quarta-feira, novembro 07, 2012

Confira a votação dos Royalties do Petróleo e conheça os deputados traidores da Educação no Brasil

Anote bem o nome destes deputados e de seus partidos e saibam o que fazer quando vierem com a falácia de que é necessário investir na educação e blá, blá, blá..


Resultado da votação
Sim:
220
Não:
211
Abstenção:
1
Total da Votação:
432
Art. 17:
1
Total Quorum:
433
Obstrução:
2

Presidente da Casa: Marco Maia - PT /RS
Presidiram a Sessão: 
Marco Maia - 16:23
Inocêncio Oliveira - 19:13
Marco Maia - 19:29 
Orientação
PT:
Não
PMDB:
Não
PSDB:
Liberado
PSD:
Liberado
PrPtdobPrpPhsPtcPslPrtb:
Sim
PP:
Não
PSB:
Liberado
DEM:
Sim
PDT:
Sim
PTB:
Sim
PvPps:
Liberado
PSC:
Liberado
PCdoB:
Não
PRB:
Liberado
PSOL:
Não
Minoria:
Liberado
GOV.:
Não

Parlamentar
UF
Voto
DEM
Abelardo Lupion
PR
Sim
Alexandre Leite
SP
Sim
Antonio Carlos Magalhães Neto
BA
Sim
Augusto Coutinho
PE
Sim
Claudio Cajado
BA
Sim
Davi Alcolumbre
AP
Sim
Efraim Filho
PB
Sim
Eli Correa Filho
SP
Sim
Fábio Souto
BA
Sim
Jairo Ataide
MG
Sim
João Bittar
MG
Sim
Jorge Tadeu Mudalen
SP
Sim
Júlio Campos
MT
Sim
Lael Varella
MG
Sim
Lira Maia
PA
Sim
Luiz Carlos Setim
PR
Sim
Mandetta
MS
Sim
Mendonça Filho
PE
Sim
Mendonça Prado
SE
Sim
Onyx Lorenzoni
RS
Sim
Pauderney Avelino
AM
Sim
Paulo Cesar Quartiero
RR
Sim
Professora Dorinha Seabra Rezende
TO
Sim
Rodrigo Maia
RJ
Obstrução
Ronaldo Caiado
GO
Sim
Vitor Penido
MG
Sim
Total DEM: 26   
PCdoB
Alice Portugal
BA
Não
Assis Melo
RS
Não
Chico Lopes
CE
Não
Daniel Almeida
BA
Não
Evandro Milhomen
AP
Não
Jandira Feghali
RJ
Não
João Ananias
CE
Não
Luciana Santos
PE
Não
Manuela D`ávila
RS
Não
Osmar Júnior
PI
Não
Total PCdoB: 10   
PDT
Ângelo Agnolin
TO
Sim
Damião Feliciano
PB
Sim
Dr. Jorge Silva
ES
Não
Enio Bacci
RS
Sim
Felix Mendonça Júnior
BA
Sim
Flávia Morais
GO
Sim
Giovani Cherini
RS
Sim
João Dado
SP
Sim
Manato
ES
Não
Marcelo Matos
RJ
Não
Marcos Rogério
RO
Sim
Miro Teixeira
RJ
Não
Oziel Oliveira
BA
Sim
Paulo Pereira da Silva
SP
Sim
Paulo Rubem Santiago
PE
Sim
Reguffe
DF
Não
Salvador Zimbaldi
SP
Não
Sebastião Bala Rocha
AP
Sim
Sueli Vidigal
ES
Não
Wolney Queiroz
PE
Sim
Zé Silva
MG
Sim
Total PDT: 21   
PEN
Berinho Bantim
RR
Sim
Fernando Francischini
PR
Sim
Total PEN: 2   
PHS
José Humberto
MG
Sim
Total PHS: 1   
PMDB
Adrian
RJ
Não
Alberto Filho
MA
Sim
Alceu Moreira
RS
Não
Alexandre Santos
RJ
Não
André Zacharow
PR
Não
Antônio Andrade
MG
Não
Asdrubal Bentes
PA
Não
Benjamin Maranhão
PB
Não
Carlos Bezerra
MT
Sim
Celso Maldaner
SC
Não
Danilo Forte
CE
Não
Darcísio Perondi
RS
Não
Edinho Araújo
SP
Não
Edinho Bez
SC
Não
Edson Ezequiel
RJ
Não
Eduardo Cunha
RJ
Não
Elcione Barbalho
PA
Não
Eliseu Padilha
RS
Não
Fabio Trad
MS
Não
Fátima Pelaes
AP
Sim
Flaviano Melo
AC
Sim
Gabriel Chalita
SP
Não
Genecias Noronha
CE
Não
Geraldo Resende
MS
Não
Giroto
MS
Não
Henrique Eduardo Alves
RN
Não
Hermes Parcianello
PR
Não
Hugo Motta
PB
Sim
Íris de Araújo
GO
Sim
João Arruda
PR
Não
João Magalhães
MG
Sim
Joaquim Beltrão
AL
Sim
Júnior Coimbra
TO
Sim
Leandro Vilela
GO
Não
Lelo Coimbra
ES
Não
Leonardo Picciani
RJ
Não
Lucio Vieira Lima
BA
Sim
Luiz Pitiman
DF
Não
Manoel Junior
PB
Sim
Marçal Filho
MS
Não
Marcelo Castro
PI
Não
Marinha Raupp
RO
Não
Mauro Benevides
CE
Não
Mauro Lopes
MG
Não
Mauro Mariani
SC
Não
Nelson Bornier
RJ
Não
Newton Cardoso
MG
Não
Nilda Gondim
PB
Sim
Odílio Balbinotti
PR
Não
Osmar Serraglio
PR
Não
Osmar Terra
RS
Não
Pedro Chaves
GO
Sim
Pedro Novais
MA
Abstenção
Pedro Paulo
RJ
Não
Professor Setimo
MA
Sim
Raimundão
CE
Sim
Raul Henry
PE
Sim
Renan Filho
AL
Sim
Rodrigo Bethlem
RJ
Não
Rogério Peninha Mendonça
SC
Sim
Ronaldo Benedet
SC
Não
Rose de Freitas
ES
Não
Sandro Mabel
GO
Sim
Saraiva Felipe
MG
Não
Washington Reis
RJ
Não
Wilson Filho
PB
Sim
Total PMDB: 66   
PMN
Jaqueline Roriz
DF
Sim
Total PMN: 1   
PP
Afonso Hamm
RS
Sim
Arthur Lira
AL
Não
Beto Mansur
SP
Não
Carlos Magno
RO
Sim
Dilceu Sperafico
PR
Sim
Dimas Fabiano
MG
Sim
Eduardo da Fonte
PE
Sim
Esperidião Amin
SC
Não
Gladson Cameli
AC
Sim
Jair Bolsonaro
RJ
Não
João Leão
BA
Não
João Pizzolatti
SC
Sim
José Linhares
CE
Sim
José Otávio Germano
RS
Não
Lázaro Botelho
TO
Não
Luis Carlos Heinze
RS
Sim
Luiz Fernando Faria
MG
Sim
Mário Negromonte
BA
Sim
Missionário José Olimpio
SP
Sim
Nelson Meurer
PR
Sim
Paulo Maluf
SP
Não
Pedro Henry
MT
Sim
Renato Molling
RS
Não
Renzo Braz
MG
Sim
Roberto Balestra
GO
Sim
Roberto Britto
BA
Não
Roberto Teixeira
PE
Não
Sandes Júnior
GO
Sim
Simão Sessim
RJ
Não
Toninho Pinheiro
MG
Sim
Vilson Covatti
RS
Sim
Waldir Maranhão
MA
Sim
Total PP: 32   
PPS
Almeida Lima
SE
Sim
Arnaldo Jardim
SP
Não
Arnaldo Jordy
PA
Sim
Augusto Carvalho
DF
Sim
Carmen Zanotto
SC
Sim
Roberto Freire
SP
Sim
Rubens Bueno
PR
Não
Sandro Alex
PR
Sim
Stepan Nercessian
RJ
Não
Total PPS: 9   
PR
Aelton Freitas
MG
Sim
Anderson Ferreira
PE
Sim
Anthony Garotinho
RJ
Não
Aracely de Paula
MG
Sim
Bernardo Santana de Vasconcellos
MG
Sim
Davi Alves Silva Júnior
MA
Sim
Dr. Adilson Soares
RJ
Não
Francisco Floriano
RJ
Não
Gorete Pereira
CE
Sim
Inocêncio Oliveira
PE
Sim
Jaime Martins
MG
Sim
João Carlos Bacelar
BA
Não
João Maia
RN
Sim
Laercio Oliveira
SE
Sim
Lincoln Portela
MG
Sim
Luciano Castro
RR
Sim
Lúcio Vale
PA
Sim
Maurício Quintella Lessa
AL
Sim
Milton Monti
SP
Sim
Neilton Mulim
RJ
Não
Paulo Feijó
RJ
Obstrução
Tiririca
SP
Sim
Vicente Arruda
CE
Sim
Wellington Fagundes
MT
Sim
Wellington Roberto
PB
Sim
Zoinho
RJ
Não
Total PR: 26   
PRB
Acelino Popó
BA
Sim
Antonio Bulhões
SP
Não
Cleber Verde
MA
Sim
George Hilton
MG
Sim
Heleno Silva
SE
Sim
Jhonatan de Jesus
RR
Sim
Márcio Marinho
BA
Sim
Otoniel Lima
SP
Sim
Vilalba
PE
Sim
Vitor Paulo
RJ
Não
Total PRB: 10   
PRP
Jânio Natal
BA
Sim
Total PRP: 1   
PRTB
Aureo
RJ
Não
Total PRTB: 1   
PSB
Alexandre Roso
RS
Não
Antonio Balhmann
CE
Não
Audifax
ES
Não
Domingos Neto
CE
Não
Edson Silva
CE
Não
Givaldo Carimbão
AL
Sim
Glauber Braga
RJ
Não
Gonzaga Patriota
PE
Sim
Isaias Silvestre
MG
Não
Jonas Donizette
SP
Não
José Stédile
RS
Não
Júlio Delgado
MG
Sim
Keiko Ota
SP
Não
Laurez Moreira
TO
Sim
Leopoldo Meyer
PR
Sim
Luiz Noé
RS
Não
Luiza Erundina
SP
Não
Márcio França
SP
Não
Mauro Nazif
RO
Sim
Pastor Eurico
PE
Sim
Paulo Foletto
ES
Não
Ribamar Alves
MA
Sim
Sandra Rosado
RN
Sim
Severino Ninho
PE
Sim
Valadares Filho
SE
Sim
Valtenir Pereira
MT
Sim
Total PSB: 26   
PSC
Carlos Eduardo Cadoca
PE
Sim
Costa Ferreira
MA
Sim
Erivelton Santana
BA
Sim
Filipe Pereira
RJ
Não
Hugo Leal
RJ
Não
Leonardo Gadelha
PB
Não
Nelson Padovani
PR
Sim
Pastor Marco Feliciano
SP
Não
Professor Sérgio de Oliveira
PR
Sim
Takayama
PR
Sim
Zequinha Marinho
PA
Sim
Total PSC: 11   
PSD
Ademir Camilo
MG
Sim
Armando Vergílio
GO
Sim
Arolde de Oliveira
RJ
Não
Átila Lins
AM
Sim
Carlos Souza
AM
Sim
César Halum
TO
Sim
Danrlei De Deus Hinterholz
RS
Sim
Diego Andrade
MG
Sim
Dr. Paulo César
RJ
Não
Edson Pimenta
BA
Sim
Eduardo Sciarra
PR
Sim
Eleuses Paiva
SP
Sim
Eliene Lima
MT
Sim
Fábio Faria
RN
Sim
Felipe Bornier
RJ
Não
Fernando Torres
BA
Sim
Francisco Araújo
RR
Sim
Geraldo Thadeu
MG
Sim
Guilherme Campos
SP
Não
Guilherme Mussi
SP
Sim
Hélio Santos
MA
Sim
Heuler Cruvinel
GO
Sim
Hugo Napoleão
PI
Sim
Jefferson Campos
SP
Sim
Jorge Boeira
SC
Sim
José Carlos Araújo
BA
Sim
José Nunes
BA
Sim
Júlio Cesar
PI
Sim
Junji Abe
SP
Sim
Liliam Sá
RJ
Não
Manoel Salviano
CE
Sim
Marcelo Aguiar
SP
Sim
Marcos Montes
MG
Sim
Moreira Mendes
RO
Sim
Onofre Santo Agostini
SC
Sim
Paulo Magalhães
BA
Sim
Reinhold Stephanes
PR
Sim
Ricardo Izar
SP
Sim
Roberto Santiago
SP
Sim
Sérgio Brito
BA
Sim
Silas Câmara
AM
Sim
Walter Tosta
MG
Sim
Total PSD: 42   
PSDB
Alberto Mourão
SP
Não
Alfredo Kaefer
PR
Sim
Andreia Zito
RJ
Não
Antonio Carlos Mendes Thame
SP
Não
Antonio Imbassahy
BA
Não
Bonifácio de Andrada
MG
Sim
Bruna Furlan
SP
Não
Bruno Araújo
PE
Sim
Carlaile Pedrosa
MG
Sim
Carlos Brandão
MA
Sim
Carlos Sampaio
SP
Não
Cesar Colnago
ES
Não
Domingos Sávio
MG
Sim
Duarte Nogueira
SP
Não
Dudimar Paxiúba
PA
Sim
Eduardo Azeredo
MG
Sim
Eduardo Barbosa
MG
Sim
Emanuel Fernandes
SP
Não
Izalci
DF
Não
João Campos
GO
Sim
Jorginho Mello
SC
Sim
Jutahy Junior
BA
Não
Luiz Carlos
AP
Sim
Luiz Fernando Machado
SP
Sim
Luiz Nishimori
PR
Não
Mara Gabrilli
SP
Não
Marcio Bittar
AC
Não
Marco Tebaldi
SC
Sim
Marcus Pestana
MG
Sim
Nelson Marchezan Junior
RS
Sim
Nilson Leitão
MT
Sim
Otavio Leite
RJ
Não
Paulo Abi-Ackel
MG
Sim
Pinto Itamaraty
MA
Sim
Raimundo Gomes de Matos
CE
Sim
Reinaldo Azambuja
MS
Sim
Ricardo Tripoli
SP
Não
Rogério Marinho
RN
Não
Romero Rodrigues
PB
Sim
Valdivino de Oliveira
GO
Sim
Vanderlei Macris
SP
Não
Vaz de Lima
SP
Não
Walter Feldman
SP
Não
Wandenkolk Gonçalves
PA
Sim
William Dib
SP
Não
Zenaldo Coutinho
PA
Sim
Total PSDB: 46   
PSL
Dr. Grilo
MG
Sim
Total PSL: 1   
PSOL
Ivan Valente
SP
Não
Total PSOL: 1   
PT
Afonso Florence
BA
Não
Alessandro Molon
RJ
Não
Amauri Teixeira
BA
Não
André Vargas
PR
Não
Antônio Carlos Biffi
MS
Não
Arlindo Chinaglia
SP
Não
Artur Bruno
CE
Não
Assis Carvalho
PI
Não
Assis do Couto
PR
Não
Benedita da Silva
RJ
Não
Beto Faro
PA
Não
Bohn Gass
RS
Não
Cândido Vaccarezza
SP
Não
Carlinhos Almeida
SP
Não
Carlos Zarattini
SP
Não
Cláudio Puty
PA
Não
Dalva Figueiredo
AP
Não
Décio Lima
SC
Não
Devanir Ribeiro
SP
Não
Edson Santos
RJ
Não
Emiliano José
BA
Não
Erika Kokay
DF
Não
Eudes Xavier
CE
Não
Fátima Bezerra
RN
Não
Fernando Ferro
PE
Não
Fernando Marroni
RS
Não
Francisco Praciano
AM
Não
Gabriel Guimarães
MG
Não
Geraldo Simões
BA
Não
Gilmar Machado
MG
Não
Henrique Fontana
RS
Não
Iriny Lopes
ES
Não
Janete Rocha Pietá
SP
Não
Jesus Rodrigues
PI
Não
Jilmar Tatto
SP
Não
João Paulo Lima
PE
Não
João Paulo Cunha
SP
Não
José De Filippi
SP
Não
José Guimarães
CE
Não
José Mentor
SP
Não
Josias Gomes
BA
Não
Leonardo Monteiro
MG
Não
Luci Choinacki
SC
Não
Luiz Alberto
BA
Não
Luiz Couto
PB
Não
Luiz Sérgio
RJ
Não
Márcio Macêdo
SE
Não
Marco Maia
RS
Art. 17
Marcon
RS
Não
Miriquinho Batista
PA
Não
Nazareno Fonteles
PI
Não
Newton Lima
SP
Não
Padre João
MG
Não
Padre Ton
RO
Não
Paulo Ferreira
RS
Não
Paulo Pimenta
RS
Não
Paulo Teixeira
SP
Não
Pedro Eugênio
PE
Não
Pedro Uczai
SC
Não
Policarpo
DF
Não
Reginaldo Lopes
MG
Não
Ricardo Berzoini
SP
Não
Rogério Carvalho
SE
Não
Sérgio Barradas Carneiro
BA
Não
Sibá Machado
AC
Não
Taumaturgo Lima
AC
Não
Valmir Assunção
BA
Não
Vander Loubet
MS
Não
Vanderlei Siraque
SP
Não
Vicente Candido
SP
Não
Vicentinho
SP
Não
Waldenor Pereira
BA
Não
Weliton Prado
MG
Não
Zé Geraldo
PA
Não
Zeca Dirceu
PR
Não
Total PT: 75   
PTB
Alex Canziani
PR
Sim
Antonio Brito
BA
Não
Arnaldo Faria de Sá
SP
Sim
Arnon Bezerra
CE
Sim
Celia Rocha
AL
Sim
Jorge Corte Real
PE
Sim
José Augusto Maia
PE
Sim
José Chaves
PE
Sim
Jovair Arantes
GO
Sim
Nelson Marquezelli
SP
Sim
Paes Landim
PI
Não
Ronaldo Nogueira
RS
Sim
Sabino Castelo Branco
AM
Sim
Sérgio Moraes
RS
Sim
Silvio Costa
PE
Sim
Walney Rocha
RJ
Não
Total PTB: 16   
PTdoB
Lourival Mendes
MA
Sim
Luis Tibé
MG
Sim
Total PTdoB: 2   
PV
Antônio Roberto
MG
Sim
Dr. Aluizio
RJ
Não
Fábio Ramalho
MG
Sim
Henrique Afonso
AC
Não
Paulo Wagner
RN
Não
Penna
SP
Sim
Roberto de Lucena
SP
Sim
Rosane Ferreira
PR
Sim
Sarney Filho
MA
Sim
Total PV: 9   

CENIN - Coordenação do Sistema Eletrônico de Votação.
 

Eleições 2012: veneno da mídia tem endereço certo

No Blog do Rochinha

RECORDAR É VIVER. ESTE ARTIGO, PUBLICADO NO DIA 16 DE MARÇO DE 2012 NESTE BLOG, CAI COMO UMA LUVA NO MOMENTO ATUAL.

O resultado do processo eleitoral de 2012 apontará os rumos para 2014. É mais do que natural, portanto, que as forças vivas da política, representadas pelos partidos e seus líderes, se movimentem na tentativa de garantir e ampliar espaços no Legislativo e no Executivo.

Mas a luta pelo poder não se limita ao interesse partidário. Existem outros atores, tão ou mais importantes, jogando o mesmo jogo. Com a proximidade das eleições, fica mais fácil enxergá-los. Nesse tabuleiro estão, entre as peças de maior destaque, os movimentos sociais, o empresariado, os sindicatos, os setores religiosos, as figuras de status institucional e a chamada grande mídia.


É sobre esta última que eu gostaria de falar um pouco, especialmente para alertar os companheiros e as companheiras que se desesperam ou desiludem diante da avalanche diária de notícias negativas contra nosso partido, nosso governo e a atividade política em geral.


Teoricamente, os meios de comunicação deveriam cumprir o papel de fomentar o debate democrático, se não com imparcialidade, ao menos com espírito desarmado, respeitando os fatos e produzindo relatos jornalisticamente honestos – o que faria um bem enorme não só ao país e à Democracia, mas também, acredito eu, aos próprios veículos.


Infelizmente, não cabem ilusões a esse respeito. Já sabemos por antecipação que em 2012, como em 2010, 2008, 2006, 2004..., vários setores da grande imprensa brasileira irão cerrar fileiras contra os candidatos do PT e seus aliados, sobretudo nos grandes centros, usando conhecidas táticas de desinformação e manipulação, requentando antigas “denúncias” e se pautando pela máxima do “Velho Guerreiro”, aquele que veio ao mundo para confundir, não explicar.


Nos últimos dias, a imprensa tem se dedicado a fomentar a discórdia em todos os níveis da atividade política. Quem acompanha esse tipo de noticiário fica com a impressão de que estamos diante de uma guerra generalizada. Repórteres e comentaristas falam de governo versus Congresso; governo versus PT; Lulistas versus Dilmistas; PT versus partidos da base; e até PT versus PT.


Não há nada de novo nisso, mas o que mais me incomoda, em toda essa confusão, é o profundo desconhecimento de como funciona o PT.


Por isso, perdoem o tom didático, mas sou obrigado a começar do começo.


O PT é composto por várias correntes de pensamento. A maior delas é a Construindo um Novo Brasil (CNB), da qual sou coordenador nacional.


A CNB, na composição interna de forças, faz parte da chapa “O Partido que Muda o Brasil” (PMB), que, ao lado das tendências Novos Rumos e PT de Luta e de Massas (PTLM), detém maioria numérica no Diretório Nacional, na Executiva Nacional e nas bancadas da Câmara e do Senado.


Na CNB, como nas demais correntes, se discutem idéias. Não existe centralização nem busca por hegemonia. Embora sejamos majoritários, trabalhamos sempre na perspectiva de construção de consenso em nome daquilo que realmente importa: a unidade partidária necessária para garantir a continuidade de nosso projeto político vitorioso.


Há provas concretas a esse respeito. Por exemplo: no ano passado, foi a CNB quem tomou a iniciativa de indicar, para a presidência nacional do PT, o companheiro Rui Falcão, que milita entre os quadros da tendência Novos Rumos. Seu nome, nunca é demais lembrar, foi aclamado por unanimidade pelo Diretório Nacional, em votação histórica que contou com o valoroso testemunho de toda a imprensa.


Também em 2011, quando da escolha do nome petista para disputar a Presidência da Câmara dos Deputados, nossa chapa fez uma discussão altamente democrática em torno dos nomes de João Paulo Cunha (CNB), Cândido Vacarezza (Novos Rumos) e Marco Maia (ligado a uma corrente menor do Rio Grande do Sul, a Ação Democrática). Havia ainda o nome de Arlindo Chinaglia, da corrente Movimento PT. No final, prevaleceu a indicação do companheiro Marco Maia – resultado respeitado por todos os integrantes da CNB, da chapa e demais petistas com direito a voto na eleição da Mesa.


No jogo de composições internas, que não é uma anomalia, como faz crer a imprensa, mas sim a essência da política, o mundo vive dando voltas, e comete um grande erro quem tenta analisar a conjuntura observando apenas o fato isolado.


Há quem diga que a escolha do companheiro Arlindo Chinaglia para líder o governo, ocorrida nesta semana, “isola” e “enfraquece” a CNB – ou o presidente Lula. Aos que pensam assim, gostaria de informar que um dos principais defensores internos do nome de Chinaglia, na disputa do ano passado, foi o deputado Odair Cunha (MG), que é, pasmem!, da CNB.


Da mesma maneira, quando Chinaglia concorreu e ganhou a Presidência da Câmara, em 2007, o coordenador de sua campanha foi, pasmem de novo, Cândido Vacarezza!


Eu poderia me estender longamente sobre vários outros episódios, mas acredito que esses três casos dão bem a medida de como funciona a democracia interna no PT.


As correntes tem seu calendário de discussão, cujo caráter deve ser mais conjuntural e de orientação partidária do que de decisão ou imposição política ao Legislativo e ao Executivo. Enquadrar as bancadas na lógica das tendências constitui, em minha opinião, um equívoco político primário.


É claro que governantes e parlamentares petistas precisam considerar o programa do partido. Mas a boa atuação governamental, e mesmo parlamentar, exige a ampliação desse debate, com respeito às demais forças políticas, econômicas e sociais, sobretudo as que nos ajudam a governar.


Não existe, na CNB, na chapa, na bancada ou na base, divergências de fundo ou de concepção quanto ao projeto de país iniciado no governo Lula e que segue firme sob a batuta da presidenta Dilma Rousseff.


Existem, sim, disputas e reivindicações legítimas por espaços na gestão, na definição de projetos e na participação efetiva no governo – o que vale tanto para o PT como para os aliados. Trata-se de um processo permanente de composição e acomodação de forças, que vai agregando elementos novos a cada dia. Quando esses elementos não estão bem articulados, quando há mais desencontro que entendimento, quando os interesses pessoais se sobrepõem ao projeto coletivo, então surgem as “crises” como a que assistimos agora. Sim, a “crise” é real e demanda correção urgente de rumos.


A mídia, no entanto, além de operar para confundir a opinião pública, ainda trata esses movimentos reivindicatórios como se fossem ações criminosas.


Pode-se criticar a conformação do sistema político brasileiro. Enquanto o sistema não muda, porém, não há como governar fora dele. Ou os jornais e seus articulistas acham mesmo que seríamos ingênuos ao ponto de ganhar uma eleição e depois chamar a oposição para ocupar os cargos? A imprensa sabe que não. Por isso vive de espalhar intrigas, fofocas, mentiras, na expectativa de que os petistas escorreguem em tais cascas de banana (o que, para meu desgosto, acontece com alguma freqüência...).


No mais, não foi o PT que inventou os mecanismos de governabilidade que estão aí e que a mídia hoje considera espúrios (aliás, apenas quando se trata do governo federal...). Nós, ao contrário, insistimos há muitos anos na urgência de uma reforma política que faça a democracia brasileira avançar também nesse campo. Infelizmente, temos sido voz quase isolada.

segunda-feira, novembro 05, 2012

Puty, presidente da CPI do Trabalho escravo faz balanço


O deputado federal, Cláudio Puty (PT-PA), informou à TVPT a prioridade de pautas da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), presidida por ele, que investiga a questão do trabalho escravo no Brasil.

"Rumamos para a conclusão da CPI e estivemos um ano com balanço positivo com a aprovação da PEC do Trabalho Escravo, com a ida para a São Paulo onde encontramos mais que clara a evidência de um novo tipo de trabalho degradante, que é o trabalhador urbano e boliviano trabalhando na indústria têxtil. Fomos ao Pará com membros da bancada ruralista e eles mesmo ficaram estarrecido com as condições de trabalho".

De acordo com Puty, o objetivo agora é concretizar o processo de elaboração legislativa e fazer um balanço das atividades realizadas pela Comissão este ano.

"Então, nós temos condições ali para além das disputas políticas e ideológicas com representantes da esquerda e da bancada ruralista de tentar, quem sabe, a um consenso no sentido de apresentar algumas peças de elaboração legislativa que consiga punir o trafico de pessoas associadas ao trabalho escravo, que consiga punir as empresas e responsabilizá-las pelas suas terceirizadas que tem trabalho degradante. Enfim, neste final do ano, nós vamos priorizar o processo de elaboração legislativa e fazer o apanhado geral deste ano de trabalho da CPI", enfatiza.

(Fabricia Neves -- Rádio PT)

Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará (João 8:32)





No Facebook do Lelo Purini

Hoje (4 de Novembro de 2012) ocorreu em São Paulo, na Alameda Casa Branca 800 um ato em Memória da queda de Carlos Marighella. Contou com a presença de inúmeros lutadores da nossa democracia, incluindo Clara Scharf e o Presidente da Comissão Estadual da Verdade de São Paulo, Adriano Diogo.

Demarcar a história para que nunca esqueçamos e jamais se repita! #MemóriaParaTodos


Nota do Blog: Para conhecer um pouco da história de Carlos Marighella, clique aqui!

Latifundiários da Amazônia tem a maior concentração de trabalho escravo


Em vermelho, áreas embargadas pelo Ibama por problemas ambientais. Fonte: Siscom.
Por Guilherme Zocchio da Repórter Brasil no site do MST

Mais de um terço das libertações de escravos realizadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego de 1º de janeiro até 18 de outubro de 2012 aconteceram em fazendas de gado dentro dos limites da Amazônia Legal, de acordo com dados da Comissão Pastoral da Terra (CPT). Dos 150 flagrantes registrados até agora em 2012, 54 envolveram pecuária na região. 

Estatísticas gerais sobre o assunto foram divulgadas na semana passada (clique aqui para acessar tabela completa) e reforçam a associação entre desmatamento para abertura de pastos e trabalho escravo.  “As atividades de trabalho ligadas à pecuária, como a preparação do roço de juquira [limpeza no pasto] e a manutenção de cercas, têm sido historicamente as mais recorrentes de utilização de trabalho escravo”, aponta o frei Xavier Plassat, da CPT.

Segundo Xavier, o número de ocorrências é alto porque a pecuária reúne tarefas que não exigem especialização e que empregam mão de obra de maneira apenas esporádica — fatores normalmente relacionados a baixos salários, ausência de carteira assinada e condições degradantes.

Além da pecuária outras atividades relacionadas ao desmatamento também têm utilizado escravos na Amazônia. Ao todo, foram 91 casos na região em 2012, incluindo os 54 da pecuária, o que representa 60,7% de todos os casos do país. Em junho, a Repórter Brasil apresentou o estudo “Combate à devastação ambiental e ao trabalho escravo na produção do ferro e do aço”, com informações sobre a produção ilegal de carvão na Amazônia com a exploração de escravos.

Xavier ressalta que os dados são baseados nas fiscalizações do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e que o número de flagrantes depende das áreas em que as ações acontecem, de modo que os dados são um indicativo de onde ocorrem os principais casos de escravidão no Brasil e não um retrato exato. Além disso, a proporção de libertações pode variar dependendo das regiões que o MTE priorizar para as inspeções trabalhistas.

Pará e Mato Grosso

No Brasil, entre os principais estados que lideram esta atividade econômica estão o Pará e o Mato Grosso, com respectivamente 18 milhões e 29 milhões de cabeças de gado bovino, conforme dados da Pesquisa Pecuária Municipal (PPM) de 2011 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

A expansão da pecuária está ligada ao avanço do desmatamento sobre a Amazônia, no chamado “Arco de Fogo do Desmatamento”, que se concentra nos dois estados. No mapa abaixo, em vermelho estão as áreas embargadas pelo órgão por problemas ambientais. É possível visualizar as derrubadas que, como um arco, cercam a floresta ainda preservada. A imagem foi retirada do sistema de mapas do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Ibama).

Na última atualização da “Lista Suja”, cadastro do MTE de proprietários e empresas flagradas com escravos, um em cada quatro incluídos eram do Mato Grosso.

Desconforto no Sul e Sudeste

Para Xavier, outra informação significativa no último levantamento feito pela CPT é o aumento do número de ocorrências de escravidão contemporânea nas regiões sul e sudeste do país. “O surgimento de casos nessas duas regiões provocou certo desconforto nos responsáveis pela fiscalização”, afirma. Em boa parte dos flagrantes encontrados nessas duas áreas brasileiras estão os casos de trabalho análogo ao de escravo em atividades tipicamente urbanas.

Ocorrências na construção civil e em confecções têxteis representam 11,3% do total de flagrantes levantados pela CPT. Durante o período de um mês, neste ano, o MTE chegou a libertar, em três fiscalizações diferentes, 167 vítimas do trabalho análogo ao de escravo em empreendimentos da construção civil — inclusive, em um deles, em obras do programa “Minha casa, minha vida” do governo federal. No ramo têxtil, este ano em São Paulo, 23 migrantes foram resgatados de condições de trabalho degradante, enquanto costuravam para a grife de roupas Gregory

O cemitério hospitalar de Helder Barbalho

Depósito da SESPA está mais para um cemitério de equipamentos hospitalares, denuncia populares. Por Diógenes Brandão O escândalo ...