Ao que tudo indica as eleições da UEPA que andava com seus desdobramentos contigenciados na justiça, dão ares de resoluções que independem deste poder, ficando agora na devida esfera governamental a decisão de nomeação do candidato mais votado para o cargo de reitor daquela universidade.
Dentro do PT, passa-se lista de apoio como the last (como chama a última música da feria do som, o apresentador Edgar Augusto) tentativa de manter pressionada a governadora para que esta nomeei seu "companheiro" ao invés do candidato mais votado, mas tudo tem indicado que o atitude de Bira tem se revelado cansativa e desgastante até para si mesmo, pois com o intuito de pressionar exigindo apoio político-partidário, causa contrangimento à quem por este é procurado.
Foi o sentimento que diversos militantes e dirigentes petistas declararam nos últimos dias às Falas. No mais, nos corredores da badalada corrida eleitoral de 2008, já se revela que o vereador Marquinho, acena para compor o governo estadual, numa posição que lhe garantiria manter condições de ter sua autonomia como parlamentar em 2008 em diante, sem ter que estar com a cabeça na guilhotina por conta das ameaças de retorno de Bira à câmara de vereadores, de onde saiu para ser secretário adjunto e candidato à reitor da UEPA deixando a suplência de seu mandato ao Marquinho da Condor pra alguns, das torcidas para outros e do PT para tantos outros e outras.
Com essa confirmação, nos próximos dias, configura-se que a governadora e a sociedade organizada e formadores de opinião conseguirão ver fazer valer o direito democrático e finalmente a UEPA terá seu novo reitor eleito, nomeado.
Demorou mas o que era para acontecer está próximo. Tirando o desgaste desnecessário - mais educativo - fica a pergunta: Quem ganhou e quem perdeu com mais de 3 meses de emblóglio sobre o caso?