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quinta-feira, fevereiro 07, 2019

Depois da grande repercussão negativa, Helder Barbalho nega que fará corte nos salários

Por Diógenes Brandão

O governo de Helder Barbalho, através da secretária de Estado de Planejamento e Administração, Hanna Ghassan, negou que tenha assinado uma carta solicitado ao Supremo Tribunal Federal (STF), autorização para corte de salários de servidores públicos. A negativa do governo estadual foi uma resposta ao que informou o jornal Folha de São Paulo, na tarde desta quinta-feira, 7. 



Percebendo que a nota emitida pela secretaria estadual não seria suficiente para estancar a sangria, o governador Helder Barbalho gravou um vídeo de dentro do seu veículo, no começo desta noite, onde afirma categoricamente, que não haverá cortes nos salários dos servidores públicos do Estado, mas limitou-se a isso, sem dizer se o governo emitiu nota ao jornal que trouxe a informação, pedindo reparação ou correção do que foi divulgado.

A fanpage do blog traz o vídeo que recebeu pelo Whatsapp e que foi publicado pelo governador. 

Assista:


Vice-governador peita Bolsonaro contra a privatização do BASA

"Não aceitamos a desestatização do BASA", disse o vice-governador Lúcio Vale,  ao lado de Helder Barbalho,  e o presidente do Banco da Amazônia.

Por Diógenes Brandão

O vice-governador do Pará, Lúcio Vale (PR) usou sua fanpage para desafiar o governo federal e disse que é totalmente contra a desestatização do Banco da Amazônia, projeto que segundo ele está sendo movimentado pelo governo de Jair Bolsonaro (PSL). 

O tom elevado pode ser considerado uma afronta e uma tentativa de fazer resistência ao programa neoliberal da equipe econômica do Ministro da Economia, Paulo Guedes, um radical defensor da privatização e da entrega de empresas públicas para mega-empresários brasileiro e internacionais.

Leia abaixo o ousado post do vice-governador do Pará, que até dezembro de 2017 chegou a ser incentivado a ser candidato ao senado, para dar continuidade nas suas atividades em defesa dos interesses do Estadom, no Congresso Nacional, mas aceitou o convite de ser vice de Helder Barbalho, eleito governador do Pará.