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| Renata Rocha da Silva Oliveira é vice-prefeita de Redenção e estaria sendo cotada a ser vice-governadora na chapa de Daniel Santos ao governo do Pará. Em meio a declarações e traduções não se sabe afinal que grupo estará efetivamente no palanque de Daniel Santos. A última informação a esse respeito aponta que o PL será o partido agraciado com a vaga de vice. O deputado federal Joaquim Passarinho, em entrevista a um podcast, afirmou mais uma vez que a candidatura de Daniel depende do apoio do PL. Em seguida, Daniel foi ciceroneado por Passarinho no município de Redenção, local que passou a figurar como seu reduto eleitoral, deixando a capital, onde mantinha domicílio eleitoral e assumiu o Sul do Pará como sua nova terra natal política. Neste cenário, o blog foi informado por fonte próxima da que a atual vice-prefeita de Redenção, Renata Rocha da Silva Oliveira, é o nome fechado por Daniel Santos e Joaquim Passarinho, atual presidente estadual do PL, para compor a chapa que disputará o governo do estado. A vice-prefeita é pessoa da relação pessoal do presidente do diretório estadual do PL no Pará, o deputado federal Joaquim Passarinho, que sem histórico na política foi indicada pelo deputado para compor a chapa municipal com o prefeito Dr Rener. A pergunta que paira é saber se esse jogo inclui o deputado federal Éder Mauro ou se foi consultado a esse respeito. Afinal, não seria surpresa, dado o histórico, que Daniel tenha fechado com um ao arrepio da concordância ou mesmo a própria ciência do outro, como se deu na composição da chapa, no recente pleito municipal, que o agora ex-prefeito colocou no bolso seu compadre e parceiro político Erick Monteiro, seu mentor de outrora Manoel Pioneiro e seu apoiador Helder Barbalho. Será que o candidato ao Senado Eder Mauro será o próximo a conhecer o "sabor acordo" que Daniel está habituado oferecer aos seus aliados? É salutar lembrar que Eder Mauro já experimentou os efeitos das manobras de bastidores de Passarinho quando perdeu o diretório estadual do PL no Pará, mas agora o sabor pode ter gosto mais amargo. Joaquim Passarinho, noutros tempos acostumado a se manter no muro, parece ter escolhido um lado oposto aquele de quem recebeu quociente eleitoral para se eleger em dois pleitos seguidos. É oportuno recordar que Eder Mauro foi puxador de votos que elegeu Joaquim Passarinho por duas vezes e também pautou a vaga de vice na chapa de Daniel para sua nora, a esposa do deputado estadual Rogério Barra - seu filho - para ser vice de Daniel e até hoje espera ser atendido. Por outro lado, o que não causa espanto é o modo de agir de Daniel e Passarinho, ambos já fizeram parte da chapa e coligação de Helder, respectivamente, e agora se unem para acabar com o que chamam de "dinastia dos Barbalho". Passarinho esquecendo que vem de uma família de aves com mandatos que datam a ditadura de 64. Nessa esteira, Daniel se põe como figura útil para conter os vôos da família do ex-delegado, prometendo asas ao novo aliado Passarinho. No site da Prefeitura de Redenção, um pouco sobre a vida da Renata. |
quarta-feira, julho 01, 2026
Vice de Daniel pode desagradar Éder Mauro e beneficiar Joaquim Passarinho?
segunda-feira, fevereiro 01, 2021
Bancada do Pará pode dar vitória a candidatos do governo nas eleições do Congresso
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| Na Câmara, sete deputados apoiam Arthur Lira. No Senado, dois senadores votam em Rodrigo Pacheco. |
Por Val-André Mutran – Correspondente do Blog do Zé Dudu em Brasília
Brasília – Ainda não há consenso da Bancada do Pará nas eleições de logo mais na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. Majoritariamente, na Câmara, sete deputados declaram voto em Arthur Lira (PP-AL), enquanto que no Senado, dois senadores apoiam a eleição de Rodrigo Pacheco (DEM-MG).
Os senadores Zequinha Marinho (PSC-PA) e Paulo Rocha (PT-PA) declaram voto ao candidato apoiado pelo governo, senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), contra a senadora Simone Tebet (MDB-MS), que lançou candidatura avulsa ao Senado. O senador Jader Barbalho (MDB-PA) disse que votará na colega de partido do Mato Grosso do Sul.
Os deputados Cristiano Vale (PL), Delegado Éder Mauro, Joaquim Passarinho e Júnior Ferrari, todos do PSD; Celso Sabino (PSDB), Paulo Bengtson (PTB) e Vavá Martins (Republicanos), votarão em Arthur Lira, líder do Centrão e candidato do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
A novata, Vivi Reis (PSOL) disse que votará em Luiza Erundina, do mesmo partido.
Quatro deputados votam em Baleia Rossi (MDB-SP), candidato indicado pelo atual presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ). São eles: Elcione Barbalho e José Priante, do MDB; Airton Faleiro e Beto Faro, do PT.
Cinco deputados paraenses não quiseram declarar o seu voto a nenhum candidato. São eles: Hélio Leite e Olival Marques (DEM), Cássio Andrade (PSB), Nilson Pinto (PSDB) e Eduardo Costa (PTB).
Destinos diferentes
No Senado Federal, a sessão preparatória para a votação acabou de ter início. Após deixarem as presidências do Senado Federal e da Câmara dos Deputados nesta segunda-feira (1º), Davi Alcolumbre (DEM-AP) e Rodrigo Maia (DEM-RJ) devem ter destinos diferentes dentro do Congresso Nacional.
Enquanto o senador conseguiu amarrar seu futuro, o deputado deve voltar para o baixo clero no Legislativo. Maia sempre teve uma votação muito pequena em seu estado, e vem se reelegendo ao cargo de deputados através de arranjos de coligação. Sempre foi um deputado do baixo clero, até se eleger sucessivamente presidente da Casa, onde está conduzindo os trabalhos há quatro anos e meio, um recorde.
Pelas negociações em andamento, Alcolumbre deve ser indicado para assumir a presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, uma das mais importantes da Casa. Ele chegou a cogitar assumir a 1ª vice-presidência do Senado, mas acabou cedendo o posto para atrair o apoio do MDB ao seu candidato, Rodrigo Pacheco (DEM-MG).
Já Maia deve voltar a ser um deputado como os demais. Declarou há pouco que não pleiteou qualquer posto na Mesa ou numa Comissão importante. O deputado rejeitou, por exemplo, a possibilidade de virar secretário da prefeitura do Rio de Janeiro.
Maia deve deixar a residência oficial de presidente da Câmara já nesta segunda-feira. Passará a morar em um apartamento funcional.
Alcolumbre já havia deixado a residência oficial do Senado nas últimas semanas e voltado para um apartamento funcional. Desde então, passou a usar a residência apenas como escritório político.
Candidato de Bolsonaro será votado pelos deputados e deputadas federais do Pará
segunda-feira, fevereiro 10, 2020
Helder ou Bolsonaro: Quem tem razão?
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| Por Jonilson Souza. |
Ao ser indagado por jornalistas, na última quarta-feira, 5, em frente ao Palácio do Planalto, Bolsonaro disse que aceitaria retirar os impostos federais que incidem no preço da gasolina, se os governadores fizessem o mesmo com os impostos estaduais.
Junto deles, peças de marketing digital inundaram grupos de Whatsapp e as demais mídias sociais.
Nelas, as mensagens de apoio a Bolsonaro e de cobrança aos governadores, com chamadas para um desafio.
Veja algumas dessas peças publicitárias lançadas e compartilhadas em massa nas mídias sociais:
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| O Posicionamento teve carta assinada por vinte e três governadores em relação ao ICMS sobre combustíveis. Leia a matéria no jornal Folha de São Paulo e no portal Poder 360. |
No meio desse debate insano, temas como a famigerada Lei Kandir, a Reforma Tributária, o Pacto Federativo e a tentativa de achar um culpado para a alta do custo de vida no país, sobretudo os bens de consumo e produtos que refletem diretamente na vida de centenas de milhões de brasileiros, como o valor dos combustíveis.
O primeiro é de Igor Israel, publicado em seu perfil no Facebook e que já recebeu 520 reações (curtidas), 406 comentários e 1202 compartilhamentos. Números que pelos cálculos do meu chutômetro, já deve ter alcançado mais de um milhão de visualizações.
quinta-feira, abril 04, 2019
Dos 17 deputados federais do Pará, apenas 04 votaram a favor da devolução de sobras do Fundo Partidário
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| Imagem extraída da fanpage do Movimento Liberal Paraense. |
Apenas 04 dos 17 deputados federais paraenses votaram favoráveis à emenda ao Projeto de Lei 1321/19, o qual tinha como objetivo permitir ao partido político devolver recursos de sobras do Fundo Partidário ao Tesouro Nacional.
O resultado da votação ficou assim; 294 votos contra e 144 a favor. Assim, foi rejeitada pela Câmara dos Deputados, na tarde desta terça-feira, 2, a emenda do deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS) ao Projeto de Lei 1321/19 que pretendia permitir ao partido político devolver recursos de sobras do Fundo Partidário ao Tesouro Nacional.
A notícia causou furor nas redes sociais, onde diversos internautas criticaram os deputados que votaram contra a medida.
Além disso, o parlamentares aprovaram anistia para partidos que não investiram em campanhas voltadas às mulheres e flexibilizaram regras sobre diretórios regionais.
Votaram a favor:
Cássio Andrade (PSB)
Edmilson Rodrigues (PSOL)
Eduardo Costa (PTB)
Joaquim Passarinho (PSD)
São eles:
Celso Sabino (PSDB)
Cristiano Vale (PR)
Delegado Éder Mauro (PSD)
Elcione Barbalho (MDB)
Hélio Leite (DEM)
Júnior Ferrari (PSD)
Nilson Pinto (PSDB)
Olival Marques (DEM)
Paulo Bengtson (PTB)
Vavá Martins (PRB)
Criado em plena ditadura militar, o Fundo Especial de Assistência Financeira aos Partidos Políticos, mais conhecido como Fundo Partidário, é uma forma de financiamento público, não exclusivo, dos partidos políticos do Brasil, que não se restringe às campanhas eleitorais. É constituído por dotações orçamentárias da União, multas e penalidades pecuniárias aplicadas nos termos do Código Eleitoral e leis conexas, doações de pessoa física ou jurídica, efetuadas mediante depósitos bancários diretamente na conta do Fundo Partidário e por outros recursos financeiros que lhe forem atribuídos por lei.
domingo, agosto 05, 2018
Eleições para o governo do Pará: Os rachas, as rebeldias e desobediências dos candidatos
quarta-feira, agosto 01, 2018
02 senadores e 05 deputados federias do Pará não estão aptos ao Prêmio Congresso em Foco 2018
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| Com seus nomes envolvidos em ações penais ou a inquéritos criminas, Jader Barbalho (MDB) e Paulo Rocha (PT) não podem participar do Prêmio "Congresso em Foco". |
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| Beto Faro (PT), Eder Mauro (PSD), José Priante (MDB), Josué Bengtson (PTB) e Wladimir Costa (SD) não não podem participar do Prêmio "Congresso em Foco". |
Nilson Pinto (PSDB) - 193.573 votos
Edmilson Rodrigues (PSOL) - 170.604 votos
Lúcio Vale (PR) - 148.163 votos
Zé Geraldo (PT) - 105.151 votos
Beto Salame (PROS) - 93.524 votos
Elcione (PMDB) - 87.632 votos
Júlia Marinho (PSC) - 86.949 votos
Hélio Leite (DEM) - 85.194 votos
Simone Morgado (PMDB) - 76.510 votos
Joaquim Passarinho (PSD) - 76.148 votos
Arnaldo Jordy (PPS) - 70.950 votos
Chapadinha (PSD) - 63.671 votos
quarta-feira, julho 18, 2018
Helder Barbalho: Quem tá comigo, tá comigo 100% comigo! Será?
| Reunidos nesta segunda-feira (16), a maioria das lideranças políticas do PSD rechaçaram a aliança com Helder Barbalho (PMDB) e declararam apoio a Márcio Miranda (DEM). |
Por Diógenes Brandão
quarta-feira, novembro 22, 2017
Prefeitos paraenses lotam Plenário da Câmara para sensibilizar parlamentares
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| Prefeitos paraenses reuniram-se com a bancada paraense em Brasília para sensibilizar o governo federal sobre a situação caótica em que os municípios se encontram. |
sábado, julho 29, 2017
Wlad aparece em evento de bermuda, sem camisa e uma tatuagem com o nome de Temer
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| Wladimir Costa é deputado federal, cantor e dono de diversas emissoras de rádio, inclusive "comunitárias". |
As informações são de que a foto tenha sido tirada em um evento de entrega de caminhões do governo federal para prefeituras do Pará.
Além dele, só mais uma pessoa no mundo foi vista com uma tatuagem com o nome de Michel Temer: Marcela Temer, a esposa do presidente. Só que a tatuagem dela é bem mais discreta que a feita por Wladimir Costa.
Há um ano atrás, Wlad teve o mandato cassado por gastos ilegais em sua campanha eleitoral, mas recorreu da decisão no TSE e permanece em Brasília.
Recentemente, Wlad apareceu em matérias dos grandes veículos de imprensa como recebedor de emendas parlamentares milionárias e disse que não sabia delas. O deputado então revelou pede dinheiro para o presidente Temer para ajudar os municípios e chegou a detalhar sua estratégia dizendo: 'Faço cara de coitadinho'.
A defesa de Wlad à Temer já virou piada nas redes sociais, onde um dos seus vídeos já alcançou quase 300 mil pessoas, só na fanpage do blog AS FALAS DA PÓLIS e foi compartilhado 2.295 vezes.
Não foi a primeira vez
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