e a saúde de nossas sociedades.

Nós devemos usar este momento para articular a escolha que está diante do governo dos Estados Unidos da América.

Irá retornar e reafirmar os valores sob os quais foi fundado?

Ou cairá no precipício, arrastando-nos todos para um mundo perigoso e opressivo em que jornalistas se calam sob o medo de serem processados, e os cidadãos precisam sussurrar na escuridão?

Eu digo que deve voltar.

Eu peço ao Presidente Obama que faça a coisa certa.

Os Estados Unidos devem renunciar sua caça às bruxas contra o WikiLeaks.

sexta-feira, agosto 17, 2012

Os vaqueiros do Marajó e a saga da mídia anti-Brasil



As boas notícias nos jornais hoje mostram que não adiante torcer contra, pois, pior, é ter que reconhecer que errou ainda que seja envergonhadamente.

O emprego, em julho, superou as expectativas de expansão em 120 mil vagas e chegou à casa dos 140 mil. O governo ampliou o teto de endividamento dos estados, de 39 bi para 42 bi, com foco em saneamento, infra-estrutura, mobilidade urbana e habitação: ou seja, o que contempla o ítem central da autorização anterior, que é combate à pobreza e suas consequências.

A economia começou a dar sinais claros de recuperação (os jornalões tratam sob o prisma de "moderadamente". Tanto no varejo quanto na indústria.
Por fim, a Argentina assumiu a liderança do gasto público na América Latina, deixando Brasil em 2o e Venezuela em 3o. Os três gigantes sul-americanos, portanto, dão a tônica do modelo de desenvolvimento que dá certo: a mão visível do estado intervindo pesadamente na anarquia de mercado. Que essa tendência seja a base para a reformulação almejada e necessária do Mercosul após o ingressos dos bolivarianos.

Desafios a superar

Porém, as notícias de hoje revelam entraves a serem superados, dentro do processo de planejamento e financiamento do desenvolvimento. As queimadas na Mata Atlântica já começam a ter um peso forte na poluição dos Oceanos, apenas 20% da produção brasileira escoa por trilhos, quando nos EUA, Rússia e China, esse índice é, respectivamente, de 45% e 50%, e o plano de expansão para a marca de 30%, embora ousada, não abarca o transporte de passageiros, que seria uma das soluções para um transporte mais barato e menos poluente; Manaus, Recife e Cuiabá, sedes da Copa de 2014, ainda não são capazes de fornecer abastecimento de água por 24h para a população e essa provisão não consta em suas metas para a Copa. Enfim, há um Brasil ainda a ser construído e libertado, mas estamos indo bem.

Babaquice no 'The Economist'

A publicação inglesa diz hoje ('Economist' vê mudança de rumo de Dilma - O Globo) que "o governo anunciou um plano para privatizar a infraestrutura ao mesmo tempo em que resiste à pressão dos servidores públicos em greve. Para a revista, o anúncio de parceria com o setor privado representa uma guinada do governo em relação às bandeiras do PT."


Bobagem absoluta.


Os servidores tem reajustes reais desde que o PT assumiu o governo e aumentos vertiginosos (porém justíssimos dada a Era FHC de arrocho) durante os mandatos do presidente Lula. Nesta negociação, o governo concedeu aumento real e considerável, porém a prioridade é proteger o emprego e a política social que abarcam os mais vulneráveis. Então, não tem nada a ver com redução do estado ou asneiras assemelhadas bem ao gosto do 'The Economist', mas o contrário: uma profunda preocupação com o social num tempo de grave crise mundial e partindo de uma excelente retaguarda salarial dos servidores.




Por outro lado, embora a mídia chame as concessões de privatização para tentar vender petista por tucano, foi criada uma empresa com dois pecados originais: tem em sua sigla as "malditas" palavras "estatal" e "planejamento". Ela organizará a parceria com a iniciativa privada para melhorar a malha viária do país. Inclusive, a EPL poderá prestar consultoria e se associar às concessionárias. É estatismo na veia e tocando a iniciativa privada tal como os bons vaqueiros da ilha do Marajó.

sábado, agosto 11, 2012

PT Ananindeua lança candidaturas confiante que irá ao 2º turno


 
Na noite desta sexta-feira (10), o PT Ananindeua reuniu centenas de militantes, de vários bairros do município, para o lançamento das candidaturas que disputarão o processo eleitoral 2012.

Além do candidato a prefeito, Luís Freitas, os candidatos e candidatas à vereadores (as), estavam confiantes de que de agora em diante, com a campanha nas ruas, Ananindeua irá avermelhar com a esperança de uma cidade que se desenvolva com justiça social, emprego e segurança para todos os que escolheram o município como seu local e trabalho e moradia.

José Oeiras, presidente do PT-Ananindeua, resgatou os 33 anos do partido e disse que as lutas sociais que o partido encabeçou durante esse período lhe asseguram a legitimidade para chegar à prefeitura e que conta com o apoio do PT Estadual e Nacional para que Ananindeua cresça com o Brasil.

O presidente do PT Estadual, João Batista, esteve presente no ato e afirmou que o PT tem todas as condições de ir para o 2º turno das eleições e que o povo reconhece a força das gestões petistas, tanto no governo do Estado, quanto no governo Federal, que muito contribuíram para o desenvolvimento do município, durante dos últimos anos.



Luis Freitas, candidato do PT para a prefeitura de Ananindeua, disse que sua candidatura é o resultado das forças sociais e da organização popular que o PT ajudou a construir durante as últimas décadas e que tem plena convicção de que estará no 2º turno, com a força do povo que sabe que onde o PT governa dá certo.

Freitas lembrou que esse ano, pela 1ª vez, Ananindeua terá propaganda eleitoral gratuita na TV. Record e RBA farão a exibição dos programas partidários e os debates entre os candidatos e que acredita que o PT conseguirá lutar contra a estrutura financeira que os demais candidatos estão utilizando, com a garra e história que cada militante petista carrega e na esperança que o povo de Ananindeua ainda reserva, por saber que dias melhores virão.


sexta-feira, agosto 10, 2012

Ministro Gilberto Carvalho apoia Alfredo Costa

Responsável por estabelecer a proximidade do governo de Dilma Rousseff com os movimentos sociais, o ministro Gilberto Carvalho, chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, disse que os movimentos sociais acabam compreendendo mais as demandas do país do que os próprios partidos políticos. Para o ministro, os movimentos amadureceram no Brasil nas últimas décadas e, ao contrário dos partidos políticos, investiram da formação de seus quadros. Carvalho defendeu a necessidade de uma reforma eleitoral no Brasil e apontou o voto em lista e o financiamento público de campanha como forma de mudar a atual realidade, que na sua avaliação induz à corrupção.

Confira o vídeo de apoio de Gilberto Carvalho à Alfredo Costa, candidato petista que disputa a prefeitura de Belém. Além do Ministro, outras lideranças nacionais farão o mesmo.
 

Criador e a criatura: a volta de Lei da Mordaça, agora em Ananindeua

Daniel Santos (PODE) seria o criador da ideia de emplacar a "Lei da Mordaça" na Câmara Municipal de Ananindeua, resgatando os mol...